Cansados De Cartões, Empresários Buscam Outras Maneiras De Networking

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Cansados do isolamento de trabalhar sozinhos em moradia, de trocar diversos cartões de visita em feiras e eventos que geram poucos negócios ou com objetivos de internacionalizar a rede de contatos, empreendedores estão pesquisando novas maneiras de fazer networking. Vale absorver um grupo de inexplorados pra um dia de trabalho e troca de experiências em casa, pagar para virar sócio de um clube limitado e que promete fomentar negócios ou usar uma plataforma especializada no agendamento de reuniões internacionais. Toda forma de encontro é válida, poderá ser um café, um boteco, ou uma rede social.



O desafio é adquirir reunir o lazer que o evento fornece com a objetividade necessária pra realização de negócios, reconhece Ana Carolina de Oliveira, gerente do Sebrae-SP. O dono de uma pequena empresa, várias vezes, é um solitário. Não tem um grupo de diretores, gerentes e trainees com contatos e recentes ideias. Desta maneira é fundamental sempre ampliar o círculo de relações, diz José Sarkis Arakelian, professor de estratégia da Faap. Numa sala de estar, oito pessoas sentadas em pufs, cadeiras e sofá repetem um exercício pra elevar a energia: respirar fundo erguendo os braços para cima e expirar com potência, deixando eles cairem ao lado do corpo.




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Após três rodadas de vinte respirações, todos estão prontos para começar o trabalho. Contudo antes devem contar quais são suas metas pros próximos quarenta e cinco minutos, seja limpar a caixa de e-mails, seja digitar uma proposta pra um comprador ou um relatório. Todos irão para seus postos numa das mesas próximas a harpa no fundo da sala e trabalham em silêncio até a próxima pausa de 15 minutos.



Começa nova atividade -no caso, uma explanação da DJ Thaysa Azevedo sobre formação de suas playlists -e há uma prestação de contas com o grupo a respeito do que qualquer um conseguiu produzir. Os encontros são marcados pelo Facebook e as vagas nas casas preenchidas por ordem de confirmação de presença. No grupo paulistano há 375 participantes. Max Nolan, 38, fundador da agência de branding (gestão de marcas) Dervish e responsável pelo trazer o movimento para São Paulo, marca os ciclos de quarenta e cinco e 15 minutos repetidos durante todo o dia e conduz as atividades.



Ele conta que há seis meses trabalha em home-office e, desde logo, passou a sentir inexistência de mais interação. Cansado de trocar cartões em feiras e eventos pra localizar freguêses pra sua agência de marketing e ter resultados desanimadores, o empresário Maurício Cardoso, 41, decidiu fazer dessa dificuldade um negócio. Ele abriu em 2014 no Rio de Janeiro o Clube do plataforma elevatória https://www.grupoapc.com.br/plataformas-articuladas/ Networking, em que são realizados cafés da manhã pra grupos de até vinte e cinco empresários. Os encontros semanais, que vão das 9h às doze horas, e reúnem até vinte e cinco pessoas. Indico ler um pouco mais sobre isso através plataforma elevatória https://www.grupoapc.com.br/plataformas-articuladas/ do site plataforma elevatória https://www.grupoapc.com.br/Plataformas-articuladas/ (www.grupoapc.com.br). Trata-se de uma das melhores fontes sobre este tópico pela internet. As turmas não conseguem ter empresários concorrentes.



O clube detém cronograma de discussões e atividades para cada encontro, que buscam esclarecer o que é networking, fomentar negócios entre os contatos dos participantes e promover a troca de boas práticas de gestão, explica Cardoso. Ele afirma que o período de convivência dos empresários no clube permite a fabricação de vínculos, o desenvolvimento de certeza e a promoção de negócios entre eles e bem como indicações de serviços para conhecidos de quem está no grupo. A ideia é uma expansão do que ocorre no universo empresarial de modo informal há bastante tempo, segundo avaliação de José Sarkis Arakelian, professor da Faap.



É comum que um grupo de empresários combinem uma pizza semanal em que cada um leva um colega pra, além de se divertir, ter ideias de negócios. Fábio Tauk, quarenta e um, usou o clube para socorrer na sua mudança de executivo em grandes corporações para empresário. Ele está lançando nesse semestre a Sky Vídeo Brasil, de filmagens aéreas a partir de drones.



Como não tinha contato com vários empresários, buscou o clube. Dali, surgiram indicações pros serviços que precisaria no começo da companhia, como advogados, agência de marketing. Também encontrou serviço pra serviço de reforma em sua residência. Durante o tempo que ele contratou Mariana Simões, 31, foi pro clube pra encontrar clientes para sua agência de marketing digital Movementes, conta. Sócia do clube desde tua primeira turma, ela participa nos dias de hoje de teu quarto tempo de reuniões.



Hoje, 20 por cento do faturamento de tua corporação, com nove anos de mercado, vem de indicações pelo clube, trinta e cinco até neste momento (ela não revela o valor total da receita). Empreendedores que vão atravessar alguns dias fora do Brasil para relaxar ou a serviço têm um site próprio pra agendar reuniões com empresários de outros países. A plataforma Startuptravels foi lançada em 2014 e conta hoje com 4.500 cadastrados de 60 países. Segundo um de seus fundadores, o dinamarquês Anders Hasselstrøm, vinte e quatro, foram efetuados 600 reuniões em 5 meses de atividade da plataforma.