Extinta Na Natureza, Subespécie De Cavalo Selvagem Volta A Habitat


Imagine que uma espécie acabe extinta pela meio ambiente —sobram só uns poucos indivíduos em zoológicos. Está tudo perdido ou é possível fazer com que esses animais voltem a se adaptar à existência livre e criem uma população viável, com abundância genética entre os indivíduos? Um novo estudo, feito com uma sensacional subespécie de cavalo, aponta que sim.



Os cavalos-de-przewalski, que vivem na Mongólia, são os únicos concretamente selvagens que sobraram no mundo. Todos os outros "selvagens", inclusive os populares mustangues americanos, são na verdade ferais —ou seja, cavalos antes domesticados que voltaram a viver livres. A população chegou a somente doze cavalos vivendo em cativeiro, em diferentes locais.



Nos anos 1970 e 1980, os cientistas conseguiram ampliar este número. O extenso estímulo era impedir cruzamentos sequenciais em família, que poderiam conduzir a doenças genéticas -com tão poucos indivíduos, qualquer barbeiragem poderia comprometer a vida da subespécie. A partir dos anos 1990, os bichos foram soltos de novo nas estepes da Mongólia, que são seu habitat —parte dos animais estava em Praga e teve de ser levado de avião pelo Exército Tcheco. Eles irão cruzar e ter filhotes pela meio ambiente?



O tempo ilustrou que sim. Hoje, há cerca de 500 indivíduos vivendo livres, boa fatia já nascida pela meio ambiente. Haverá variabilidade genética bastante na população para que tais cruzamentos gerem uma prole saudável? Em um estudo publicado recentemente pela revista "Current Biology", os cientistas analisaram os genomas de doze cavalos, e o efeito foi que eles se mostraram surpreendentemente heterogêneos.



Segundo os pesquisadores, liderados por Ludovic Orlando, da Instituição de Copenhague, isto é um estímulo para que se tente recuperar espécies ainda que há pouquíssimos sobreviventes —no limite, mesmo que reste apenas um casal. Ademais, o estudo permitiu demonstrar geneticamente que realmente há várias diferenças entre o cavalo-de-przewalski e outras subespécies mais conhecidas.



O metabolismo e a propensão a doenças genéticas e os mecanismos de controle muscular, tais como, são bem diferentes. Os cavalos-de-przewalski diferem dos animais que conhecemos por serem indomáveis. Mesmo os indivíduos que foram criados em cativeiro nunca deram muita trela pros humanos, e montá-los é bastante custoso. Eles vivem em grupos, e os machos são invariavelmente muito bravos —competem violentamente pelas fêmeas, que são muito mais dóceis, até o dominante subjugar os outros e fazer teu harém.







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Também, os bichos tem o corpo humano mais atarracado, com pernas mais curtas —são menos "imponentes" do que seus primos que conhecemos. Tais cavalos mongóis se separaram do tronco da prosperidade equina que deu origem aos outros cavalos há cerca de 160 1000 anos. Os humanos começaram a ter contato com o tronco não mongol dos ancestrais dos cavalos há no máximo sessenta 1000 anos. No começo, estávamos mais interessados em comê-los do que em cavalgá-los -quase todas as espécies domesticadas "começaram a carreira" na panela, aliás, inclusive os cães (no entanto não os gatos).



Devem ser adestrados e socializados desde filhotes ou conseguem tornar-se intolerantes e portadores de maus hábitos como territorialismo e latidos descontrolados. São ótimos cães de alerta, do mesmo modo de caça. Gostam de perseguir e de cavar. Essa raça aparecia estar perto da família e é bastante apegada aos humanos. Não há nada que queira mais do que a companhia de quem adora. Alguns até se comportam como cão de colo e chegam a ter personalidade de um pequenino, entretanto são bem grandinhos, podendo aparecer a trinta e seis quilos.



Por ser dessa maneira tão apegado não deve ser deixado sozinho por tantas horas. Sofre de angústia de separação e sofre ao sentir-se abandonado. O melhor é a todo o momento possuir uma companhia (humana ou canina) para distraí-lo. Ao inverso de inúmeras raças, essa é tão amorosa que aparecia dominar recentes pessoas. Gosta de fazer amizade e poderá se acostumar a estranhos com facilidade.



Braveza não faz quota da personalidade da maioria dos Setters Ingleses. Por ser muito dócil, como cão de guarda não é tão indicado. Está a toda a hora alerta e algumas vezes é territorial, avisando a família ao menor sinal de novidade na rotina. O adestramento é fundamental pra impossibilitar latidos extremos e comportamento mimado, típico da raça.