Dependendo Da Companhia E Do Destino


Foi assim que a turista, de Porto Animado (RS), descobriu que botar um animal em um avião não é nada descomplicado. Depois, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a Infraero (Organização Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) e o Ministério da Agricultura estabelecem uma série de normas para o transporte de animais domésticos, como cães e gatos (encontre outros bichos abaixo).



Os veterinários alertam que aves, tais como, são muito suscetíveis ao estresse. Neste instante tartarugas e répteis sentem menos o encontro do voo. Vale consultar um especialista. Ademais, os fundamentos variam em cada companhia aérea e há restrições particulares pro ingresso de animais em incontáveis países. Dependendo do tipo e do tamanho do animal, ele pode receber autorização para ser levado no porão das aeronaves ou perto com os passageiros.



Como esse serviço não está incluso no valor da passagem e cada companhia tem suas particularidades, é essencial que o turista consulte, com antecedência, os websites das áreas ou os telefones de atendimento ao comprador. O embarque do animal é autorizado mediante a apresentação de uma série de documentos, como atestado de sanidade e condições físicas do bicho, assinado pelo veterinário, e carteira de vacinação atualizada, com comprovação de vacina múltipla, antirrábica e tratamento anti-helmíntico. Dependendo do porte e da raça do cachorro, ainda é preciso que ele use focinheira pela área comum do aeroporto.



Cães e gatos muito filhotes, com menos de 3 meses não podem embarcar. Fêmeas no cio bem como não são permitidas. Em geral, os animais menores (aqueles que perto com a gaiola pesam até 10 kg) podem viajar com seus donos. Os demasiado têm de ser despachados no compartimento de cargas, e o transporte está sujeito à disponibilidade de cada voo (em geral, são apenas 2 animais por voo).







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Assim, é preciso fazer uma reserva com pelo menos 24 horas de antecedência ao embarque. A Gol impossibilita o embarque de animais de focinhos curtos. A medida foi tomada em setembro de 2011, depois de um cão da raça pug passar mal e morrer após esperar dez horas pra embarcar (visualize abaixo).



Veterinários explicam que raças com este tipo de focinho possuem complexidade de respiração. Nos cães, a troca de temperatura ocorre apenas pela respiração, durante o tempo que em nós é pelo suor. Nesta categoria estão boston terrier, boxer, buldogue, cavalier king charles spaniel, chow chow, dogue de bordeaux, grifon de bruxelas, lhasa apso, pequinês, pug e shih tzu. Pra voos internacionais, os critérios em geral são as mesmas.



Dependendo da companhia e do destino, as restrições conseguem variar em ligação, por exemplo, a vacinas. Para tua emissão, são necessários atestado de saúde assinado por um veterinário e carteira de vacinação em dia, além dos documentos exigidos pelo nação de destino para o trânsito de animais. Os cães guia têm trânsito liberado nos aeroportos, viajam sem focinheira e junto ao seu dono.



Pra embarcar, necessitam ter carteira de vacinação atualizada, com comprovação de vacina múltipla, antirrábica e tratamento anti-helmíntico. Em voos internacionais, assim como é obrigatório o CZI. Eles são transportados sem custo e viajam em um recinto próximo ao dono, na primeira fileira. Para tal, a corporação necessita ser avisada com antecedência. Pela Combinação Europeia e no Japão, como por exemplo, é exigido, além do CZI, que os animais estejam com um chip de identificação contendo informações como idade, raça, sexo e o nome do proprietário.