Cão Cego E Idoso é Espancado, Jogado Em Rede De Esgoto E Sobrevive
Nem sequer velhice nem cegueira pouparam Joãozinho da maldade humana. Na última segunda-feira (20), o cão de dez anos foi espancado e jogado em uma rede de esgoto pra morrer, em Paulista, Localidade Metropolitana do Recife (RMR). O crime foi cometido a mando de um comerciante da área que estaria incomodado com a presença do animal.
O que poderia ter terminado em tragédia virou uma corrente do bem em benefício do cão, que está à pesquisa de um novo lar. O crime aconteceu pela Rua Brasil, no bairro de Maranguape, Paulista, onde o idoso que encomendou a morte do cão mantém um fiteiro. Ele vende comida e o cachorro, que é de rodovia, estava por perto.
Ele determinou os garotos, usuários de drogas do entorno, se livrarem do cachorro", conta uma moradora do bairro, que preferiu não se discernir. Joãozinho, como ficou famoso, arrastou-se por em torno de cem metros até outra saída do esgoto, onde obteve cuidados da população. No momento em que viu o cachorro do lado de fora, o homem determinou que batessem nele até matar e que depois jogassem em qualquer lixo distante do fiteiro dele", relatou a mulher.
O comerciante, popular por não desejar de animais, ainda teria intimidado fazer o mesmo com outros cães. Um boletim de ocorrência necessita ser inscrito nos próximos dias pela moradora que fez o pedido de resgate do cão. Fui procurada por essa protetora, e deste jeito mandei procurar o cachorro. Apesar de cego e muito machucado, ele não foi violento.
Confiou na gente", conta a ativista Goretti Queiroz, que realizou o resgate de Joãozinho. Desde a noite da segunda-feira, o cão está sendo tratado pela clínica Plantão Veterinário Dr Rogério de Holanda, na Madalena, Zona Oeste da capital. O quadro do cachorro é crítico. Desidratado, subnutrido, com anemia, catarata nos 2 olhos, infecção digestiva, artropatias e uma hérnia grande pela localidade anal, o cão terá que de cirurgia e fisioterapia. Os custos do tratamento são grandes e, assim, uma campanha de arrecadação de doações está sendo feita de um a outro lado das mídias sociais.
Ver artigo principal: Vírus da raiva O agente da raiva é um Rhabdovirus com genoma de RNA simples de significado negativo (a tua cópia é que é lida como RNA mensageiro — ou mRNA — pela sinopse proteica). Para a geração dos anticorpos o antígeno capaz de fazê-lo é a glicoproteína do envoltório viral.
O agente etiológico da raiva foi primeiramente identificado por Adelchi Negri, em 1903 que, por ver os corpúculos virais presentes nas amostras, tomou-os por parasitas protozoários. Primeiramente era apontada apenas uma espécie virótica do lissavírus como agente da raiva. Mais tarde o uso de métodos sorológicos detectou a vida de 4 sorotipos diferentes. Modernamente, com a análise da genética molecular, 7 tipos distintos foram detectados.
O formato de bala dos vírus (vide imagem) caracteriza-se por ter uma das pontas em formato arredondado, e a outra reta — se bem que possa suceder serem ambas arredondadas, em forma de bacilo. A inoculação acontece a partir da saliva do animal contaminado, especialmente na mordida (menos frequentemente por arranhadura ou lambida em mucosas).
Cabeça de chacal, pra exame comprobatório. Em 1973 foi pensado o Programa Nacional de Profilaxia da Raiva Humana com o encerramento de reduzir a infecção humana por intermédio do controle nos animais domésticos, além das medidas profiláticas imediatas para aqueles que tiveram contato com animais raivosos. Fundada por Claude Bourgelat, em 1762, com respaldo em édito de Luís XV.
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Esta escultura localiza-se no monumento funerário de Pasteur, em sua cripta. Institucional (2002). «A Raiva». Instituto Pasteur de São Paulo. Institucional (2002). «O que é a raiva». Instituto Pasteur de São Paulo. Leila Duarte; Maria do Carmo Drago. A Raiva» (PDF). Évora. Carmello Liberato Thadei. «Raiva ou Hidrofobia». LOPES, Antonio Carlos (2006). Diagnostico e tratamento. Volume dois. Página 1178 e seg. Barueri: Editora Manole Ltda. pp. Fábio Guibu (14 de novembro de 2008). «Brasil registra caso único de cura de raiva». Folha de S. Paulo. Kotait, Ivanete; Maria Luiza Carrieri e Neide Yumie Takaoka (2009). «Raiva - estilos gerais e clínica» (PDF). Manual 08. Instituto Pasteur, São Paulo.
Besson, André (2009). «O medo nos tempos da Raiva». História Viva. Quinze. São Paulo/Rio de Janeiro: Duetto. FERREIRA, Luiz Alberto Peregrino (2008). «O Conceito de Contágio de Girolmo Fracastoro nas Teses A respeito Sífilis e Tuberculose.» (PDF). Instituição Federal de Santa Catarina, Florianópolis. Vallery-Radot, Rene. «The Hydrophobia Problem». In: BiblioBazaar, LLC. The Life of Pasteur. Historical Perspectives A Centennial Celebration: Pasteur and the Modern Era of Immunization» (html) (em inglês). VALLERY-RADOT, op. cit. pags.
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