Como Se Vestir Bem Gastando Insuficiente: O Segredo é Organizar Seu Guarda-roupa!

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E tudo começa com a conhecida frase: “Você imediatamente se sentiu calçando os sapatos de outra pessoa? ”. Essa é apenas uma analogia usada para contextualizar o exercício da Empatia, que vai muito além do processo de se colocar no território do outro. A roda rendeu depoimentos surpreendentes, mesmo entre pessoas que não se conheciam.


Houve um grande espelhamento entre as histórias pessoais da nossa turma e as ouvidas no Ibirapuera. Rimos e choramos juntos. No encerramento do dia, eu estava decidida a publicar uma matéria a respeito do tópico. Havia percebido o tamanho da indispensabilidade de promovermos a empatia como um valor que tem que ser experimentado e ressignificado diante de tempos de tanta desconexão.


Comecei entrevistando Joana Tuttoilmondo, nossa anfitriã no dia da experiência. Durante a atividade no Museu, senti uma conexão grande com a história que escutei e percebi não ser a única a constatar essa sintonia. http://acheinainternetblog65.blog5.net/14863496/cem-dicas-pra-elaborar-um-blog-de-sucesso-e-voc-podes-contribuir que estiverem em nosso grupo também se conectaram intimamente. Pedi desse jeito que a Joana compartilhasse outras reações do público diante das histórias no decorrer dos dias do evento.


“Houve uma garota, a título de exemplo, que finalizou a história sensibilizada ao ter ouvido o depoimento de alguém que migrou da Bahia pra pra São Paulo. Ela conversou pra mãe dela, amedrontada: “mãe, ela descreveu que quando era menina tinha que caminhar quatro horas criada num jegue até adquirir água para consumir!


E seguiu: “O que me chamou atenção foi a potência de ouvir histórias que tocam em sentimentos universais, o que é bem contrário da conversa esvaziada de sentido e conexão que permeia nosso dia a dia. A experiência nos ilustrou também que queremos circunstâncias em que nos sintamos tocados. Descrevendo em histórias… Era uma vez a história de mais uma das Marias deste Brasil. Teu nome: Maria do Sol. No momento em que era um moço com somente quarenta e cinco dias de existência experienciou um fato que mudaria pra a toda a hora sua trajetória.


Uma vela acesa no quarto caiu acidentalmente no berço em que dormia, e o cobertor sintético que a cobria incendiou neste instante. Maria do Sol teve lesões gravíssimas nos 2 pés, que uma vez carbonizados, tiveram que ser amputados. Essa foi a forma encontrada por uma incrível equipe médica para salvar tua vida.


O tempo passou e mesmo com todas os problemas e adaptações necessárias, Maria sobreviveu. Proponho que durante um minuto você faça um exercício de empatia analisando se botar no recinto dela. Tente constatar como reagiria? http://saudeetreinostecnica.jigsy.com/entries/general/Como-Elaborar-Um-Hostel-No-Brasil-Em-5-Dicas tua existência diante dos problemas geradas? Trabalhoso até de fantasiar, né? Você deve estar pensando que essa é uma das histórias de vida trazidas pelo Museu da Empatia… até poderia ser, contudo Sol é uma figura especial que a vida fez cruzar nossos caminhos. E ao oposto do calculado, a experiência, inicialmente traumática, conferiu a Sol, uma personalidade radiante, como seu respectivo nome traduz. Toda agonia e contrariedade foram transformadas em fortaleza, em uma know-how inesgotável de viver a existência e irradiar energia por onde passa.


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Hoje com quarenta e um anos, Maria do Sol é Master Coach de Profunda Performance e autora, casada, tem cinco filhas e faz inmensuráveis projetos sociais ligados ao desenvolvimento humano como agente de transformação. “Quando o incidente aconteceu tive uma mudança do meu destino, todavia isso não tirou um pedaço da minha alma ou da minha mente, foi apenas um pedaço do meu físico. Conversei com ela sobre a matéria de empatia que estava escrevendo e pedi seu observar, tanto pessoal como de coach.


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Ela começou pelo lado pessoal postando: “A chave dos nossos relacionamentos está na intercomunicação, e a empatia é a intercomunicação do coração. Ela é a inteligência de se identificar com outra pessoa, de transitar para o lugar do outro pra sentir o que ele sente. No momento em que o outro entende que você se importa, por isso é fácil você ser ouvido.