Câmera Flagra No momento em que Mulher Abandona E Atropela Gato Em Pouso Contente, MG
A câmera de segurança de uma moradia flagrou no momento em que uma mulher abandona e atropela um gato em uma rua de Pouso Alegre (MG). Nas imagens é possível enxergar no momento em que a mulher chega em um automóvel vermelho e tira o gato de dentro do veículo. Logo depois, ela volta à direção e sai, atropelando o animal. O gato ainda consegue se recuperar e deixa o lugar andando. Apesar do filme, a Polícia Militar informou que não recebeu nenhuma denúncia e não têm infos sobre o caso. Apesar do desembolso supermilionário, coleta não foi suficiente para cobrir custo extra na criação. Entrada de recursos estrangeiros puxou consequência.
Sugiro que a PF aproveite essa pausa para reintroduzir pela capa o Brasão de Armas do Brasil, um dos 4 símbolos oficiais da República (post 13, I, da Constituição), retirado no governo Dilma e substituído por um desenho do Mercosul. Apesar de tudo, somos cidadãos brasileiros, e não do Mercosul. A República Sindicalista do Brasil está promovendo mais um feriadão nesta sexta-feira, no momento em que garantem nos usurpar do justo de deslocar-se e vir na vã tentativa de implantar o caos total, começando pela cidade com o maior contingente populacional do Estado.
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Querem porque querem que o seu domínio, iniciado com o ex-metalúrgico e continuado com a arribada, se perpetue. Desespero de causa, na proximidade do encerramento da mamata fascista do Imposto Sindical obrigatório, que nós, trabalhadores, não vemos a hora que termine. Não tem alternativa: são eles ou somos nós. Por que não exercem protestos no fim de semana ou, se querem dia benéfico, na segunda-feira?
Já que término de semana é pra gastar o dinheiro dos impostos pra vadiar e segunda-feira é dia de ressaca. Ora, faz-se muita baderna em nome da independência de expressão e da democracia, mas, se está contra os interesses da maioria, isso não é democracia, só interesses de determinadas categorias. Não desejamos mais paralisações nem sequer vandalismos, que por certo acontecerão.
Há limites para tudo! Ninguém poderá proibir estes abusos? Quem lhes deu o certo de comandar nossa vida? Quando ficaremos livres do rastilho de pólvora semeado pelo lulopetismo? Basta, não suportamos mais esta ignorância crassa que pretende domar o país outra vez! A "greve geral" da turma da mortadela ou da "Narizinho" (virou a sombra de Lula, impressionante como consegue estar no Senado e atrás do "cara" em todas as fotos) tem que ser uma greve verdadeira, pelo menos uma vez. Fiquem todos em casa, reunidos em sinal de desinteresse pelos rumos do Nação. Renan Calheiros deixou a liderança do PMDB no Senado e ainda saiu atirando no presidente Michel Temer, descrevendo que o governo não tem importância para guiar as reformas propostas ao Congresso. Até parece que ele é santo, honesto e exato.
O discurso cínico de Renan Calheiros na tribuna do Senado somente confirma o que é de discernimento de todos: o "modus operandi" dos peemedebistas é o oportunismo. Sempre que órgãos da Justiça estiverem atrelados a interesses políticos, vamos prosseguir a assistir a este real "saco de gatos" na política brasileira. Na relação tríplice para escolha do subcessor de Rodrigo Janot na chefia da Procuradoria-Geral da República (PGR), Nicolau Dino era o primeiro e Raquel Dodge, a segunda.
Como a política é quem dirige a Justiça, Michel Temer escolheu a segunda, que é da preferência dos peemedebistas. Raquel Dodge nem sequer assumiu o cargo de procuradora-geral da República e neste instante tem gente questionando o procedimento de tua escolha e tuas eventuais amizades, como, a título de exemplo, Gilmar Mendes e Jose Sarney. Que nação é esse? E que maldita divisão nos fez sermos bem mais hipócritas do que agora éramos e fomos?
É lamentável olhar questionamentos mesmo sem ela ter assumido e ter tomado cada quantidade que merecesse questionamentos. Com ligação à nomeação de Raquel Dodge, desde no momento em que quatro anos viraram tradição? Até no momento em que a mídia vai redizer este mantra? Como dizia meu professor de latim, Ivo Gilberti, no ginásio, ao recitar as Cantilinárias: "Quo usque tandem abutere, Catilina, patientia nostra?
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