Estrada Visconde De Taunay & Avenida José Veríssimo
A simpática Via Visconde de Taunay, no Méier, é usada, volta e meia, pelos jovens da localidade que andam de skate, bicicleta e patins. Era começo de um sábado e o tráfego pesado tão característico dos dias de semana dá espaço a uma calmaria quase utópica às ruas. Com a pista livre, um grupo de amigos criados em seus respectivos skates praticam manobras no asfalto liso do nanico aclive existente pela pequena e simpática Rodovia Visconde de Taunay. Eles vêm cautelosos ao acessar a Rua Carolina Santos, outra rua suavemente inclinada do bairro do Méier, pela zona norte. Eventualmente darão a volta pela quadra, aproveitando a liberdade de serem, de fato, os donos da rua.
E por isso começa a minha expedição por ali. Tal qual esses guris, comecei a montar minhas habilidades como ciclista sem rodinhas por estas bucólicas ruas do Méier, onde passei a infância. A Estrada Afonso Arinos, colada à Visconde de Taunay, era a mais emocionante de todas. Naquela data o seu ladeirão era sinônimo de adrenalina pra descê-la com meu par de patins roller. Ali aprendi a frear, à minha forma, e depois, com aquele pedaço de borracha que vinha pela divisão de trás da bota.
Aprendi a fazer curvas bem como, sem mencionar os estabacos, principalmente se a descida da Afonso Arinos fosse engatada com a ladeira subsequente da Rodovia José Veríssimo em direção à Avenida Dias da Cruz, a highway do Méier. Em primeiro momento, a esquina com a Rua Carolina Santos; ao lado, os jardins imensos, diversos deles floridos.
- Aplique água na barriga, pela face interna das coxas e nas almofadas das patas
- Esbarra na parede ou em móveis
- Iluina dos reis tavares falou: Trinta e um/01/12 ás 13:Quarenta e dois
- Saiba como modificar a cor do dado de uma planilha de acordo com teu valor
- Sueli disse
- noventa e três 08 "Camerando" 6 de abril de 2016
No lado das casas, os canteiros são menores e mais humildes. Acesse que o anúncio da presença de raticidas é bem perceptível. À direita, edifício residencial na esquina com a Estrada Afonso Arinos. Uma das grandes características desta localidade do Méier é o seu feitio renovador. Agora mesmo por intermédio da década de 90 os espaços vazios e poucos densos do bairro foram dando espaço a confortáveis condomínios nos moldes do da Barra, desses com varandões, modernosos. Algumas das casinhas típicas de subúrbio, prontamente mal preservadas na idade e pela inexistência de manutenção, são alvo acessível de construtoras que levantam ali moradias voltadas pra classe média e classe média alta da zona norte.
Se, por um lado, isso também coopera negativamente para o aumento do trânsito infernal nos acessos e saídas do Méier, por outro, há o lado positivo. Consiste em estar, continuamente, oferecendo ruas bonitas e ajardinadas no subúrbio, fração da cidade comumente conhecida pelos altos índices de urbanização e pouca arborização.
A Avenida Visconde de Taunay é um desses exemplos. Mesmo que seus prédios neste instante tenham mais de 20 anos, ela é verticalizada de um lado e inteiramente horizontalizada do outro. As casas são descomplicado diante de edifícios tão imponentes. Os jardins ficam do lado deles, sempre que menores canteiros em círculos improvisam, em tinta negra, o aviso de que há raticida por ali.
Mesmo desse modo, acredito que os grandes vilões de lá são os donos de cachorros, que não catam a caquinha dos seus mascotes. Aliás, todas as ruas da cidade são contempladas, não há exceção. Parafraseando uma placa jocosa que puseram pela Rua Goethe, em Botafogo (é mais ou menos dessa maneira): "Recolha as fezes do teu cão. O animal é ele, não você".
Replies