É Como Se Tivesse Chumbo Em meus Pés", Diz Ex-sambista Com HIV

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Se eu não tivesse a cabeça legal, acho que de imediato tinha morrido". Ela é uma negra elegante, de organismo sem miséria ou excesso, pronto pro samba. Dizem que eu pareço a Sandra de Sá. Que pois Sandra (nome fictício), que a todo o momento teve agradável humor, conta que neste momento bebeu, prontamente fumou e de imediato dançou muito.



No entanto, por questão de saúde, teve de parar. O cigarro e o álcool não lhe executam mais inexistência. A ginga, mas, é o que tira pedaço da mulher de 41 anos. O culpado está nos olhos amarelados, nas mãos e nos pés de cor mais escura, na anemia que emperra as duas pernas e nas contas de um vírus que abriu as portas para isso tudo: o HIV.



Existe um ano e meio, Sandra enfrenta uma anemia megaloblástica (doença causada por falta de vitamina B12 no corpo). Há 2 descobriu que é soropositiva. E há três - talvez 4 ou cinco - possui o vírus no corpo humano. No momento em que uma pessoa se infecta, a Aids poderá conduzir 10, quinze, 20 anos até se elaborar. Talvez nunca se manifeste. No caso de Sandra, a doença começou a causar dificuldades há um ano, no momento em que ela sofreu uma parada cardíaca. Não queria que a doença atrapalhasse meu rendimento no serviço.



Só que comecei a ir mal. Após a parada cardíaca e da internação de 15 dias, Sandra deu começo ao tratamento com os antirretrovirais, medicamentos que dificultam a multiplicação do vírus no organismo. No entanto a terapia causou a deficiência de vitamina B12, desencadeando a anemia megaloblástica. É a chamada doença oportunista, que se aproveita da Aids pra se instalar.



Ademais, Sandra enfrenta outra dificuldade chamado de cianose, que ocorre por falta de oxigenação no sangue, deixando-o mais azulado. É desse modo que a extremidade de tuas mãos e seus pés tem uma coloração mais escura. Isso tudo deixou Sandra com dificuldades pra caminhar, em licença-saúde no serviço e com dormência no samba. Ela diz que a doença mudou tua vida. Mudou porque eu amo de dançar e eu não consigo dançar mais.



Não consigo continuar solta e tenho problemas pra respirar. É como se tivesse chumbo em meus pés. Contrário de Sandra, Álvaro (nome fictício) neste momento superou as doenças oportunistas: uma tuberculose e uma pneumonia. No momento em que procurei o médico eu estava morrendo. Há dois anos, as duas doenças o fizeram emagrecer quatrorze kg e quase o mataram. Foi quando o homem de trinta e oito anos descobriu que tinha o HIV. Ele diz que se infectou no momento em que se relacionou com "uma mulher lineshake funciona de outra cidade".



O cálculo dele - e dos médicos - é de que esteja com o vírus há mais de 15 anos. Desse tempo, Álvaro foi casado por uma década e teve uma filha. Nenhuma das duas domina da doença. Eles se separaram há quatro anos e ela se casou novamente. Ele não sabe se um dia vai comprovar tua situação para a ex-mulher. Ao ser questionado sobre isso os motivos, Álvaro hesita e diz que está "tentando tocar a existência". É sendo assim: eu sinto que ela poderia ter feito algo pra salvar nosso casamento.



E ela não fez absolutamente nada. O homem franzino e humilde deixou pra trás uma pneumonia e uma tuberculose, conseguiu a liberação dos médicos pra retomar o serviço e nesta hora planeja uma poupança pra filha. Apesar disso tudo, Álvaro não conseguiu se afastar do rancor, que se aproveita da aflição e do pânico para se instalar.



Quando estou perto de uma pessoa espirrando, eu já fico resfriado. Se estou perto de alguém com mau cheiro pela boca, pego inflamação pela garganta. Hoje eu tenho muito medo das pessoas, pânico de elas me transmitirem algo. Se Sandra, por um lado, confessa não ter susto da reação das pessoas, Álvaro teme ficar isolado. Ele tem tal pavor de uma gripe corriqueira quanto de ser rejeitado. Não contei com o intuito de ninguém porque não almejo que fiquem com pena de mim, que me tratem com desinteresse, que tenham medo de me machucar.



Se eu conto pra minha ex-mulher, tenho certeza que ela vai sair espalhando. E alguns vão se arredar. Esse é meu superior pânico. Desde que descobriu a doença, Álvaro foi morar em uma casa mais perto da família. Diz que aprendeu a desejar mais dos parentes e a não imaginar só em si.




  • 1 colher de sopa de requeijão light

  • Use a chia na cobertura de bolos

  • Reduza a gordura com a dieta da aveia

  • Massa integral - bem mais fibra que as massas normais

  • Perder peso de forma saudável e aprimorar a tua maneira física

  • Acrescente mais fibras ao cardápio

  • Dançar. Procure movimentar bastante as mãos e pernas



Porém, pra Álvaro, ficar próximo é primordial já que ele imagina que, brevemente, prontamente não vai mais estar. Não há dúvida que tenho insuficiente tempo de existência. Imediatamente vivi 17 anos com o vírus. Isto é muita coisa. Com exceção de uma das irmãs, nenhum parente ou camarada conhece sua sorologia.



Álvaro carrega o vírus quase sozinho. Eu preferi ficar um pouco à cota. Diferente de Álvaro, Sandra não se afastou, não escolheu permanecer à quota. Ela desafia com molejo as fofocas dos curiosos que se aproximam para vasculhar a sua existência. Isso não é problema para ela. Os três filhos do primeiro casamento sabem da doença. O pai, a irmã e os irmãos, além dos amigos mais próximos, também.




Acabei de me lembrar de outro blog que assim como poderá ser benéfico, leia mais infos por esse outro postagem Clique No Link, é um prazeroso blog, acredito que irá querer.