Espante A Sonolência Que Ataca Ao longo do Dia


Pouco tempo atrás, escrevi um post a respeito de as corridas de distâncias curtas e mencionei meu propósito para 2013: ocupar os 5K no tempo de vinte minutos. Uma meta que, se está um pouco distante da "elite", ainda é um feito e em tão alto grau para um atleta amador como eu, que tem que conciliar treinos com viagens, obrigações profissionais e (por que não? Indico ler um pouco mais sobre isso através do web site descubra aqui agora.is?G9kJqXu2Bd7rFK3GSXsLQhKIQRLKnR3LbvwC4Jbu2aY&height=238 Trata-se de uma das mais perfeitas referências a respeito esse tema na web. ) lazer.



Além do que, convenhamos, com os quarenta anos batendo pela porta. Os tempos acima representaram dois minutos a menos do que meus tempos de 2012, o que significa um bocado. Apesar de ter condições de entrar pela residência dos 19 min, o inverno neste momento está chegando e pretendo suprimir meus treinos. O objetivo do artigo não é vangloriar sobre o assunto as metas, no entanto sim compartilhar um tanto do discernimento que considero valioso para que cada pessoa persiga seus ideais.



Uma vitória se apresenta com obediência e um bocado de organização, mas existem alguns "insights" que funcionam e que as pessoas nem sempre percebem como são primordiais. Eu nunca quis perder peso além da medida e regressar àquele "físico de maratonista" - seco, esquálido, muito comum em corredores de avenida. Várias pessoas conseguem não ligar para esta finalidade, entretanto eu particularmente não acho saudável.



Porém, até 2011 eu perseguia numerosos ideais ao mesmo tempo: queria ser veloz nas provas e conservar a musculatura a todo o momento em dia, deste modo adotava uma rotina de ganho de massa muscular em conjunto com os treinos de velocidade. Eu não conseguia fazer bem uma coisa, nem sequer outra - a ocorrência de lesões e doenças de imunidade (gripes e resfriados) era frequente. No fim de 2011, a começar por uma das poucas ideias felizes do meu sócio Juliano (aguenta essa), resolvi dividir meu treinamento em ciclos.



Por não adorar de correr no inverno e ficar doente com periodicidade (Curitiba é uma cidade complicada pra treinos ao ar livre), a primeira providência que tomei foi variar meus treinos de apoio para setembro. Não vejo sentido em parar de correr em dezembro, como faz a maioria dos corredores, pois que o verão é uma data muito agradável para praticar exercícios.



Eu corro por entusiasmo e não preciso de férias da corrida, só dos treinos pesados. Ao longo da base, eu mantenho um treino de ganho de massa muscular suave ou média, que não compromete o rendimento. Em seguida, faço uma dieta pra secar gordura e aparecer ao nível mínimo no verão, para gerar eficiência no exercício. Logo após, do começo dos treinos pesados até o término das provas, musculação passa a ser um mero acessório para manutenção, com séries leves que não atrapalhem meus treinos e minhas provas.



Tudo é pensado e planejado pra privilegiar a corrida. Então, chego às provas com meu peso mais suave - normalmente em torno de 67kg - o que é bem mais do que pesa um atleta de elite, que poderá ter fonte do artigo 10 quilos a menos facilmente. O peso mais leve faz uma diferença brutal no funcionamento das provas. Proporcionalmente, eu poderia baixar ainda mais o peso e aprimorar meus tempos, entretanto, isso conflitaria com meus objetivos de saúde e equilíbrio.



Em junho, quando começa a esfriar com intenção de valer, inicio os treinos de hipertrofia com intensidade máxima, objetivando recuperar a massa magra perdida no decorrer dos treinos de corrida. Em setembro inicia-se um novo tempo. No decorrer do tempo, percebi que a maioria das pessoas subestima a credibilidade da nutrição e superestima a gravidade dos treinos.is?axW14lKtBquhBoR0yxflwGOaZqrJFAb28qja1NNJ7wk&height=240 Muitas comem como "acham" que necessitam, evitando nutrientes fundamentais em troca de dietas tolas ou mesmo comendo sem critérios adequados.



Uma parcela dos atletas treina sem superior comprometimento ou pior do que isso, treina exageradamente, quatro ou 5 vezes por semana, em sessões extenuantes que dificultam a recuperação do corpo. Overtraining aliado à má nutrição é receita certa pro fracasso. Vários se surpreendem ao saber que eu nunca treinei mais do que 3 vezes na semana, no momento em que não só duas, por motivos que irão de viagens até clima.




  • Um colher (sopa) de folhas de boldo

  • Português de Brasileiro

  • Exercícios físicos

  • 2 morangos picados



Treinar na esteira não é uma opção, pois que considero fundamental o treino de avenida, particularmente pra perseguir metas agressivas. Ademais, meus treinos em 2013 incertamente passaram de 5km por sessão no decorrer do momento de performance. Entretanto, o segredo pra treinar insuficiente é aproveitar intensamente cada treino, doar tudo de si. Uma alimentação controlada é necessária, ingerindo carboidratos, proteínas e nutrientes na proporção recomendada e nos horários corretos. Fim de semana é possível relaxar com a alimentação se no decorrer da semana ela for correta, o que não significa passar fome, pelo oposto, alimentar-se de forma perfeito é ingerir bem. A suplementação com proteína e outros componentes bem como é feita cuidadosamente e ante indicação médica.



Assim, naturalmente (sem recorrer a drogas) é possível atingir o máximo de rendimento do corpo. Ao mesmo tempo, a imunidade se mantém alta, evitando doenças. Negligenciar a suplementação, por outro lado, não repondo o desgaste nos horários devidos, torna muito fácil a queda da imunidade. Desta forma, o que vários atletas não percebem é: comer corretamente e treinar com competência (não quantidade) são dois requisitos básicos para quem ama exercícios.