Cães Da Guarda Civil Ajudam No Tratamento De Meninas Autistas Em Faculdade Municipal
Programa de cinoterapia foi implantado há 4 meses e socorro dois estudantes de Cerquilho (SP). O auxílio de cães da Guarda Civil Municipal está colaborando no tratamento de gurias autistas da Faculdade Municipal Educação Especial José Bepe Modolo, em Cerquilho (SP). O programa de cinoterapia, que usa cães em tratamentos multidisciplinares de pacientes, foi implantado há quatro meses.
De acordo com a coordenadora Patrícia Rodrigues, ele ainda é piloto, todavia imediatamente trouxe resultados positivos logo no primeiro mês. Os pais tem relatado que as criancinhas pois ficando mais calmas de forma geral, ou seja, os resultados estão sendo positivo. Como o projeto é piloto, estamos trabalhando com somente 2 alunos autistas, um de grau suave e outro mais enérgico.
Quando tivemos resultados mais concretos do programa, pretendemos estender pra outros alunos com o distúrbio", explica. O filho da costureira Gislene Moreira Assunção, tendo como exemplo, é um dos alunos que faz parte deste projeto. Ela conta que imediatamente consegue passear com filho e que a terapia o ajudou a exceder o temor que tinha por cães.
A terapia está fazendo super bem para ele. Sem demora ele é mais calmo, está menos inquieto, a fala dele criou bastante e eu consigo sair com ele, coisa que não conseguia fazer antes. A terapia também ajudou a passar o horror de cachorro. Antes ele tinha pavor, gritava e se escondia a todo o momento que rodovia um e prontamente ele ama", conta a mãe emocionada.
De acordo com o guarda civil Reinaldo Donizete, os cães usados no programa foram treinados para que pudesse fazer quota da ação. Nós prontamente havíamos treinando os cachorros para atividades em diversas escolas e aí surgiu o convite para participarmos do projeto. Assim sendo fizemos um curso no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clinicas com a equipe do TAC, que é a Terapia Assistida por Cães, como responder estas moças. Isto é qualquer coisa prazeroso para toda gente pra moças e pros cães. Para nós é muito gratificante", afirma.
A resposta está no habitat, segundo especialistas. A agricultura inevitavelmente afeta o equilíbrio entre elementos químicos no solo, como o magnésio, e isso resulta no episódio de que algumas plantas jamais "pegarão" em terras cultivadas. Hoje, o único segredo conhecido de cultivar estes mirtilos é desmatar uma localidade e deixar as plantas em paz.
Pra Kenneth Parejko, biólogo da Instituição de Wisconsin (Estados unidos) que estudou o "enigma do silphium", plantas silvestres são particularmente sensíveis a essas alterações. Quem sabe os gregos estivessem a par disso. Há outra expectativa: o silphium era um híbrido. O cruzamento de espécies é famoso em abundantes ramos da biologia. Um camelo macho com uma lhama fêmea, a título de exemplo, resultam nos "camas", filhotes com o potencial de criação de lã da mãe e a potência do pai. No mundo das plantas há os morangos de jardim, cruzamento das variedades norte-americanas e chilenas - as frutas resultantes são maiores e mais suculentas.
- Zilma fiscina citou: Trinta e um/01/doze ás 10:Cinquenta e oito
- 03/02/2018 08h00 Atualizado 03/02/2018 08h00
- "Os presos não tinham armas, nem ao menos mesmo facas"
- Neiva, rs alegou: Dez/09/doze ás 00:51
- Nyque disse: Dez/09/12 ás 00:34
E o que discursar do milho, o mais conhecido híbrido da agricultura e cuja realização anual supera 360 bilhões de metros cúbicos? Contudo durante o tempo que a primeira geração destas uniões pode ser altamente desejável, seus "filhos" e "netos" frequentemente não estão no mesmo nível. Híbridos de segunda formação são bastante imprevisíveis porque desequilíbrio genéticos - imaginem um animal com o temperamento da lhama e a capacidade de elaboração de lã de um camelo, por exemplo.
Em plantas selvagens, todavia, isto não é um defeito. O cruzamento necessita suceder somente uma vez e, a partir daí, as plantas não crescem de sementes, entretanto a começar por reprodução assexuada pelo avanço das raízes. Um exemplo está nos cemitérios do Oriente Médio, em que um tipo de íris cresce em túmulos muçulmanos milhares de anos após o primeiro cruzamento em qualquer deserto - isso apesar das plantas serem estéreis.
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