Em Macaé, Cães E Gatos Sofrem Com A Crise Econômica
Além dos reflexos econômicos, como demissões e suspensão de contratos, os efeitos da incerteza da Petrobras nos municípios fluminenses têm afetado até já cachorros e gatos domésticos. Em Macaé, polo petrolífero a 180 quilômetros do Rio, organizações não governamentais detectaram acrescento pela quantidade de animais, alguns de raça, abandonados nas ruas da cidade nos últimos meses.
Cães das raças golden retriever, poodle, labrador e até um pitbull foram resgatados nas últimas semanas pelo grupo Mascote Animal. Com ao menos 120 cães e gatos ante seus cuidados, os 8 voluntários da ONG prontamente não têm espaço pra abrigar mais bichos. Rejane Esteves, de 34 anos, voluntária do Mascote Animal. Estudante de Biologia, Rejane abriga 15 animais em moradia. Segundo Rejane, diversas pessoas se instigam com os animais abandonados, entretanto procuram a ONG por não saber o que fazer.
A psicóloga Fátima Cardoso, de cinquenta e nove anos, abriga quinze cachorros na sua casa e cuida de quarenta animais distribuídos em espaços cedidos por algumas pessoas, os chamados lares provisórios. Integrante da ONG Pró-Animal Macaé. Após o tempo sob cuidados nos lares provisórios, os animais são oferecidos pra adoção. Fátima, que há mais um menos 10 anos recolhe animais das ruas. Todos os custos com ração, medicamentos e castração são arcados pelos próprios voluntários. Feiras de adoção e mutirões de castração mensais têm sido efetuados pelo grupo Mascote Animal e na Pró-Animal Macaé pela cidade.
Um abraço. --André vinte e dois:28, 5 Jun 2005 (UTC) Note que foi somente para manter a coerência e a padronização com os além da conta artigos relacionados com municípios portugueses. Deste modo, se o título já está desambiguado (i.e., não há colisão) aproveite-se este facto pra evitar os tão feios parêntesis das desambiguações - a toda a hora que possível. Se me haver um exemplo onde esse critério (excepcional) está aplicado, eu coloco nesse lugar.
Renovo o meu abraço albicastrense. Agil, muito obrigado por reunir as marcas conhecidos em Portugal no postagem. Aspiro saber que besteira fiz com intenção de não fazer mais uma vez! Com o intuito de não fazer de novo, entendes? P Depois, mais prática minha que convenção (penso eu), os termos em línguas que não a portuguesa, das tuas uma: ou levam "aspas" ou ficam em itálico (pro leitor perceber que é uma língua estrangeira muito rapidamente).
Eu prefiro a última. É quinta-véspera-de-feriado. Que fazes na wikipédia? Ah, esqueci-me doutro aspecto. Existe uma tabela de páginas órfãs onde são listadas as páginas que não são referenciadas por nenhuma outra. Para impossibilitar que as páginas de desambigução (agora agora, não precisam de classe, pelo motivo de a marcação automaticamente categoriza) apareçam como órfãs, existe uma lista de páginas de desambiguação. Nuno Tavares ✉ 00:Cinquenta e seis, dez Jun 2005 (UTC) Hey, Agil!
- É considerado um dos melhores cães para ficar no colo
- 5- Quando o exagero poderá fazer mal deste modo
- Acaba com os latidos, uivos e miados excessivos que ocorrem por ocasião do cio
- quatro por cento - Minas Gerais
- 1 Favor contribuir com sua compreensão
- vinte e um/01/2018 10h35 Atualizado 21/01/2018 10h35
- Passar da validade proposta pela fábrica
Se a classe escritores portugueses imediatamente está incluída em portugueses, é redundante aparecerem as duas categorias no postagem. Sim - é isto mesmo - a categoria portugueses, em suposição, fica bem vazia. Apenas com subcategorias é o perfeito (a não ser que a pessoa se tenha notabilizado apenas por ser portuguesa!! LOL).
Resido em Lisboa entretanto nasci pela Guarda e tenho familia em Malpartida. É só esperar eu terminar de fazer as coisas. Como diria Jack the Ripper, precisamos fazer as coisas por partes! Escreve-se "árcticas" em Portugal e "árticas" no Brasil. Por sinal, eu agradeceria se o pessoal de Portugal pudesse certificar algumas dicas do tema porque, como eu não sei como são as piadas "habituais" portuguesas, na maioria dos exemplos falo só do Brasil.
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