Cuidados Com A Alimentação Pela Rua: Nutricionista Andrea Santa Rosa Dá Dicas
No verão, período em que diversas pessoas aproveitam para tomar férias e descansar, os lugares mais escolhidos são: praias, parques e cachoeiras, devido ao calor da estação. Quando pensamos nestes locais, sabemos que as opções pra se alimentar não são as mais saudáveis, não é verdade? E logo imediatamente lembramos de delícias como, porções, espetinho de camarão, cachorro-quente, pastel, coxinha, queijo coalho, sorvetes.
São tantas opções saborosas, que esquecemos do risco que corremos com estes alimentos. E, diversas vezes por não ter novas alternativas, as pessoas acabam aderindo às refeições comercializadas pela avenida. Agora, é necessário tomar os cabíveis cuidados, pois que a pressa do cotidiano nos leva a hábitos alimentares que podem colocar em traço a nossa saúde.
- 5 Órgãos sensoriais
- Eliane Berteli falou: 30/01/12 ás 23:03
- FARID MAALOULI argumentou
- cinquenta e seis "O complô de Freeza se desfaz" Quem Rirá Por Último? Um de Agosto de 1990
Ao consumir em barracas na rodovia ou em vendedores ambulantes é preciso se ter em mente os cuidados da preparação e manipulação daquilo que vai direto pro seu estômago. Então, a importância dos cuidados na conservação e o risco de contaminação não devem ser ignorados, mesmo quando a fome estiver apertando.
Algumas pessoas, por desprezar estes perigos, sofrem de intoxicação alimentar, principalmente no tempo do verão, com as altas temperaturas que tornam os alimentos ainda mais suscetíveis a estragarem ligeiro. A intoxicação ocorre no momento em que o alimento consumido não foi acertadamente cozido ou higienizado. Os sintomas podem mostrar-se até três dias depois da ingestão, com dores fortes de barriga acompanhadas de vômito e diarreia.
E essa ocorrência podes cessar com as férias de qualquer um. Assim, verifique as condições de higiene do recinto antes de ponderar em escolher cada alimento. O Ministério da Saúde alerta aos turistas pra que consumam apenas alimentos frescos, que possuam um miúdo teor de gordura, açúcar e sal, que sejam limpos e guardados de forma adequada (principalmente os alimentos que devem estar em ambientes refrigerados).
Outra precaução é evitar alimentos crus ou malcozidos, principalmente os frutos do mar. Pro consumo pela praia, são indicados alimentos que não estraguem com o calor e que possam ficar armazenados em caixas térmicas. Outra dica muito interessante e o segredo pra não estragar o passeio com a família ou amigos é planejar antecipadamente quais alimentos transportar e como prepará-los ou armazená-los da maneira correta.
Deste modo, conduzir seus petiscos de casa pode ser uma interessante opção, dessa forma você não terá preocupação quanto às condições higiênico-sanitárias do alimento. Além do mais, podes tornar seu passeio mais barato e mais saudável. E lembre-se de optar a toda a hora por alimentos frescos e leves, como frutas, sucos e sanduíches naturais. Andréa Santa Rosa Garcia é nutricionista com tema em Nutrição Funcional, que tem como base não só a contagem de calorias, contudo o que o corpo humano realmente necessita. Criadora do programa online Existência Funcional, Andrea é ainda associado do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Institute for Functional Medicine (Estados unidos), e também ser pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional, em Fisioterapia Clínica Funcional e Nutrição Ortomolecular.
Ainda segundo a nutricionista, o brasileiro ingere cerca de 45 quilos de carne e processados por ano, o que representa menos de cem gramas por semana. Contudo este consumo não está ameaçado. Para o especialista em varejo Marco Quintarelli a notícia não tem que gerar um encontro negativo no mercado. As pessoas se valem da ligação custo-benefício. Desse jeito as pessoas trocam mesmo um artefato por outro pelo motivo de é mais barato, diz. Por outro lado, a notícia pode gerar um efeito positivo. Ele complementa que a novidade pode levar a indústria alimentícia a fornecer produtos menos perigosos, com pouco sódio e nitrato, substâncias presentes nos embutidos.
Preciso muito da tua socorro, porque sei que toda vez que chove ela sofre muito. Thiago comentou:Olá Doutor Pet, tenho um poodle de dez meses e ele morde tudo nesse lugar em casa, inclusive as pernas das cadeiras.E quando as pessoas chegam em casa, ele fica desejando morder os pés. Como eu devo agir pra que ele pare com este vicio? LUCY RIBEIRO DOS SANTOS disse:Oi Dr Pet, meu nome é Lucy e tenho um beagle que se chama sherlock, tem 7 meses e neste momento é um terrorista.
Rosana da Silva argumentou:Oi doutor Pet, tenho uma cachorra de cinco anos, que de filhote sofreu maus tratos. Moramos em apartamento, e desde pequena ela não faz suas necessidades no banheiro. Rosana Silva alegou:Olá doutor pet, eu tenho uma cachorra que sofreu maus tratos qndo era filhote. Ela é calma e dócil, todavia nunca faz tuas necessidades no local direito, imediatamente tentei de tudo : prontamente coloquei jornal no banheiro,no momento em que ela faz suas necessidades fora do ambiente eu a repreendo, contudo NADA adianta !
Norma comentou:k d a Sofia? Jaqueline Kopczinski comentou:Interessante Tarde, amaria de saber se por esse caso não tem como fazer que elas fiquem amigas, por que pela reportagem mostrou somente que pararam de brigar. Olá doutor pet adoro teu programa! Roseli Gomes Silva argumentou:Dr. Pet, estou passando por um problema aproximado. Minhas cadelas tiveram cria com uma semana de diferença da outra, nesta hora elas não conseguem se aproximar qdo estão com as crias, imediatamente se feriram de sair sangue. O q posso fazer com o objetivo de conviverem o espaço é nanico.
Quando finalmente foi para o hospital, estava infartando". Pela maioria das vezes, a pessoa chega ao consultório sem doença alguma. Eu preciso ter a sensibilidade pra perceber que o que pode estar doendo é o emocional", diz. O médico conta que ele próprio faz o eletrocardiograma em suas pacientes - no momento em que poderia deixar que um de seus assistentes o fizesse.
Replies