Fórum Dos Leitores

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Pense uma panificadora onde todos se ajudam para fabricar um pão com aceitável aprovação da clientela. Então, os encarregados do preparo da massa levam em consideração as informações dos que irão assá-la, o que garantirá um constante aperfeiçoamento do objeto e assegurará o progresso do estabelecimento e a euforia dos consumidores. Tais resultados não seriam possíveis se as equipes não cooperassem, ou melhor, se o pessoal do forno se limitasse a esperar que o outro time lhe oferecesse vantagens em troca do ajuste da temperatura recomendada pra um efeito palatável.



Este assunto é a metáfora do jogo de empurra entre o Planalto e o Congresso acerca da reforma da Previdência. Ora, deste jeito a coisa desandará, a freguesia ficará insatisfeita e o estabelecimento estará condenado à falência em médio prazo. Discordo de Fernando Henrique e alguns outros tucanos: uma coisa é apoiar as reformas e outra coisa é apoiar, digamos, ideologicamente o governo, e também participar em pastas interessantes.



Esse suporte é, evidentemente, bem mais significativo. Desejamos até dizer decisivo. Disso tem consciência, seguramente, o presidente Temer, por tua vasta experiência política e teu protagonismo no cenário político atual, por causa de não podes prescindir da consistência do PSDB pela sustentação do teu governo. Deixando de participar do governo, o PSDB não auxílio o Brasil nem a si respectivo, só auxilia a oposição, a mesma que nos levou à circunstância de hoje.







    1. Cortar a escrita de caneta esferográfica






    1. Filtrar líquidos, como óleo de cozinha






    1. oitenta milhões - Carros comuns






    1. Fazer remixagens em um LP






    1. quarenta e um "A Viúva Negra"







O Brasil tem que que o governo atual, que poderia ser de cada outro partido que não o PMDB, implemente as medidas de saneamento econômico que estão à visão de todos, a maioria delas parelhos às do ideal do PSDB. Se o partido não aceitar com fatos, que lute de dentro para que sejam feitas as correções que julgar necessárias. O guru Fernando Henrique Cardoso agora errou estranho no momento em que o mensalão veio à tona e levou o PSDB a uma posição de esperar para observar, pensando que com o escândalo a oposição desapareceria. Não desapareceu, ao contrário, voltou mais robusto. Que o guru não repita o problema.



Admitamos que pra um sociólogo precisa ser ótimo enxergar regressar à Presidência quem lhe sucedeu, contudo para os além da medida brasileiros isto está sendo por excessivo danoso. Não deixem a história se reiterar. Lembrando tirada clássica do nosso saudoso Garrincha, pergunto: imediatamente combinaram com os russos? Refiro-me à nova lei trabalhista e à Justiça especializada, notadamente seus juízes de primeira instância, que tudo são capazes de inibir, haja visibilidade o grande montante obrigatório para se alcançar uma segunda decisão.



O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, não poderá sucumbir à tentativa do deputado Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical, de emplacar novo imposto sindical. Ainda não ficou claro? Pra que conste o termo "blindado" no certificado de posse de automóveis uma corporação tem que agrupar trinta e três documentos, dois requerimentos, três declarações (uma manuscrita) - com firma reconhecida - e transportar o carro a 2 locais pra revisão.



Se por qualquer motivo da própria burocracia se passarem trinta dias, necessita de-se novamente a preparação e exibição de toda a documentação. Conforme reportagem recente do Estado, o Brasil é o campeão em exigências burocráticas. Eis aí um caso clássico. No dia da demissão do presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati, pelo presidente afastado, senador Aécio Neves, esse alegou que a toda a hora trabalhou na união do partido.



Não, o senador indiciado a todo o momento foi o desagregador do partido, a todo o momento teve agenda própria, traindo companheiros de partido. Foi deste modo com José Serra, no momento em que promoveu Lula em Minas Gerais, pela famosa combinação Lulécio. O mesmo ocorreu contra Geraldo Alckmin, quando Aécio promoveu Dilma na famosa combinação Dilmasia. O PSDB prontamente poderia ter feito o presidente da República, não fosse a trairagem do senador mineiro. A falta de realismo, espírito público e partidário fica demonstrada na tomada do partido pela potência, o que provocará a terceira derrota seguida do PSDB na briga pela Presidência da República.



Analisando a verdadeira rinha em que se transformou o PSDB, proponho a transformação do símbolo do partido de tucano para galo de disputa. Uma coisa é não querer do presidente, outra coisa é não gostar do Brasil! O único partido com candidato à Presidência competente e não corrupto vai implodir? E O VOTO IMPRESSO?