Como Escolher O Seu E Os Cuidados Que Deve

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A decisão de ter um animal de estimação é uma questão que precisa ser muito bem pensado. Avaliar o hábitos de vida e o tempo disponível, o espaço reservado para o novo cãozinho, os gastos que terão e, o mais primordial, realmente desejar de cachorro. Depois é hora de pesquisar a raça maravilhoso para a alternativa correta. Cães de porte vasto, tais como, necessitam de áreas com tamanho compatível ao deles , além do mais, comem mais.



Neste momento as raças de pelo extenso demandam maiores cuidados com asseio. Há cães que latem mais, outros que são mais agressivos, alguns que dependem mais do dono ou que precisam de uma atividade física mais intensa. Todos esses são pontos importantes pela hora da possibilidade de um animal de estimação , pelo motivo de agora se foi o tempo em que os cães eram desenvolvidos no fundo do quintal e sem maiores cuidados.



Diferente daquela data, hoje eles são considerados muito mais do que grandes amigos, na realidade, são tidos como mem­bros da família, e há uma série de regras a serem cumpri­das por seus donos. Essas regras, que acrescentam cuidados e responsabilidades, têm começo na alternativa do filhote e se estendem até a velhice e morte do cão.




  1. 19/01/2018 12h16 Atualizado dezenove/01/2018 12h51

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Para que pessoas não tem experiência com os hábitos caninos, a atenção tem que ser redobrada. O impulso de conduzir para moradia o pri­meiro filhote fofinho que encontrar é um defeito que precisa ser evitado pra que o cão não se torne um empecilho pela existência do dono e tenha o abandono como destino. E, apesar de toda dado disponível na atualidade, ainda hoje são comum as histórias de abandono por donos que se ‘enganaram’ na hora da aquisição.



Antes de resolver por esta ou aquela raça, considere aspectos como tempo, espaço na propriedade, tamanho do cão na fase adulta, se a raça requer exercícios diários, cuidados com pela­gem e temperamento. Saber qual é o cão adequado ao teu hábitos de vida é o principal passo pela hora da alternativa e a busca é mais claro do que se imagina.



O fácil acesso à informação permite que se faça muito rapidamente uma compa­ração de perfil das raças e descubra qual delas mais se assemelha à tua rotina diária. Faça um exercício perguntando a si mesmo: para que preciso de um cão? A resposta definirá se você busca um cão para companhia, serviço de guar­da ou pastoreio, alarme ou um atleta.



Depois da escolha da raça do cãozinho é hora de se preocupar com os cuidados com a saúde dele. Ao ser comprado, o filhote necessita estar desmamado e, de preferência, próximo de 40 a 45 dias de vida. O maravilhoso é levá-lo para residência e observá-lo ao longo do tempo de adaptação, que pode variar entre sete e dez dias. Depois de esse período, o cãozinho tem que ser levado a um médico veterinário para a promoção de uma consulta.



Pela primeira ida do animal ao veterinário será analisado o estado feral dele, se está livre de verminoses e apto a começar o esquema de vacinação. A manutenção de todas as vacinas, porém a contra a leptospirose, tem que ser feita anualmente e é um procedimento fundamental para a saúde do cãozinho. O processo de vacinação podes variar um pouco, de acordo com os procedimentos adotados por cada médico veterinário. As principais vacinas caninas são a V8 e a V10, aplicadas em 4 doses. A diferença entre elas é que a V10 tem um reforço superior contra a leptospirose. Elas protegem os filhotes de doen­ças significativas como a cinomose, parvovirose, hepatite e leptospi­rose.



Cães das raças Labrador e Rottweiler tomam uma dose a mais em função da sensibilidade digestiva. O intervalo mínimo entre as doses ocorre entre vinte e um dias, podendo diversificar de um vete­rinário pra outro. Aos 60 dias de vida, o filhote deve ser imunizado contra a gripe canina, por meio de uma única dose de vacina. A giardíase (protozoário) é controlada com a vacinação feita em duas doses.



Apesar de que a vacina não imunize inteiramente o filhote, ela fun­ciona diminuindo os sintomas e o período em que o cão corta o agente no recinto. Por último, no conclusão do esquema de vacinação, é aplicada a vacina antirrábica, em uma única dose. O con­tato do filhote com qualquer outro animal antes de estar com o esquema de vacinação completo deve ser evitado, pelo motivo de existem outras doenças das quais ele ainda não está imune e então fica mais propenso a desenvolvê-las.



O contato do filhote com algumas pessoas também deve ser evitado. Assim sendo passeios pela rua precisam ser feitos somente depois da última dose de vacina e o mais exato é mantê-lo dentro de casa. Pela relação de cuidados necessários com o cãozinho, a vermifugação é tão interessante quanto a vacinação. Os filhotes devem ser imunizados desde cedo para que os vermes não cheguem a causar doenças e até mesmo levá-los à morte.



Aos quinze dias de existência, o cãozinho de imediato podes ganhar a pri­meira dose de vermífugo, repetida aos 30 dias e em intervalos de um mês até que ele complete sete meses de idade. Depois essa frequência varia, para os cães que saem pouco de casa, o reforço é indicado a cada seis meses, no tempo em que aqueles que costumam sair diariamente precisam redizer a dose a cada 4 me­ses até o fim da vida.