FIBROMIALGIA - Causas, Sintomas E Tratamento
FIBROMIALGIA - Causas, Sintomas E Tratamento
A fibromialgia é um dos maiores mistérios da medicina. É uma doença que se caracteriza por dores difusas envolvendo músculos, tendões e ligamentos. O paciente com fibromialgia tem múltiplas dores pelo corpo humano e se sente constantemente exaurido, todavia dá ótimo porte, o check-up físico não mostra nenhuma anormalidade óbvia e as análises e exames complementares são normais. Sendo assim, se você tem dores em todo o corpo, sente-se frequentemente cansada(o), prontamente foi a vários médicos e nenhum deles consegue discernir uma circunstância, o teu problema poderá muito bem ser fibromialgia. O que é a fibromialgia.
Quais são as tuas causas. Quais são os seus sintomas. Como é feito o tratamento. O que é a fibromialgia? A fibromialgia é uma doença crônica que cursa com dor muscular generalizada e sensibilidade excessiva em algumas áreas do corpo. Diversos pacientes com fibromialgia também sofrem de fadiga, sono excessivo, dores de cabeça e distúrbios do humor, como depressão e ansiedade. Curiosamente, apesar da fortuna de sintomas, não há modificações detectáveis nos exames laboratoriais nem sequer nos exames de imagem, como radiografias, ultrassonografia, tomografias, etc. Além da agonia, mais nada é detectado por meio do checape físico do paciente com fibromialgia. Biópsias realizadas nos músculos, tendões e ligamentos nada revelam, não há sinais de inflamação, não há lesões e muito menos modificações estruturais.
Exatamente na inexistência de achados objetivos, a fibromialgia era no passado considerada uma doença de natureza psicossomática (de origem psicológica). As atuais teorias sugerem uma mudança nas áreas cerebrais responsáveis pela compreensão da aflição. O cérebro dos pacientes com fibromialgia parece ser excessivamente sensível aos estímulos dolorosos que chegam a si. Isto significa que estímulos indolores pra maioria das pessoas são interpretados como angústia pelo cérebro do paciente fibromiálgico. Exames radiológicos mais modernos, ainda pouco usados na prática médica do dia a dia, conseguiram demonstrar que pacientes com fibromialgia apresentam sinais precoces de envelhecimento do cérebro, com redução da área cinzenta (ambiente do cérebro onde ficam os neurônios).
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Essas modificações podem justificam uma exagerada visão do cérebro aos estímulos externos. Todavia, como agora referido, não existe nenhum exame laboratorial ou de imagem que confirme o diagnóstico de fibromialgia. Na realidade, esses exames só servem pra se rejeitar outras causas de agonia crônica. A fibromialgia é seis vezes mais comum em mulheres e a tua prevalência aumenta conforme a idade. Por volta de dois por cento da população jovem e 8% da população idosa são portadores dessa doença. A maioria dos casos de fibromialgia inicia-se entre os 30 e cinquenta e cinco anos.
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Em cinquenta por cento dos casos os sintomas iniciam-se após um evento pontual, como um estresse físico ou psicológico. Nos outros cinquenta por cento não se consegue detectar nenhum gatilho pro surgimento dos sintomas. Pessoas com história familiar positiva apresentam 8 vezes mais oportunidades de ter fibromialgia que o resto da população, o que sugere fortemente uma circunstância genética. O principal sintoma da fibromialgia é uma dor difusa, podendo envolver músculos, ligamentos e tendões. Algumas vezes o doente alega intuição de articulações inchadas, o que na verdade é apenas uma impressão, por causa de o edema não é comprovado ao checape físico.
Não há sinais clínicos de artrite nas articulações doloridas. Quando questionados onde dói, diversos respondem: dói tudo. São dores constantes, que pioram ao toque. O paciente com fibromialgia tem um limiar para angústia mais pequeno, isto é, estímulos dolorosos de intensidade aproximado são bem mais sentidos por quem tem a doença. Um dos critérios pro diagnóstico da fibromialgia é a angústia a palpação em pelo menos onze dos 18 pontos sensíveis ilustrados abaixo.
Outra descrição comum pros sintomas da fibromialgia é a de sensação de estar com uma potente gripe que não passa, causando angústia no corpo, mal estar, agonia de cabeça e astenia. Além da agonia difusa, a fadiga é outro sintoma frequentemente presente no paciente fibromiálgico. O cansaço é mais potente de manhã, logo que o paciente acorda, mas também podes ser bastante desconforto no final da tarde. A fadiga matinal acontece mesmo que o paciente tenha dormido mais de 10 horas ao longo da noite.
A emoção é de um sono não revitalizante. Na verdade, uma das características da fibromialgia é o sono leve. Os pacientes acordam com frequência durante a madrugada e têm dificuldade em reverter a dormir. Alguns trabalhos afirmam que esses pacientes não conseguem se preservar no estágio quatro do sono, que é o do sono profundo, bem como denominado como sono restaurador.
O paciente fibromiálgico passa o dia sentindo uma completa falta de energia, com impressão de pernas e braços pesados e problema de concentração, denominada pelos pacientes como “cérebro cansado”. É muito comum a associação da fibromialgia com a síndrome da fadiga crônica (leia: SÍNDROME DA FADIGA CRÔNICA). Angústia de cabeça tipo enxaqueca ou cefaleia tensional é um sintoma comum e acomete mais de cinquenta por cento dos pacientes com fibromialgia (leia: Dor DE CABEÇA - ENXAQUECA, CEFALEIA TENSIONAL E SINAIS DE GRAVIDADE).
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A agregação com a depressão e distúrbios de aflição é muito comum (leia: O QUE É DEPRESSÃO?). Cerca de 70% dos pacientes com fibromialgia desenvolverão um dos dois distúrbios ao longo da existência. O extenso desafio para o médico é no momento em que a fibromialgia ocorre concomitantemente com novas doenças que também cursam com dores difusas, como osteoartrite, polimialgia reumática e artrite reumatoide (leia: ARTRITE REUMATOIDE). Nestes casos, o diagnóstico de fibromialgia é muito custoso de ser estabelecido. É respeitável saber que, se por um lado a fibromialgia não é uma doença que acarrete traço de morte ou cause deformidades, por outro, os sintomas são capazes de ser incapacitantes, acordado uma péssima qualidade de vida ao paciente.
Pacientes com fibromialgia costumam ter uma particularidade de existência muito péssimo se não tiverem o diagnóstico definido e não estiverem ante tratamento. A maioria dos pacientes com fibromialgia vive com os sintomas durante anos até o diagnóstico ser enfim feito. Durante a investigação, estes pacientes costumam ir por dezenas de exames e múltiplos especialistas. Alguns pacientes acabam sentindo-se rejeitados pelos médicos, sempre que outros temem que uma doença fatal oculta acabe por ser encontrada.
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