Como Resistir Com Gatos Brigando O Tempo Inteiro Dentro De Residência

is?3rxg8rg-PMVye6NuNpgQUUHJKkQd3rz8SKK3-p3YpIw&height=227


Oi, amigos do Canal do Pet. Hoje eu vim tratar de uma cena bastante comum no dia-a-dia de quem tem vários bichanos em casa: gatos brigando. Xixi de gato na moradia? Quem já presenciou cenas como essa sabe que a ocorrência chega a ser assustadora: os gatos guerreando rosnam, perseguem e sibilam. Se as lutas forem frequentes, diversas vezes os felinos acabam sendo afastados em cômodos separados, pra que sejam evitados novos conflitos. Várias vezes, o relacionamento deles estará comprometido. Pra enfrentar com essa situação, é essencial captar os motivos pelos quais estas brigas ocorrem e como agir da maneira correta nessas ocorrências.



Gatos são animais bastante territorialistas e percebendo a "invasão" por outros participantes da mesma espécie são capazes de se notar bastante desconfortáveis, especialmente se sentirem que os recursos de que devem estão intimidados (caixa de areia, água, comida etc.). Apesar de serem comuns brigas quando chega um novo gato, os conflitos são capazes de também começar a transcorrer entre felinos que antes conviviam bem. Um exemplo: se um deles saiu de casa para consulta com o veterinário e, ao retornar, não foi reconhecido pelo outro, uma luta pode haver. Às vezes, ela pode até comprometer o relacionamento que antes era agradável.



Guerras frequentes conseguem iniciar estresse crônico, o que compromete o bem-estar dos gatos residentes pela mesma moradia. O maravilhoso, para em tal grau, é estabelecer um treinamento de aproximação gradativa. A princípio, pode-se deixar os gatos separados em cômodos diferentes da residência, a toda a hora garantindo que todos tenham acesso à água, comida e caixa de areia.



Regularmente, podes-se ir um pano em cada um dos gatos e deixá-los embaixo do prato de comida do outro, pra que se inicie uma agregação do cheiro do outro gato com alguma coisa prazeroso (a hora de comer). Acostumar-se ao odor dos outros participantes da colônia é um passo significativo na habituação dos gatos, por causa de o olfato dos felinos é bastante montado. No momento em que notar que os gatos estão se mostrando mais confortáveis e tranquilos em ligação ao cheiro e sons do outro, é envolvente trocá-los de cômodo, todavia ainda sem se verem. O próximo passo é a aproximação propriamente dita: pode ser feita por uma fresta da porta ou mesmo através de um portão telado que se coloca pela porta para que os gatos se vejam, no entanto sem ainda conseguirem se tocar. Outra opção é usar caixas de transporte, colocadas perto uma da outra.



É importante indagar a todo o momento o grau de estresse e insegurança de todos: se notado que o desafio está grande além da conta e um deles não está se sentindo confortável, é primordial recuar. Só se deve deixar os gatos livres para interagirem quando perceber que todos estão à vontade e tranquilos. Antes disso, qualquer comportamento de um gato perseguindo o outro deve ser coibido.



É muito relevante a todo o momento observar os sinais de horror ou agressividade, porque gatos mais novos são capazes de querer brincar e, para o mais velho, isto parecer uma ameaça e deflagrar uma luta. Se o tutor tiver complexidade para interpretar a linguagem corporal dos felinos ou se não estiver conseguindo impedir as competições, o impecável é consultar um especialista em posicionamento animal pra auxiliar no que for indispensável.



A toda a hora respeite o tempo dos gatos e nunca tente adiantar as providências quanto à aproximação se qualquer deles não estiver totalmente sossegado. Finalmente, tem que-se impossibilitar que os gatos da residência tentem salvar os recursos pelo acontecimento de eles serem escassos. O ideal é que haja sempre uma caixa de areia a mais em conexão ao número de gatos, posicionadas em locais diferentes da residência. Além do mais, incontáveis potes de água e comida nos ambientes. Seguindo essas dicas, há grandes chances de atingir que a paz reine entre eles e a cena de gatos guerreando não seja mais vista. Basta ter paciência e muito estima!




  • Paulo Sérgio disse: Onze/09/doze ás 06:Vinte e três

  • Os gatos de imediato foram chamados de agentes de Satã e mortos como bruxos

  • Cachorro não é gente, porém é cota da família

  • Bucha pra prender parafuso na madeira

  • Bicho do Mato



Se fizer menção de tocar ele progride e morde mesmo. Sem tratar nos latidos. As pessoas não querem encaminhar-se pela minha moradia. N entendo o que fazer. Ele tem 01 ano e é um daschund. Tenho um poodle microtoy de dez anos muito ciumento, nesta ocasião adotei dois gatinhas de dois meses e ele fica com o olho vidrado querendo morder elas todo o tempo. O que eu faço? Não posso me descuidar por um minuto senão vai ocorrer uma tragédia. Gláucia - General Salgado/SP comentou:Tenho duas cadelinhas, uma Yorkshire (não é muito pura), com quatro anos e meio chamada Lana e a outra uma Vira-latas com três anos e meio, a Linguicinha.



Durante três anos a convivência das duas foi pacífica. Uns amores. Mas, há duas semanas elas escolheram brigar feio, muito esquisito, quase matam uma a outra, inclusive neste instante morderam meu marido e minha filha que tentaram separá-las. Tenho que trancar uma em meu quarto sempre que a outra fica solta. Depois de determinadas horas solto uma e prendo a outra.



De vez em no momento em que uma escapa, aí começa a tragédia. Estou endoidando os veterinários da minha cidade. Uns dizem que é para eu oferecer uma e ficar com a outra, no entanto amamos as duas. Contudo as duas agora ficaram no cio juntas e isto nunca aconteceu. Outros ainda aconselharam que as castrássemos, o que estou honestamente disposta a fazer.



A informação é que tenho mais dois cães, pequenos também, filhotes da Lana (York), todavia são misturados com vira-latas, hoje eles estão com 6 meses de idade e a nossa apreensão bem como é no momento em que elas entrarem no cio de verdade. Somos em quatro adultos na residência, mais o namorado de uma de minhas filhas, entretanto brincamos com nossos cães como gurias.