Gato Doméstico (Felis Catus)


Os gatos domésticos são animais pertencentes à Família Felidae, e Gênero Felis. Alguns autores os consideram como uma subespécie do gato silvestre, o Felis silvestris, restrito à África, Ásia e Europa.is?qpivZYKrERADiuL189EJn1au3x8cuBKNFyPxoqg8IDc&height=217 Outros afirmam que ambas são espécies distintas. Assim sendo, os gatos domésticos são capazes de ser atendidos pelos nomes científicos Felis silvestris catus ou, simplesmente, Felis catus. No momento em que não são desenvolvidos solitários, em ambiente doméstico, gatos costumam viver em bandos, normalmente compostos por várias fêmeas e seus filhotes; sempre que os machos vivem solitários, aproximando-se do grupo nos períodos reprodutivos. Com cinco meses de idade, as fêmeas agora atingem a maturidade sexual, ao passo que nos machos tal período ocorre por volta de um ano de idade. Durante o acasalamento, emitem um som peculiar, similar ao de uma moça chorando.



A gestação costuma durar pouco mais de dois meses, dando origem a parelhos cinco filhotes que terão expectativa média de vida de quinze anos. A mãe apresenta assistência à sua cria durante incontáveis meses, até que conquistem maior independência. Tais animais possuem em média 30 centímetros de altura, 55 de comprimento e três quilogramas de massa.



São muito flexíveis, dotados de patas almofadadas e unhas retráteis; e o tato, visão e audição são bem apurados. Além disso, têm duas características comportamentais bem curiosas: o ato de se lamberem e o evento de que não são muito obedientes se comparados aos cachorros. Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? ARAGUAIA, Mariana. "Gato doméstico (Felis catus)"; Brasil Escola.




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Essas espécies forneceram a linha de fonte para que as divergências encontradas entre os detalhes, pela família Felidae, fossem estimadas. Os cientistas analisaram o DNA dos cromossomos X e Y e das mitocôndrias (partes da célula que geram energia e são transmitidas pela linha materna). Eles se concentraram pela seqüência de DNA de 30 genes diferentes, ao todo vinte e dois.789 letras de nucleotídeos para cada espécie de felino. Aproximadamente a metade dessas seqüências é versátil durante as diferentes espécies.



É nessas diferenças que os investigadores se baseiam pra definir o parentesco entre os grupos e em que época eles surgiram. Os genes acumulam modificações no decorrer do tempo. Se não forem perigosos, essas modificações persistem. Desse modo, uma espécie que emerge primeiro tem mais tempo para seus genes sofrerem mudanças e mostrar superior modificação em um direito gene. Assim sendo é possível notabilizar com segurança que espécies cujos genes compartilham alterações parecidos estão mais próximas. Como a observação do DNA permitiu que os pesquisadores esclarecessem os nós das ramificações ou forquilhas na árvore da família dos felídeos, eles se concentraram pela análise dos fósseis, para estimar quando de fato aconteceram.



A idade de dezenas de fósseis de felinos ancestrais foram definidas por paleontólogos utilizando métodos de datação. Certos fósseis de felinos considerados elos perdidos (ancestrais comuns mais recentes de grupos como o dos grandes felinos, linces ou jaguatiricas) forneceram 16 datas pra pontos específicos de ramificação pela árvore genealógica dos felídeos.



Logo em seguida, programas matemáticos de micro computador baseados em um relógio molecular acumulativo regular transformaram os detalhes genéticos em estimativas do tempo transcorrido depois de cada nó de divergência. A idéia do relógio molecular pressupõe que outras mudanças evolutivas ocorreram a uma taxa regular. Por exemplo, mutações são capazes de ser incorporadas ao DNA de genes a uma taxa frequente ao longo de milhões de anos. A contribuição mais recente foi o seqüenciamento genético completo de um gato da Abissínia batizado Cinnamon (Canela). Wild cats of the world.



M. Sunquist e F. Sunquist. Tears of the cheetah and other tales from the genetic frontier. Phylogeography and conservation genetics of tigers (Panthera tigris). S. J. Luo e colegas, em PLoS Biology, vol. Dois, págs. Big cat genomics. S. J. OBrien e W. E. Johnson, em Annual Reviews of Genomic and Human Genetics, vol.is?skwXiu2XxryD3zPe48-bFIwCuJFaX0V495wQvNn17is&height=199 Seis, págs. The late Miocene radiation of modern Felidae: a genetic assessment.



A tendência climática, ao longo de toda a era Cenozóica, foi a de uma temporada mais curta de progresso em grandes latitudes. No começo, esta tendência aumentou o estilo mosaico das florestas, dos arbustos e dos campos em todo o mundo. Esse aumento da complexidade da vegetação sustentava uma fauna diversa e vasto. Na verdade, a disperção das gramíneas promoveu a disperção da fauna. Respondendo à disperção dos campos, os ungulados (animais com casco nas patas), geralmente grandes, atingiram teu máximo de diversidade no Mioceno Médio, contribuindo significativamente para o número de gêneros de mamíferos populares daquela época. Mas conforme a tendência a extremos sazonais de temperatura e de aridez no Pleistoceno continuou, a diversidade da vegetação entrou em declínio.



A flora, por grandes áreas continentais, se alterou de um mosaico de associações entre plantas pra uma zonação latutudinal e altitudinal de amplos grupos de comunidades vegetais de baixa diversidade. A mais baixa diversidade de floras e a maior homogeneidade regional atingiram seus máximos depois do avanço da glaciação de Wiscosin. A redução da diversidade vegetal poderá ter eliminado alguns herbívoros, sobretudo os grandes, restingindo todas as espécies a áreas limitadas.



Aliás, o ato de se cobrir de cheiros fortes pode ter um propósito igual e herdado de outros parentes selvagens. Ao invés de se acobertar para caçar, poderá ajudar a camuflar canídeos pequenos de outros predadores. Samantha Harrison estava entre os que avisaram que o comportamento poderia ser um tipo de camuflagem.