Cuidados Com A Alimentação Pela Avenida: Nutricionista Andrea Santa Rosa Apresenta Dicas

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No verão, tempo em que diversas pessoas aproveitam para tomar férias e descansar, os lugares mais escolhidos são: praias, parques e cachoeiras, devido ao calor da estação. No momento em que pensamos nestes locais, sabemos que as opções pra se alimentar não são as mais saudáveis, não é verdade? E logo neste momento lembramos de delícias como, porções, espetinho de camarão, cachorro-quente, pastel, coxinha, queijo coalho, sorvetes.



São tantas opções saborosas, que esquecemos do traço que corremos com esses alimentos. E, algumas vezes por não ter novas possibilidades, as pessoas acabam aderindo às refeições comercializadas pela rua. De imediato, é preciso tomar os cabíveis cuidados, dado que a pressa do dia-a-dia nos leva a hábitos alimentares que podem botar em traço a nossa saúde.




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  • Eliane Berteli comentou: 30/01/12 ás 23:03

  • FARID MAALOULI comentou

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Ao comer em barracas na via ou em vendedores ambulantes é preciso se ter em mente os cuidados da preparação e manipulação daquilo que vai direto pro teu estômago. Deste jeito, a credibilidade dos cuidados na conservação e o risco de contaminação não necessitam ser ignorados, mesmo quando a fome estiver apertando.



Várias pessoas, por desprezar esses perigos, sofrem de intoxicação alimentar, principalmente no período do verão, com as altas temperaturas que tornam os alimentos ainda mais suscetíveis a estragarem ligeiro. A intoxicação ocorre quando o alimento consumido não foi acertadamente cozido ou higienizado. Os sintomas são capazes de aparecer até 3 dias após a ingestão, com dores fortes de barriga acompanhadas de vômito e diarreia.



E essa situação pode terminar com as férias de cada um. Desse modo, verifique as condições de higiene do local antes de pensar em escolher cada alimento. O Ministério da Saúde alerta aos turistas para que consumam só alimentos frescos, que possuam um miúdo teor de gordura, açúcar e sal, que sejam limpos e guardados de forma adequada (principalmente os alimentos que precisam estar em ambientes refrigerados).



Outra precaução é impossibilitar alimentos crus ou malcozidos, principalmente as frutas do mar. Para o consumo na praia, são indicados alimentos que não estraguem com o calor e que possam continuar armazenados em caixas térmicas. Outra dica muito boa e o segredo pra não estragar o passeio com a família ou amigos é planejar previamente quais alimentos transportar e como prepará-los ou armazená-los da maneira correta.



Deste modo, conduzir seus petiscos de moradia podes ser uma legal opção, em vista disso você não terá ansiedade quanto às condições higiênico-sanitárias do alimento. Além do mais, poderá tornar seu passeio mais barato e mais saudável. E tenha em mente de optar a todo o momento por alimentos frescos e leves, como frutas, sucos e sanduíches naturais. Andréa Santa Rosa Garcia é nutricionista com questão em Nutrição Funcional, que tem como base não apenas a contagem de calorias, no entanto o que o corpo humano de fato precisa. Criadora do programa online Existência Funcional, Andrea é ainda membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Institute for Functional Medicine (EUA), e também ser pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional, em Fisioterapia Clínica Funcional e Nutrição Ortomolecular.



Ainda de acordo com a nutricionista, o brasileiro ingere por volta de 45 quilos de carne e processados por ano, o que representa menos de 100 gramas por semana. Porém este consumo não está intimidado. Para o especialista em varejo Marco Quintarelli a notícia não deve gerar um choque negativo no mercado. As pessoas se valem da ligação custo-privilégio. Deste jeito as pessoas trocam mesmo um produto por outro já que é mais barato, diz. Por outro lado, a notícia pode gerar um efeito afirmativo. Ele adiciona que a novidade poderá levar a indústria alimentícia a produzir produtos menos danosos, com pouco sódio e nitrato, substâncias presentes nos embutidos.



Preciso muito da tua auxílio, uma vez que sei que toda vez que chove ela sofre muito. Thiago comentou:Olá Doutor Pet, tenho um poodle de dez meses e ele morde tudo nesse lugar em residência, inclusive as pernas das cadeiras.E no momento em que as pessoas chegam em casa, ele fica querendo morder os pés. Como eu devo agir para que ele pare com esse vicio? LUCY RIBEIRO DOS SANTOS alegou:Olá Dr Pet, eu me chamo Lucy e tenho um beagle que se chama sherlock, tem sete meses e neste momento é um terrorista.



Rosana da Silva comentou:Oi doutor Pet, tenho uma cachorra de 5 anos, que de filhote sofreu maus tratos. Moramos em apartamento, e desde pequena ela não faz suas necessidades no banheiro. Rosana Silva citou:Olá doutor pet, eu tenho uma cachorra que sofreu maus tratos qndo era filhote. Ela é calma e dócil, contudo nunca faz tuas necessidades no espaço correto, imediatamente tentei de tudo : prontamente coloquei jornal no banheiro,no momento em que ela faz suas necessidades fora do lugar eu a repreendo, no entanto NADA adianta !



Norma falou:k d a Sofia? Jaqueline Kopczinski argumentou:Legal Tarde, desejaria de saber se nesse caso não tem como fazer que elas fiquem amigas, por que na reportagem contou só que pararam de brigar. Oi doutor pet adoro teu programa! Roseli Gomes Silva argumentou:Dr. Pet, estou passando por um defeito parecido. Minhas cadelas tiveram cria com uma semana de diferença da outra, nesta ocasião elas não podem se aproximar qdo estão com as crias, prontamente se feriram de sair sangue. O q posso fazer com finalidade de conviverem o espaço é nanico.



No momento em que enfim foi para o hospital, estava infartando". Na maioria das vezes, a pessoa chega ao consultório sem doença alguma. Eu preciso ter a sensibilidade para compreender que o que poderá estar doendo é o emocional", diz. O médico conta que ele respectivo realiza o eletrocardiograma em tuas pacientes - quando poderia deixar que um de seus assistentes o fizesse.