Estratégias Para Gerar (bons) Conteúdos Para Website E Redes sociais De Tua Corporação

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No término de 2005, eu só sabia de uma coisa: eu gostava de publicar. No início de 2006, eu descobri o WordPress e neste momento soube de uma nova coisa: eu queria escrever a sério. O WordPress era moderno. Era limpo. Era futurista. Era até mesmo aquela expressão que frequentemente usamos para adjetivar produtos tecnológicos, mesmo ela sendo totalmente inadequada para esta finalidade: sexy. Para quem vinha de experiências com o Blogger, era como desplugar um Atari para doar ambiente a um Super NES.


Pela mesma tarde que conheci o WordPress, gerei o meu primeiro site que acabou sendo bem-sucedido. Nos últimos sete anos desde assim, tive meus affairs com novas plataformas, principalmente o Tumblr e o Posterous, contudo não posso falar que senti nada igual com o que sinto hoje pelo Medium. O Medium é moderno. É limpo. É até mesmo… sexy.


O que é o Medium? Contudo esta também é uma forma incorreta, por causa de o Medium não usa a palavra “blog” em recinto algum da sua intercomunicação oficial. A ênfase neste local é no “que importam”. Ainda faz significado elaborar um site? O que o Blogger fez no momento em que revolucionou a internet na virada do milênio foi dar, na primeira vez, um espaço, um meio, pra que cada pessoa pudesse escrever cada pensamento. Segundo a lógica de que todo pensamento merece um web site pra ser publicado.


Quem acompanhou este recurso viu o surgimento de essencialmente 2 tipos de web sites: aqueles com textos mais trabalhados, e outros com o tipo mais “meu querido diário”. Os donos destes primeiros, com o tempo, viraram profissionais. Jornalistas, escritores, colunistas. Seus sites tornaram-se web sites, colunas, páginas impressas por aí. Os do segundo tipo hoje são Twitters, Instagrams e, principalmente, postagens no Facebook. Sempre afim de ganhar alguns comentários.



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Atualmente, aquela lógica do Blogger de que “todo raciocínio merece um blog” não se aplica mais. Não pelo motivo de os pensamentos perderam teu mérito, contudo sim já que há opções melhores do que um site para os pensamentos mais fácil. Há o Facebook, o Twitter, o Instagram. O Medium, pois, não se propõe a ser uma plataforma de web sites, porém sim uma plataforma de textos. De ideias. Há uma diferença fundamental aí.


Dentro desta proposta, o Medium tem êxito principalmente pelo motivo de ele pega os ingredientes de um website, joga fora o que azedou e mistura todo o resto de um jeito bem novo, que faz muito sentido. No momento em que você faz o cadastro e começa a divulgar, você não tem um blog. Você não batiza com nome engraçadinho, nem opta URL esperta.


O “seu blog” é a tela acima, sem muita vaidade ou cercadinhos. Os textos são seus, sim, claro, assinados e com uma fotinho tua ao lado, no entanto ao mesmo tempo eles são do Medium. Da comunidade. Eles se misturam, se espalham. Com o objetivo de perceber melhor: sabe como num web site tradicional você tem categorias e tags? No Medium não há isso, há Collections. Elas são exatamente como categorias, mas com uma página bonitona pra abrigar todos os textos, e uma diferença capital: as Collections, por modelo, são públicas.


Ao fim de cada texto seu publicado no Medium, há 3 sugestões de textos relacionados. Essas sugestões não são necessariamente de outros textos seus. Do mesmo modo textos seus podem estar sendo sugeridos abaixo de outros textos que você nunca leu. Por isso, o sistema se encarrega de espalhar os textos, recomendando-os para as pessoas que ele confiar que vai encontrar envolvente fundado em outros textos que leu e recomendou.


Você ganha uma audiência qualificada e interessada que não teria de forma tão acessível se criasse um blog perdido usando o WordPress. Não existe um pedaço do Medium que não tenha sido repensado do zero pra entrar ao resultado atual. A interface de escrita é genial pelo motivo de ela não existe.


Você simplesmente escreve. Não há barras de ferramentas com múltiplas opções de formatação. À quantidade que você digita, o texto surge na tela exatamente assim como que ele aparecerá para as pessoas que for ler. É o ápice do WYSIWYG. As poucas opções que existem (negrito, itálico, dois níveis de subtítulo, blockquote e hiperlink) aparecem no momento em que você seleciona um trecho de texto - e somem então que você terminar de usar. A reinvenção dos comentários, que no Medium se chamam “Notes” e não ficam abaixo do texto. No momento em que você está observando um texto e passa o mouse sobre isto ele, aparece um anão balão de fala ao lado do parágrafo atual, e você pode clicar ali para deixar um comentário a respeito aquele trecho específico. Por modelo, esses comentários são privados.