Contador Aposentado Se Veste De Papai Noel Há 18 Anos No Mesmo Shopping De SP

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É um homem -mas, em minutos, será uma lenda. Numa salinha pela garagem do shopping Pátio Higienópolis, ele veste camiseta vermelha básica e correntinha prateada com uma estrela de 5 pontas balançando. A barba branca que vai até o peito dá uma pista do que está por vir. O relógio marca quase 10h quando ele coloca as luvas, põe o gorro e recebe socorro para ordenar o casaco de mangas longas, o cinto e os óculos. Ao sair rumo ao trono do último andar do centro comercial, Cláudio Altruda, setenta e sete, deixa guardado mais do que seus pertences: deixa bem como o nome.



A partir de agora, ele é o Papai Noel. O ritual se repete há vince e seis natais -dezoito deles no mesmo shopping, onde o contador aposentado se veste de agradável velhinho, distribui doces e recebe pedidos feitos por gurias. Cláudio ou o personagem quem fez o comentário. Essa não foi a única transformação.



Se antes as garotas juravam que tinham se comportado e sonhavam em obter bonecas ou carrinhos, os pedidos ficaram um pouco mais complexos. Há bem como os que desejam brinquedinhos, coleira e ração. Como o shopping é conhecido por ser um dos mais "pet friendly" da cidade, o empreendimento atrai todos os tipos de família, inclusive as que têm "filhos" peludos e de quatro patas.



Todavia com o jogo de cintura inconfundível dos papais noéis. O mesmo que ele necessita ter ao receber criancinhas da comunidade judaica, que tem robusto presença no lugar. Judeus não comemoram o nascimento de Jesus e, consequentemente, o Natal. Porém celebram o Hanukkah, uma festa que podes acontecer entre os meses de novembro e dezembro. Quando um garoto de quatro anos interrompe a conversa para pedir um carrinho, o excelente velhinho recebe a carta com o pedido e aproveita para encaminhar-se almoçar. Quem almoça é Cláudio. O Papai Noel deixa uma placa: "Fui alimentar as renas e já volto".







    1. Três Ataques a seres humanos






    1. dois Séries derivadas 2.1 Penadinho e Astronauta (2002)






    1. Yogurt, a pirata






    1. dois Episódios dois.1 1ª Temporada (2011-2012)







Isto é, o relacionamento traz proveitos físicos, psicológicos, sociais e cognitivos pra elas. Alice Frank, pesquisadora do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal da USP (Universidade de São Paulo). É claro que, para uma convivência saudável, tanto a guria como o pet precisam ser educados para se impossibilitar acidentes com arranhões e mordidas, além, é claro, dos cuidados com a higiene, que precisam ser ensinados desde cedo. Ter um bichinho de estimação poderá amparar - e muito - na manutenção da saúde física e emocional. Muitos estudos apontam que apenas acariciar um animal reduz os níveis de estresse.



Isto já que, ao atravessar a mão pelo corpo humano do animal, o organismo libera oxitocina, um hormônio referente ao elo emocional, que gera uma impressão de calma e bem-estar. O contato com os animais também coopera contra a depressão. Um estudo publicado no British Medical Journal descreveu que 82% das pessoas que têm um bicho de estimação declararam que teu pet os faz sentir melhor no momento em que estão tristes. Ademais, outros estudos afirmam que brincar com os animais eleva os níveis de serotonina e dopamina e elimina os de cortisol.



E não é somente isso: o relatório da Agregação Americana do Coração de 2012 anuncia que conviver com um animal reduz o traço de doenças cardíacas. E um estudo efetuado na Escola de Sydney, na Austrália, apontou que uma pessoa que sai para passear com seu cachorro cumpre 54% dos níveis recomendados de exercícios diários, favorecendo o funcionamento do sistema cardiovascular.



Os resultados do estudo bem como mostraram que donos de cães e gatos têm taxas mais baixas de triglicérides e colesterol do que as pessoas que não têm um animalzinho. Os animais bem como são capazes de favorecer - e muito - para a melhora de pessoas que sofrem de distúrbios comportamentais, transtornos mentais e até de doenças crônicas.



Existem muitos anos os animais vêm sendo usados como terapia. Cães, gatos, cavalos e até golfinhos ajudam os pacientes a reagir positivamente a estímulos físicos e psicológicos, e são muito utilizados pra impulsionar garotas com autismo ou síndrome de Down. Estevão Vadasz, coordenador do Programa Autista (Protea) do IPq. Vadasz ainda sinaliza que pesquisas imediatamente mostraram que o contato das garotas com cachorros aumenta os níveis da oxitocina, o hormônio da empatia. Os bichinhos ajudam bem como na recuperação de doentes e presidiários. Nos Estados unidos, cachorros e gatos têm sido usados em penitenciárias para aliviar a raiva, o estresse e a agressividade dos condenados. Alguns hospitais norte-americanos e europeus, e há pouco tempo o Hospital Albert Einstein no Brasil, permitem que os bichinhos de estimação visitem seus donos nos hospitais. A presença dos pets traz conforto e ânimo aos pacientes, e até já auxilia para uma recuperação mais rápida.