Como A Visão Utópica Do Vale Do Silício Poderá Construir Uma Maneira Brutal De Capitalismo
Os deuses da tecnologia estão vendendo a todos um futuro radiante. Porém a probabilidade do Vale do Silício de construir um universo melhor se baseia, de certa maneira, em destruir o que temos na atualidade. Essa "quebra" ou "destruição" é o pequenos negócios que dão lucro eles chamam de "rompimento". Os responsáveis por causá-lo são, portanto, os "rompedores", conforme denominação usada por eles, porém que não está no dicionário.
De perto, o Vale do Silício parece muito normal. Tem até um ar meio entendiante. Contudo o que faz deste espaço um agente tão modificador pela existência de todo mundo? Por ventura, um bom lugar para procurar essa resposta seja a Mansão Arco-Íris, uma "comunidade de pessoas pequenos negócios que dão lucro trabalham para otimizar a galáxia". A mansão é o lugar de um monte de nômades do todo o mundo que chegaram ao Vale do Silício para realizar seus sonhos. Eles dividem o valor do aluguel e, desta maneira, podem bancar a casa em uma residência de luxo.
Por toda a mariaana53g251.soup.io casa, há gente trabalhando pra solucionar um dos defeitos mais urgentes do planeta. O que ele localiza de quem resolve viver na Mansão Arco-Íris? Essa é a ideia mais robusto na ideologia do Vale do Silício: ruptura. Eu não poderia me esquecer de mencionar um purevolume.com outro website onde você possa ler mais sobre, talvez já conheça ele entretanto de qualquer maneira segue o hiperlink, eu adoro extremamente do tema deles e tem tudo existir com o que estou escrevendo neste artigo, veja mais em alavancar vendas no varejo (venturebeat.com). A Mansão do Arco-Íris reflete o sonho que paira sobre o Vale do Silício: a ideia de que, com um tanto de tecnologia e ideias, é possível mudar o mundo e aperfeiçoar radicalmente a existência de milhões de pessoas. E os deuses tecnológicos professam essa ideologia com a mesma intensidade: perturbar significa variar e tudo isso soa a "expectativa".
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Entretanto por trás dos ideais que levam à ruptura incentivada pelo Vale do Silício, há uma realidade empresarial mais convencional. As startups chegam ao Vale do Silício atraídas por outra vasto indústria: a do capital de risco. Os investidores apostam milhões - e até bilhões - de dólares nessas organizações recém-formadas com a expectativa de localizar outro Facebook ou Google. Contudo o investimento tem uma consequência. Os fundadores jqopaulojoaolucas.soup.io das startups mais valiosas até agora - Airbnb e Uber - atraíram bilhões de dólares de capital de risco, mesmo que o Airbnb só tenha começado a doar lucro neste momento e a Uber esteja periodicamente acumulando prejuízos enormes.
Mais do que proveitos, os investidores de capital de risco querem observar um potencial de lucro ligeiro, e isso cria uma vasto pressão pra estas corporações novatas. Elas têm que mostrar a toda a hora que estão crescendo. A mantra das startups é a todo o momento acrescentar o número de compradores. Mas, quais são as implicações disso pela incumbência do Vale do Silício pra desenvolver um mundo melhor? A empresa dá um novo tipo de transporte, como se fosse uma "carona".
Foi criada há só oito anos e imediatamente opera em mais de 450 cidades em 76 países diferentes. Entretanto qual é, na realidade, o tipo de universo que a Uber está desenvolvendo? Andrew Salzberg, diretor de transporte da Uber. Uma pura expressão da utopia do Vale do Silício. A Uber seria uma mera corporação que pesquisa o lucro ou seria uma organização que privilegiaria sua atividade social? Em todo o mundo, os taxistas convencionais protestaram contra a Uber por subvalorizar seus preços.
É uma ruptura clássica do Vale do Silício: destruir indústrias usuais oportunizando uma possibilidade popular e barata. Contudo o gasto social desta ruptura vai muito ademais. A Índia é um país com mais de um bilhão de pessoas, e o principal objetivo da Uber pra tua expansão global é entrar até lá.
Pela cidade indiana de Hyderabad é possível olhar as decorrências humanas da ruptura feita em São Francisco. A Uber chegou prometendo um novo tipo de trabalho mais versátil, que empodera os motoristas. Como pela Índia muita gente não tem veículo, sobretudo os possíveis motoristas da Uber, a organização disponibilizou assistência pra eles conseguirem empréstimos para comprar veículos novos.
Deste modo, o número de motoristas foi aumentando, contudo o número de clientes não, por isso os lucros caíram. E, como imediatamente não eram necessários tantos motoristas, a organização cortou os incentivos. Para novas famílias, a existência mudou totalmente depois que a probabilidade da Uber virou pesadelo. Mohammed Zaheer trabalhou como taxista.
Quando a Uber chegou à Índia, ele ficou entusiasmado com a ideia. Em 2015, Mohammed participou de uma greve de motoristas por conta da queda nos lucros. Insuficiente tempo depois, acabou se suicidando. Seu corpo foi levado à sede da Uber no estado. A organização nem ao menos respondeu. Outros motoristas da companhia já se suicidaram em Hyderabad.
Um ex-executivo da Uber - que dialogou com a BBC na forma de anonimato - ponderou que "os motoristas foram enganados", porque não explicaram a eles que os salários e incentivos oferecidos primeiramente poderiam alterar. O mantra do Vale do Silício é que a ruptura "é sempre legal". Que com os celulares e a tecnologia digital, é possível gerar serviços mais eficazes, mais cômodos e mais rápidos. E que o mundo inteiro ganha com isso. Todavia por trás deste "aplicativo impressionante" ou dessa plataforma impecável, está se construindo uma maneira brutal do capitalismo que está deixando de fora alguns dos setores mais pobres da nação. Em uma declaração, a Uber comentou que apoiou a investigação das autoridades depois do suicídio do motorista e assegurou que eles são a essência da empresa - e que está comprometida a aperfeiçoar a experiência deles.
Ainda afirmou que está atuando na Índia de acordo com as "lições neste instante aprendidas". Os titãs da tecnologia conseguiram nos convencer de que não são como novas corporações, como as petroleiras, os bancos ou as grandes farmacêuticas, a quem só importa o benefício econômico. As do Vale do Silício, ao oposto, seriam movidas pelo propósito social de aprimorar o mundo.
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