Displasia Coxofemoral Em Cães

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Neste momento conversamos nesse lugar no Web site do Cachorro sobre o assunto claudicação, isto é, dores ocasionadas por numerosas doenças ósseas, lá falamos um tanto sobre isto displasia coxofemoral, mas é um tema que merece um pouco mais de dado. Brasil, no momento em que bons criadores tentavam aperfeiçoar sua linhagem de cães de raça, fazendo importações. Todavia com a intervenção de bons criadores por aqui no Brasil, hoje temos conseguido eliminar uma quantidade significativa desse defeito que acomete cães de todas as raças, sexo ou idade. A displasia coxofemoral é uma das doenças ósseas mais comuns em cães e influencia milhões de cachorros em todo o mundo.



Conforme a doença progride, as articulações do quadril do cachorro começam a degenerar, causando aumento da angústia e problemas de mobilidade pro cachorro. Se a displasia não for diagnosticada e tratada, o cachorro afetado por este problema, acabará incapacitado de locomover-se com suas patas traseiras além é claro de sofrer dores bem desagradáveis. Contudo, a enorme maioria dos cães com displasia da anca podem transportar uma existência plena e ativa, principalmente se a doença for diagnosticada precocemente e o tratamento adequado for administrado e mantido por ventura para o resto de sua vida. O que é displasia coxofemoral?



A displasia coxofemoral assim como popularmente conhecida como descadeiramento, ou displasia pela anca é uma má geração das articulações que unem as pernas traseiras do cachorro com sua cintura pélvica. Estas más formações costumam gerar dor e problema de se locomover. A displasia coxofemoral pode ser suave, gerando desconforto fraco, ou pode ser enérgica gerando dores e artrite.



  • Cansaço frequente

  • Você presta atenção no rótulo dos alimentos que dá ao teu cão

  • 0 de cinco

  • 2 colheres de sopa de farinha láctea

  • Quantos sintonizadores de piano existem no mundo todo

  • dez passos para oferecer banho em bichos

  • Respiração acelarada (hiperventilação)

  • Ago.2014 - Filhotes de leão branco com a mãe, a leoa Nikita Jean-François/AFP


Esta condição é causada por uma frouxidão de uma articulação pela pélvis, que tem que ser apertada. Se a articulação do quadril não estiver pela posição necessita e não inserir corretamente, a fricção provoca a degeneração das articulações, o que acabará levando à perda de atividade nas articulações do quadril. Alguns cães podem nascer com displasia coxofemoral, como citei previamente, em consequência a uma predisposição genética herdada de seus pais, é um distúrbio complexo, com múltiplos genes envolvidos. Dessa maneira, não é algo com facilidade erradicado de uma raça ou linhagem típico, precisa de um trabalho severo por parcela dos criadores.



Este serviço de entrecruzamento envolve exames radiográficos detalhados dos exemplares machos e fêmeas de imensas gerações. Os fatores ambientais assim como conseguem causar a displasia coxofemoral. Cães são como meninas e precisam ser acompanhados o mais de perto possível, principalmente pela época de desenvolvimento, mesmo um baixo tombo sem seriedade precisa sempre ser checado. Suave a toda a hora teu cachorro ao veterinário, caso ele apresente cada problema ao andar. Os primeiros indícios de displasia coxofemoral geralmente poderão ser observados entre os 4 e seis meses de idade.



No caso de displasia em filhotes de cachorros, ocorre uma frouxidão da articulação que se desenvolve durante o avanço do cão. Displasia Coxofemoral Congênita: no momento em que o cachorro nasce com o problema e desenvolve os sintomas precocemente, esta displasia coxofemoral será observada a partir dos 4 meses até 1 ano de idade, sem histórico de trauma ou cada outro agravante. Caso observe alguma diferença no ir a pé de teu cachorro, é interessante que você esteja ciente que os sintomas dependem do grau de frouxidão das articulações, do grau de inflamação das articulações, e da degeneração presente nelas. Assim como não é incomum que os níveis de agonia que um cachorro apresenta esteja correlacionado com o progresso da doença. Existem animais que apresentam um nível de displasia coxofemoral suave e mesmo deste jeito, apresentarão aflição extrema.



E bem como não é incomum que alguns cachorros que apresentam displasia rígida possam nos dar a impressão de estarem lidando muito bem com a displasia. Diagnóstico da displasia coxofemoral - Como diagnosticar um cachorro displásico? Eventualmente, teu veterinário irá avaliá-lo em uma consulta inicial, vendo suas articulações e verificando se existem indícios concretos de frouxidão das articulações dos quadris. Que como de imediato observamos aqui é um potente indicativo de que o animal apresente qualquer nível de displasia coxofemoral.



E se no caso, seu cão for um filhote, esse será assim como um indicador precoce da doença. No entanto, se seu cão for um animal mais velho, porventura seu veterinário irá buscar no cachorro uma perda de músculo nos músculos da coxa e assim como uma ampliação dos músculos do ombro (devido à contrapartida muscular). O principal teste de avaliação é o de frouxidão e dessa forma por ventura será necessário sedar o cão pra que o veterinário consiga manipular a articulação do quadril, sem causar dor ao cachorro. Depois de estes exames clínicos, caberá ao médico resolver se é preciso a confirmação a partir de uma radiografia coxofemoral.



Segundo a escola Brasileiro de Radiologia Veterinária, o diagnóstico de displasia conclusivo só pode ser obtido após 24 meses de vida do animal, devido ao fim do progresso do cachorro. Exames realizados em animais mais jovens deverão por tal ser repetidos pra que se obtenha um laudo definitivo. Fêmeas gestantes, não podem realizar este exame uma vez que será capaz de prejudicar a geração dos filhotes. Fêmeas que tiveram filhotes há menos de 30 dias, bem como não deverão fazer esse exame por causa sua ossatura ainda não ter voltado ao normal. Deste jeito, o único diagnóstico preciso capaz de diagnosticar a displasia coxofemoral só será capaz de ser obtido a partir de uma radiografia coxofemoral, que necessitará ser consumada com o cachorro anestesiado. Para fazer esse exame, o animal necessitará estar em jejum e ficará completamente imóvel e esticado. Por este fundamento é preciso sedá-lo.



Esta é a única forma de saber precisamente se o seu cachorro tem displasia, já que como neste instante comentei neste local, há cães com displasia rígida que não apresentam nenhum sintoma e cães com displasia bem discreta que apresentam sintomas rigorosos. O raio-x irá nos fornecer pontualmente o detalhe a respeito do avanço da degeneração e bem como se esta degeneração poderá ter afetado a medula espinhal do animal. No momento em que um animal detém um agravamento pela medula espinhal, presumivelmente ocorrerá uma descoordenação dos membros, que será capaz de gerar uma complexidade severa ao andar e até já paralisia, perda de equilíbrio e outras condições associadas. Seu veterinário bem como poderá requisitar o perfil químico no sangue do cachorro que incluirá um hemograma completo e painel de eletrólito e urinálise. Por tudo isso é a toda a hora muito sério ao adquirir um cachorro, comprar toda o detalhe possível a respeito tua linhagem e a respeito da condição física de seus pais.



Cada fato que você possa fornecer aos médicos sobre o seu animal será benéfico pro diagnóstico. No entanto, não esqueça que mesmo que você tenha sido muito cauteloso pela hora da compra de seu cachorro, pais totalmente livres de displasia coxofemoral, não estão isentos de produzirem filhos com algum nível de displasia.



Quanto mais cedo a doença for diagnosticada, melhor as opções de tratamento acessíveis. Ou seja, quanto mais tempo demorar pra diagnosticar um cão com displasia coxo femural, mais a degeneração das articulações irá progredir. Piorando as oportunidades de inibir a degeneração. Tratamento da displasia coxofemoral - Como desejamos tratar um cachorro displásico? Os tratamentos são capazes de ser medicamentosos ou cirúrgicos dependendo da gravidade da doença.