Como Escolher O Teu E Os Cuidados Que Deve
A decisão de ter um animal de estimação é uma questão que tem que ser super bem pensado. Avaliar o hábitos de vida e o tempo disponível, o espaço reservado para o novo cãozinho, os gastos que terão e, o mais importante, realmente querer de cachorro. Depois é hora de pesquisar a raça ideal pra possibilidade correta. Cães de porte grande, por exemplo, precisam de áreas com tamanho compatível ao deles , além do mais, comem mais.
Imediatamente as raças de pelo enorme demandam maiores cuidados com asseio. Há cães que latem mais, outros que são mais agressivos, alguns que dependem mais do dono ou que precisam de uma atividade física mais intensa. Todos esses são pontos respeitáveis na hora da escolha de um animal de estimação , visto que já se foi o tempo em que os cães eram desenvolvidos no fundo do quintal e sem maiores cuidados.
Diferente daquela data, hoje eles são considerados bem mais do que grandes amigos, na verdade, são tidos como membros da família, e há uma série de regras a serem cumpridas por causa de seus donos. Estas regras, que acrescentam cuidados e responsabilidades, têm início na seleção do filhote e se estendem até a velhice e morte do cão.
Para que pessoas não tem experiência com os hábitos caninos, a atenção precisa ser redobrada. O impulso de conduzir pra residência o primeiro filhote fofinho que localizar é um erro que deve ser evitado para que o cão não se torne um empecilho na existência do dono e tenha o abandono como destino.
E, apesar de toda informação acessível na atualidade, ainda hoje são comum as histórias de abandono por donos que se ‘enganaram’ na hora da aquisição. Antes de solucionar por esta ou aquela raça, considere aspectos como tempo, espaço na posse, tamanho do cão pela fase adulta, se a raça requer exercícios diários, cuidados com pelagem e temperamento. Saber qual é o cão adequado ao teu hábitos de vida é o principal passo pela hora da possibilidade e a busca é mais fácil do que se imagina. O fácil acesso à informação permite que se faça muito rapidamente uma comparação de perfil das raças e descubra qual delas mais se assemelha à sua rotina diária.
Faça um exercício perguntando a si mesmo: pra que preciso de um cão? A resposta definirá se você busca um cão para companhia, trabalho de guarda ou pastoreio, alarme ou um atleta. Depois da seleção da raça do cãozinho é hora de se preocupar com os cuidados com a saúde dele. Ao ser comprado, o filhote necessita estar desmamado e, de preferência, próximo de quarenta a 45 dias de existência. O sublime é levá-lo para residência e observá-lo ao longo do período de adaptação, que pode variar entre sete e dez dias. Após esse período, o cãozinho deve ser levado a um médico veterinário pra realização de uma consulta.
Pela primeira ida do animal ao veterinário será analisado o estado feral dele, se está livre de verminoses e apto a dar início o esquema de vacinação. A manutenção de todas as vacinas, não obstante a contra a leptospirose, deve ser feita anualmente e é um método fundamental pra saúde do cãozinho. O recurso de vacinação poderá diversificar um pouco, de acordo com os procedimentos adotados por cada médico veterinário. As principais vacinas caninas são a V8 e a V10, aplicadas em quatro doses. A diferença entre elas é que a V10 tem um reforço maior contra a leptospirose.
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Elas protegem os filhotes de doenças essenciais como a cinomose, parvovirose, hepatite e leptospirose. Cães das raças Labrador e Rottweiler tomam uma dose a mais em função da sensibilidade digestiva. O intervalo mínimo entre as doses acontece entre vinte e um dias, podendo diversificar de um veterinário pra outro. Aos sessenta dias de vida, o filhote tem que ser imunizado contra a gripe canina, por meio de uma única dose de vacina. A giardíase (protozoário) é controlada com a vacinação feita em duas doses. Se bem que a vacina não imunize totalmente o filhote, ela funciona diminuindo os sintomas e o tempo em que o cão elimina o agente no local. Por último, no término do esquema de vacinação, é aplicada a vacina antirrábica, numa única dose.
O contato do filhote com qualquer outro animal antes de estar com o esquema de vacinação completo necessita ser evitado, pelo motivo de existem algumas doenças das quais ele ainda não está imune e assim sendo fica mais propenso a desenvolvê-las. O contato do filhote com diversas pessoas assim como deve ser evitado.
Desta forma passeios na rua devem ser feitos só depois da última dose de vacina e o mais claro é mantê-lo dentro de residência. Na relação de cuidados necessários com o cãozinho, a vermifugação é tão considerável quanto a vacinação. Os filhotes precisam ser imunizados desde cedo pra que os vermes não cheguem a causar doenças e até mesmo levá-los à morte. Aos 15 dias de vida, o cãozinho neste momento pode ganhar a primeira dose de vermífugo, repetida aos 30 dias e em intervalos de um mês até que ele complete sete meses de idade. Depois essa regularidade varia, pros cães que saem pouco de moradia, o reforço é indicado a cada seis meses, no tempo em que aqueles que costumam sair todos os dias necessitam reiterar a dose a cada 4 meses até o final da existência.
Vale assim como permanecer atento ao verme do coração, transmitido por uma família de mosquitos presentes nas regiões de Mata Atlântica, que tem que ser combatido. O controle pode ser elaborado mensalmente, com um medicamento próprio, usado da mesma forma daqueles que controlam a infestação por pulgas e carrapatos. Entretanto vale lembrar que a indicação tem que partir sempre do médico veterinário.
Pra evitar a geração de tártaros e periodontite, problemas muito comuns no animal de estimação, a escovação diária dos dentes é o mais recomendado. Para esta finalidade, é preciso acostumar o filhote desde cedo. No início, passe os seus dedos sobre a gengiva do cão pra acostumá-lo à escovação. Com o tempo, comece a usar massageadores que ajudam na remoção dos resíduos que ficam nos dentes. A escovação diária necessita ser realizada com escova e creme dental respectivo para cães e nunca com o uso de creme dental humano, porque os cães conseguem fazer dificuldades gástricos a partir do objeto. Evite fornecer alimentação caseira, essa atuação feita de modo inadequada dá numerosos riscos à saúde do animal, incluindo obesidade, falta de proteína, problemas gástricos, ósseos, articulares e dermatológicos e até desnutrição, podendo comprometer todas as fases de tua vida.
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