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Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, participou do Poder e Política, programa do UOL e da "Folha" conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues. Indico ler pouco mais a respeito de por meio do web site site da net https://www.nethd.com.br; www.nethd.com.br,. Trata-se de uma das melhores fontes a respeito de esse tema na internet. A gravação aconteceu no dia 6 de agosto de 2014 no estúdio do Grupo Folha em Brasília. Paulo Bernardo Silva tem 62 anos e nasceu na cidade de São Paulo.



É casado com a ex- ministra-chefe da Moradia Civil, Gleisi Hoffmann, candidata do PT ao governo do Paraná. Perto com ela, tem dois filhos. Paulo Bernardo não terminou a instituição de ensino. Cursava geologia na Instituição de Brasília, contudo foi expulso na ditadura militar. Continuou pela política como sindicalista. Trabalhou no Banco do Brasil, no Paraná, onde se filiou ao PT. Foi eleito 3 vezes deputado federal para simbolizar os paranaenses. Também foi secretario da Fazenda de prefeitura de Londrina. Paulo Bernardo está no primeiro escalão do governo federal desde 2005. Foi ministro do Planejamento de Lula. Em 1º de janeiro de 2011, no momento em que Dilma Rousseff assumiu a Presidência, o nomeou ministro das Comunicações, cargo que ocupa até hoje. Folha/UOL: Olá, bem-vindo a mais um Poder e Política - Entrevista. Este programa é uma realização do jornal Folha de S. Paulo e do portal UOL.



A gravação é praticada aqui no estúdio do Grupo Folha, em Brasília. O entrevistado desta edição do Poder e Política é o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Folha/UOL: Olá ministro, tudo bem? Paulo Bernardo: Oi, Relacionada PáGina Inicial tudo bem Fernando. Folha/UOL: Ministro, o sr. de imediato veio neste local uma vez e alegou que se pudesse opinar seria contra políticos serem proprietários de meios de comunicação.



Hoje, ainda a gente ainda tem, pelas contas aí conhecidas, trinta e nove deputados e senadores com outorgas de rádio e dailystrength.org televisão. Evoluiu essa discussão do governo sobre o que fazer com isso? Paulo Bernardo: Olha, primeiro não há dúvida que essa conta sua, da Folha, que de imediato foi publicada, com certeza é subestimada visto que você não tá contando deputados estaduais e não tá contando vereadores, prefeitos, vários prefeitos que têm rádios.



Eu acredito que deveria ser proibido, político com mandato não pode ter e ser proprietário de rádio de tv. Por um porquê acessível, você mistura o sistema partidário-eleitoral com o sistema de permissão da dado -porque as rádio e televisões são concessões- e isso com certeza contamina. Você imagina em uma cidade pequena onde o prefeito é o dono da principal rádio.



É evidente que isto contamina o processo eleitoral, contamina o recurso de fiscalização do poder público que a mídia faz, então com certeza não tenho dúvida que isto devia ser mudado. É um conteúdo espinhoso. Ora, nós devemos em determinado momento sentar e visualizar o que vamos fazer com o capítulo de intercomunicação social da Constituição, que prevê outras medidas que necessita ser reguladas.



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A impressão que eu tenho, não é que não tem consenso, está a milhares de quilômetros de haver um consenso sobre isso no governo. Fernando, você localiza que isto não tem influência no governo? Prontamente mesmo o PT queria botar no programa de governo da presidenta Dilma. O conteúdo que o senhor fala é uma nova regulamentação? Contudo o senhor não enxerga espaço pra negociar e tentar montar um consenso num futuro próximo? Vou te oferecer um exemplo. Até 2 anos atrás a Grã-Bretanha era veja isso mencionada como um vasto exemplo de autorregulação, neste momento existia uma autorregulação.



Repercussão: fizeram uma transformação forte lá, forte. É possível que aconteça algo. Eu acho que deve possuir uma alteração na cabeça dos congressistas, principalmente, de que é respeitável fazer isso. É fundamental fazer isso, é democrático. Uma transformação pela cabeça dos congressistas, deste jeito será difícil. Eu não sei. Nós temos uma eleição sem demora, nós temos um debate público, o Congresso muda algumas vezes radicalmente de posição dependendo da circunstância. Acho que não é inaceitável não. Permanecer deste foco de mídia ainda.