Bob Brincava Perto De Duas Crianças
Bob tinha quatro anos, vivia cercado de crianças e era um dos mascotes da favela de Heliópolis, a maior de São Paulo. O cachorro não tinha residência nem sequer dono, no entanto ganhava banho, comida, á é roupas dos moradores. Na noite do último sá Bob brincava perto de duas crianças, de 4 e 7 anos, por volta das 20h, no momento em que correu atrá
Ãcia enquanto latia. De acordo com testemunhas do caso ouvidas na BBC Brasil que pediram para não ser identificadas, um policial se irritou com a situação, sacou uma arma e fez um disparo fatal pela cabeça do cão. O caso revoltou os moradores da favela e adquiriu repercussão nas redes sociais. A foto do cão morto, junto a um projétil de arma de fogo, se espalhou. Apenas uma das publicações feitas no Facebook teve mais de 800 compartilhamentos. A PolÃcia Militar informou que, na noite de sá áreas próximas a bailes que ocorriam em Heliópolis pra "precaver crimes e assegurar o sossego da população".
A indignação dos moradores também se refletiu nas ruas de Heliópolis. As principais vias da região foram bloqueadas em reação à morte do cão, como a rua das Lá ônibus foi incendiado. Pela estrada Almirante Delamare, moradores viraram caçambas e queimaram lixo pra impedir a passagem de veÃculos. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que os protestos foram motivados na operação policial contra bailes funk. Para esta finalidade, a polÃcia usou bombas de gá
êneo e balas de borracha, inscritos em vÃdeos gravados pelos próprios moradores. José Renato Varjão, 33, comentou ter participado do protesto pra cobrar uma punição aos policiais envolvidos no caso. Bob foi adotado pelos moradores de Heliópolis após a tua dona se variar pra um apartamento. Eles dizem que a mulher ponderou que não haveria espaço pra ele pela nova casa e deixou o animal pela via. Richard Wellington da Silva, 23, que costumava alimentar o cachorro, diz que Bob nunca mordeu ninguém.
Polêmico, às vezes contraditório e a toda a hora brigão, tinha duas faces: a do intelectual superdotado, que se exaltava, odiando, como Horá O Luiz Schwarcz lembrou a amizade que Paulo dedicava aos amigos. Num fim de semana, sabendo que Jorge Zahar, doente, estava choroso, tomou um avião pela sexta. No sábado, apanhou amigos comuns (Ruy e Millôr) e levou-os a fazer companhia ao editor, que morreria insuficiente depois. No domingo à noite, embarcou de volta pra Nova York. Passou um de seus últimos fins de semana integralmente ao lado de um dos amigos que mais admirava. Todos os que tiveram sua amizade conseguem contar episódios similares.
Seu último jantar no Rio foi em minha residência, em companhia do Ruy. Levei-o ao hotel em Copacabana. Ao saltar, não se esqueceu daquela cortesia que quase ninguém usa mais: pediu que eu agradecesse à minha mulher o modesto jantar que lhe oferecemos. Em 1965, 8 amigos seus foram presos em frente ao hotel Glória. Ao saltarmos no quartel, Glauber Rocha apontou para a calçada: "Olha, o Paulo Francis!" Ele nos acompanhara à distância, solidá
Se foi, com certeza, ela achava que era com o intuito de fazer cabelo e unha. No decorrer dos governos militares os órgãos de inteligência constataram e fecharam residências que serviam pra encontros entre terroristas pra sequestrarem autoridades e outros atos tais como assaltos a bancos e atentados. Tais redutos eram chamados de "aparelhos".
Pela prática, o Instituto Lula nada mais é que um aparelho. Lá se tramam (ou tramavam) sequestros de dinheiro público e atentados contra a moral e os bons costumes do público. Qualquer semelhança é mera coincidência. Oportunista, Lula aproveitou o vácuo de perícia dos seus predecessores e foi eleito. Ficou um craque na arte de dizer o que o público queria ouvir, e, dourado pelo sol populista, surfou pela máxima de que "os fins justificam os meios".
Cercou-se de intelectuais, artistas, empresários e governistas hipnotizados pelo teu carisma, adquiriu sustentação e importância, a despeito de tua ignorância. Nascia "o indigente que chegou lá", humanizado por uma aura de simplicidade bastante controversa. O Lula de verdade, minha gente, não era de esquerda nem sequer de direita, tampouco um predestinado salvador da Pátria, tua meta a todo o momento foi o poder pelo poder.
- Pelagem: pelos compridos, com destaque em redor do pescoço e nas extremidades da cabeça
- 206 Está bem
- Secreções bucais
- 0 (0) X (0) 0
- Vire essa ponta para cima e dobre as duas laterais pro centro
- 2 Tipo de partículas
- Lília falou
Lula diz que é atacado pra que o impeçam, entre novas coisas, de lutar contra as reformas ora discutidas: a trabalhista e a previdenciária. Já vai ter gente aí informando que eu sou petista, que ajudei no "golpe" e tal. Na verdade, o único petista em quem votei foi Suplicy, pro Senado, confiante em sua honestidade.
Era o mais preparado pela época. Estou apenas um tanto assombrado. Acho até sensacional que as pessoas pugnem pela prisão de "x", "y" ou de Lula. Ora, se não foi aprisionado preventivamente, é em razão de alguma explicação há que minha sensibilidade ou inteligência médias desconhecem. De fato, existe um enorme caminho a trilhar, na manutenção do Estado Democrático de Direito.
E há que ter cuidado com este frisson todo que acomete a sociedade. Qualquer cidadão merece ser julgado - com justo à ampla defesa, ao devido procedimento boa e observadas as demais garantias constitucionais - pra, sendo sentenciado, com correto a recorrer, ser enfim preso. Não estou defendendo o sr. Luiz Inácio, entretanto até os bárbaros nazis tiveram direito a um julgamento em Nuremberg.
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