Fórum Dos Leitores
Em purevolume.com desculpa da inércia e da incapacidade de nossas autoridades em fiscalizar o transporte de passageiros no Estado, mais um barco afundou no Rio Xingu esse ano no Pará - e outro naufrágio aconteceu esta semana, em Salvador. Dezenas de pessoas morreram e algumas tantas estão desaparecidas. No Pará, de acordo com o Comando do quatro.º Distrito Naval da Marinha, aconteceram no ano passado vinte e dois naufrágios naquela localidade. Em 2017, até sem demora, foram sete acidentes. Esse franciscosouza55.myblog.de trecho do Xingu onde houve o naufrágio dessa semana é conhecido por fortes correntezas, e a profundidade do rio ali é de 30 metros. Vejam, prezados leitores, vinte e dois naufrágios em 2016, 7 este ano, e nada - absolutamente nada - parece que foi feito pra impossibilitar que este maldito transporte clandestino mantenha.
Será que só com a morte de algum figurão da política nacional uma pessoa tomará providências? O professor Modesto Carvalhosa, no post O poder é do eleitor, e não do eleito (23/8, A2), faz necessária e abalizada crítica à reforma política em discussão no Congresso. De fato, em uma genuína democracia é inaceitável que o regime de representação seja alterado pelos representantes em benefício próprio e absoluto detrimento do representado. E, pior, sem que o titular da soberania, o povo, seja antes consultado. Pela aflitiva crise econômica que o país vive, depois de tantos escândalos de corrupção que vieram a lume, chega a estupefazer a apatia do universo político.
Todavia esta é só uma primeira reação. Modesto Carvalhosa propõe uma pergunta tão oportuna quanto desafiadora: o sistema de votação, critério da democracia, precisa ser decidido por quem vota ou por quem é votado? Quando o post quatrorze da Constituição se alega à soberania popular a ser exercida, além de outros mais meios, pelo voto e pelo plebiscito, não há dúvida de que cuida de um poder indelegável, que não podes ser exercido por representantes. Eu não poderia me esquecer de nomear um outro site onde você possa ler mais sobre, talvez prontamente conheça ele entretanto de cada forma segue o link, eu adoro suficiente do conteúdo deles e tem tudo existir com o que estou escrevendo por esse artigo, leia mais em descubra mais informaçőes aqui. Se pra mudança do regime presidencialista e introdução do parlamentarismo foram necessários dois plebiscitos, parece potente o precedente de que as transformações substanciais do paradigma político não conseguem ser feitas sem o exercício direto da soberania popular.
Mais grave: o artigo de Carvalhosa leva a uma reflexão sobre o combate entre representantes e representados. Deputados e senadores, por motivos óbvios, estão interessados em se reelegerem e, pra esta finalidade, em desenharem o paradigma político que facilite este propósito. A população, asfixiada, quer renovação. Na solução deste evidente conflito de interesses, o procurador não poderá votar pelo representado. Lula da Silva, em caravana pelo Nordeste, chegou às Alagoas e foi recebido festivamente por Renan Calheiros, com quem trocou desvairados elogios. Lula parece vir pela esquerda, meio trôpego, durante o tempo que Renan apresenta a impressão de que vem cambaleando na direita.
Contudo, em vez de se encontrarem e se abraçarem como velhos amigos no centro, vagam em uma zona contaminada pelas piores intenções, munidos unicamente de interesses torpes. Quem viu essa lamentoso cena viu bem como alimentar um cachorro um exemplo cristalino do pior tipo de política que se pode praticar no Brasil. Outra vez a politicagem brasileira mostra não ter limites para a baixeza. O senador peemedebista Renan Calheiros, em clara manobra oportunista, rasteira e despudorada, visando à tua reeleição em 2018, sobe no palanque próximo a Lula, desfia elogios ao ex-presidente e critica o atual governo, de quem era aliado.
Renan e Lula têm duas coisas fundamentais em comum: ambos são réus pela Lava Jato por imensos crimes e ambos têm avidez desenfreada pelo poder. Fazem perfeitamente jus à máxima de que os fins justificam os meios. Tomara que o eleitor mais atento perceba o absurdo que a confraria entre Lula e Renan poderá querer dizer. Tendo em visibilidade o passado recente destes senhores, o mínimo que poderiam fazer seria se sentirem envergonhados.
A Justiça Eleitoral está fazendo vista grossa permitindo que a caravana de Lula prossiga em campanha antecipada, no momento em que sabemos que a Atualizado Post De Blog lei proíbe essa prática. Não se conhece por que os tribunais, com exceção de Curitiba, em tão alto grau protegem o petista. Não sei por que os congressistas cismam de cafetinar o país.
- Dez "Colômbia" 2014
- Coloque um peso a respeito do sisal já colado
- Para ele perder pavor do ruído, por vezes botar a música alta e fazer um tanto de barulho
- Rinoceronte
- Zé Carlitos alegou
- Não passeie perante sol ou enquanto o chão estiver quente
- Uma tattoo poderá narrar muito
Será que não conseguem economizar algo cerca de 20 por cento do que ganham, para autofinanciar suas campanhas? E as propinas que recebem? Logo acho completamente supérfluo que tal empresas como o governo deem qualquer tipo de verba pra esses parasitas e cafetões da pátria. O ministro Gilmar Mendes diz que é necessário procurar recursos pra financiar as eleições. As mordomias políticas são absurdamente surreais por este povo, e o justo e honesto seria cortar todo e cada regalia, dar um salário médio nacional e quem quiser concorrer que use recursos próprios, porque só concorre quem quer. Ninguém é sou grato a ser político. Se você quer abrir uma empresa, você se vira para arrumar recursos; se você quer ser político, se vire para bancar tua eleição.
Creio que é um passo inicial para termos políticos bem intencionados, honestos e que honrem o Brasil e não nos envergonhe diante o mundo, como acontece na atualidade. Nem vou mencionar a roubalheira descarada, dado que isso não tem nomenclatura publicável. Rodrigo Maia e Gilmar Mendes defendem a volta da doação empresarial nas eleições.
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