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Da eleição de Donald Trump até a crise catalã, passando pelo Brexit, as acusações de interferência do Kremlin em questões internas ocidentais aumentaram no último ano os temores provocados por hackers, trolls e meios de comunicação estatais russos. As primeiras acusações contra a Rússia surgiram com o ataque aos servidores do Partido Democrata americano em 2016 e aumentaram após a eleição Trump, revelando o imenso leque de ferramentas utilizadas a serviço dos interesses do Kremlin.



Poucas semanas antes, a rede social Twitter proibiu o RT e a agência de notícias pública russa Sputnik de publicar assunto patrocinado, sempre que Facebook e Google prometeram guerrear contra a "desinformação" de Moscou. A ameaça preocupa em todas as partes: o governo espanhol indica "manipulações" procedentes da Rússia pela queda catalã, analistas britânicos observam sinais de interferência russa no Brexit e cresce o temor de interferências do Kremlin em outras eleições.



O Kremlin denuncia energicamente o que chama de acusações "histéricas", "ridículas" e "sem razões", alimentadas pela "russofobia". E espera provas concretas. Após assumir que havia perdido a "luta midiática" ao longo do passageiro conflito contra a Geórgia em 2008, a Rússia fez todo o possível para montar teu poder de atração.



Os esforços resultaram em meios de intercomunicação em muitos idiomas estrangeiros: o canal Russia Today, que virou RT, e a agência de notícias on-line Sputnik. A missão oficial dos braços mediáticos do Kremlin é expor no exterior o ponto de visibilidade de Moscou, principlamente a respeito de perguntas que provocam tensões com os ocidentais, como usar a internet com segurança Síria ou Ucrânia. Em 2014, uma nova ferramenta de influência, mais secreta, apareceu nos meios russos: a "fábrica de trolls" de São Petersburgo.



A empresa, cujo nome oficial é Web Research Agency e que de acordo com a imprensa estaria vinculada ao serviço de inteligência do povo, possivelmente alimenta milhares de contas falsas nas mídias sociais pra intentar influenciar a avaliação pública. Apesar dos esforços de Moscou, seu poder de interferência e sua competência de ação continuam limitados.



Autoridades americanas recordaram que os conteúdos divulgados por meio da Rússia e o dinheiro gasto ao longo da campanha eleitoral representam somente uma pequena quota do curso de informação e do orçamento total dos candidatos. No Facebook, os russos gastaram cem.000 dólares antes e depois das eleições nos EUA, contra oitenta e um milhões desembolsados por Hillary Clinton e Donald Trump nas mídias sociais. Soldatov, para quem os russos utilizam essencialmente métodos que necessitam de poucos recursos como o roubo de senhas. Ele assim como relativiza o sucesso da Rússia na competição de dado. Entretanto, segundo ele, outros países poderiam despencar pela tentação de utilizar técnicas idênticos no futuro.



Existe um mito que diz que os Web sites não atraem diversas pessoas. A Reuters, em sua unidade de pesquisa na Instituição de Oxford, fez uma busca em incalculáveis países e constatou que, oitenta e um por cento dos internautas brasileiros lêem regularmente Web sites, Listas e Postagens. Acima dos Estados unidos, da França, da Alemanha e do Reino Unido. Ou seja, ofereça sugestões que os usuários irão ingerir. O site da Indiga é uma prova disso: todo o avanço orgânico veio única e exclusivamente do site e do exercício das redes sociais e nos últimos 6 meses, cresceu 114%!







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Utilizando da forma correta, oferece pra montar uma base de seguidores fiéis. Acesse tais como o tema publicado pela Trulia no Facebook. Videos, dicas, guias, todos de atividades que interessam a quem adora decoração, móveis e imóveis. Atividades puramente B2B também são capazes de ser potencializadas nas mídias sociais. A GE Aviation, que fabrica turbinas de aviões, consegue taxas de engajamento muito boas.



Com quase 17.000 likes, um acessível artigo conseguiu 487 likes e 119 shares. Isso é o novo "boca a boca". Só metade das organizações de "Alojamento e Alimentação", como o TIC chama hotéis, pousadas, restaurantes e idênticos, possuem perfis nas redes sociais. Deste segmento, estar fora, é um extenso defeito.