Emagreça Com O Poder Do Cérebro

Reduza o peso Com O Poder Do Cérebro


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Um dia insatisfatório no trabalho, uma luta com o namorado, o trânsito infernal, a inexistência de dinheiro e até os números da balança que insistem em acrescentar. Diante desses e inúmeros outras dificuldades do cotidiano, instintivamente teu cérebro podes direcionar você a combater o estresse com uma questão que a fará se sentir melhor: comida! Outras pessoas reagem aos diversos desafios da existência sentindo ansiedade, agitação, horror, preocupação e desorganização.


É o que chamo de 'comedores emocionais’, eles fazem uso o alegria e a distração de ingerir para aliviar-se e acalmar-se. A comida é usada como uma droga pra combater a amargura. O sistema límbico é a área do cérebro onde residem algumas das estruturas que regulam amargura, temor, raiva e a tristeza. Esta área pré-frontal é ‘defeituosa’ em várias pessoas que abusam do excedente de comida”, explica. Em entrevista exclusiva ao Delas, Georgia Andrianopoulos explica seus conceitos sobre perda de gordura.


G: Qual é a dificuldade das dietas? Georgia Andrianopoulos: Elas não são nada mais do que um "freio" (como em um carro) que usamos para desacelerar. Incontáveis estudos têm apresentado que as dietas não são eficientes pela gestão de peso em enorme tempo. Mais de 90 por cento das pessoas que perdem peso com dieta recuperam tudo o que perderam em menos de 5 anos. G: Se as dietas atacam somente os sintomas do excedente de peso, quais seriam as causas? Georgia Andrianopoulos: A raiz da gula e da obesidade reside em uma frase chamada desequilíbrio. É o mau funcionamento dos mecanismos que normalmente nos mantêm em um peso normal. Estudos têm identificado abundantes destes mecanismos regulatórios que dão incorreto.


Um modelo acessível: consumir tem que provocar a liberação de insulina, que por tua vez, necessita “desligar” o botão “comer” do seu cérebro. Todavia, em alguns indivíduos os mecanismos responsáveis na detecção de insulina perdem tua sensibilidade e não acionam o botão “desligar” para a pessoa parar de consumir. Cada demanda excessiva ou traumática podes desregular uma área do cérebro fazendo com que ele passe a funcionar de forma hiper ou hipo ativa, provocando exageros.


Essa procura poderá ser representada por um enorme histórico de horror, tensão ou irritação com o marido ou esposa, colegas de trabalho ou com os altos e baixos da existência. É desta forma que dá certo: o cérebro desencadeia um jeito que produz entusiasmo para contrabalançar o perigo. Por que nós escolhemos ingerir em detrimento de novas atividades prazerosas como sexo e afeto pra contrabalançar a ansiedade? Já que ingerir é um feito acessível a cada momento, é rapidamente, barato e pode ser feito sozinho.


G: Que outros motivos são capazes de transportar uma pessoa a ingerir sem necessariamente ficar com fome? Detalhes e novas informações a cerca disso que estou compartilhando neste post pode ser encontrados nas outras paginas de noticias por aqui Acontecendo nesta página .Georgia Andrianopoulos: Existem muitos, no entanto queremos citar alguns como ver de perto anúncios de comida, estar em lugares como enormes quantidades de comida, espiar os outros comendo, ter várias opções de alimentos à dedicação (self-services, por exemplo) e viver emoções negativas. O mais respeitável é ter consciência de que as pessoas se tornam viciadas no entusiasmo que a comida traz.


  • Dois colheres (de sopa) de castanha do pará processada
  • um fatia de blanquet de peru
  • Colabora na prevenção de dificuldades pela coluna vertebral
  • Um dia de cada vez
  • Perda de peso durante aleitamento

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Não há diferença alguma na química cerebral de alguém que é viciada em cocaína, álcool ou comida. G: A reprogramação do cérebro socorro a pessoa a amparar hábitos de vida mais saudáveis e perder gordura? Georgia Andrianopoulos: Nos Estados unidos, nós, profissionais da saúde, temos essa tristeza com o combate à obesidade imediatamente desde os anos 50. A dificuldade é que desde lá não conseguimos auxiliar as pessoas a seguir hábitos de vida saudáveis. Isto porque a questão está precisamente em concentrar-se na reeducação do cérebro e torná-lo mais apto, pois assim fica menos difícil fazer com que as pessoas sigam escolhas saudáveis e percam peso.


Em vez de focar em dietas e alimentação, nosso intuito é o cérebro. Nós devemos dar o que ele tem que pra se tornar mais potente e apagar o teu vontade de consumir demais (na verdade, ele se equilibra de modo a combater todos os exageros em qualquer área da existência). G: Que outras descobertas a senhora tem feito sobre isto obesidade?


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Uma preocupação que vem sendo tema dos meus estudos são as evidências de que os alimentos que causam obesidade em mães bem como acabam desregulando os cérebros das garotas que estão por nascer. Estas criancinhas nascem já com uma propensão ao desejo por alimentos gordurosos e doces. Outros trabalhos sinalizam que há uma ligação entre excedente de peso e função cognitiva ou intelecto. Quanto mais obeso o sujeito, pequeno o funcionamento cognitivo.


Pela dieta mediterrânea, a alimentação é mais natural. Impede-se comidas industrializadas, colocando em seus lugares os alimentos naturais e frescos. Como foi dito, os alimentos naturais e frescos são essenciais para que exista uma melhora na saúde. Frutas, legumes e verduras são de extrema importancia para que a dieta funcione. Na dieta, é preferível que caso não sejam consumidos crus, os legumes precisam ser preparados no vapor, pra que não haja perda de nutrientes.