Belém Tem 200 Mil Animais Abandonados Nasruas; Saiba Como Denunciar Maus-tratos

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No Brasil, maltratar animais é crime, segundo a legislação ambiental do país. Está na Constituição de 1988, reitera Nini Bandeira, porta-voz da Suipa (Sociedade Combinação Internacional Protetora dos Animais). Basta ler o postagem 32 da lei federal de número 9.605, que é bem clara. Quem quiser denunciar uma situação de maus-tratos precisa buscar a delegacia de sua cidade e marcar um boletim de ocorrência. O delegado, assim, precisa investigar a situação, levando-a ao juiz. Caso fique provado, e o animal tiver um dono responsável, só a Justiça podes resgatar este bicho do local onde ele foi maltratado e providenciar tratamento e cuidados necessários.



Na sua opinião, como o socorro a animais maltratados poderia ser mais eficiente? Caso o animal não tenha dono e viva nas ruas, o mais indicado é informar a ocorrência de maus-tratos a um abrigo ou a uma universidade dedicada a cuidar de bichos. De acordo com a lei, a pena para que pessoas "praticar feito de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos" é de 3 meses a um ano, além de multa. Se o bicho morrer, a pena poderá acrescentar "de um sexto a um terço".



Sem nenhuma assistência do Estado, voluntários cuidam de cães, gatos, cavalos e outros animais sem dono resgatados das ruas de Belém, capital do Pará. Todavia ainda há muito a fazer: cerca de duzentos mil bichos estão abandonados pela cidade e precisam de assistência. Os números são do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) local. Depois de uma vida de trabalho duro, alimentação necessitado e maus-tratos, cavalos são deixados à própria sorte por seus antigos donos e correm o risco de morrer sem o socorro adequado. Maria de Jesus Bentes é uma das responsáveis por tratar desses bichos. Responsável pelo um abrigo, ela cuida de Bárbara, uma cadela encontrada em um buraco com muitas feridas e uma doença que dificulta a locomoção. Maltratar animal não é apenas bater. Se você o prende e não oferece a ele comida, isso é mau-trato. Você está maltratando pela medida em que você não acode.



Com a traseira fechada, o A3 não permite o acesso à bateria, um fator respeitável para definidas pessoas e que é um diferencial de outros aparelhos da linha Galaxy. Além da traseira, a lateral do A3 bem como é de metal. A armação de metal deixa o aparelho mais robusto e passa mais certeza ao segurar o smartphone. O A3 tem uma configuração intermediária, com chip Snapdragon 410 quad core de um,dois GHz e 1 GB de memória. Essa configuração é bastante pra rodar bem todos os aplicativos mais comuns e mesmo alguns jogos mais "pesados".



Nos benchmarks, o A3 teve funcionamento aproximado a outros aparelhos intermediários, como o Zenfone 5, da Asus. Foram 21.498 pontos no AnTuTu; Um.844 no Vellamo HTML5; 966 no Vellamo Metal e 1.187 no Vellamo Multicore. De modo geral, são bons valores, compatíveis com um aparelho de sua classe. A tela do A3 tem quatro,5 polegadas e resolução qHD (960 x 540). Usuários mais exigentes podem até reclamar da falta de uma resolução Full HD, entretanto a verdade é que pra telas desse tamanho o qHD dá certo super bem. Uma resolução superior não traria benefícios interessantes e só aumentaria o consumo de energia.



Como essa de os outros modelos da linha Alpha, o A3 vem com a versão quatro.Quatro.4 do Android com interface TouchWiz, velha conhecida de quem agora usou um celular Galaxy. A Samsung não se pronunciou de forma oficial a respeito de uma atualização para o Android 5.0 (Lollipop), todavia, até por ser de uma série nova, é muito viável que o A3 ganhe uma atualização para o Android mais recente nos próximos meses. A Samsung a todo o momento foi criticada por entulhar seus celulares com aplicativos duplicados e diversas vezes inúteis, entretanto necessita-se reconhecer que nos últimos celulares essa abordagem foi reduzida.







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Apresenta para relatar até que a Samsung está na média dos outros fabricantes, com um ou outro app próprio. No quesito câmera, o destaque fica para a frontal, utilizada pra selfies. Além de ter resolução de cinco Megapixels, maior do que a média, ela traz uma lente que captura uma área superior do que o usual. O aplicativo de selfies traz assim como um método envolvente para criar GIFs com a câmera frontal. A câmera traseira de 8 megapixels está na média, o que isto é que é bastante para retirar fotos de boa particularidade nas situações mais comuns. Nos testes do iG, a bateria do A3 durou por volta de oito horas com vídeo em tela cheia, brilho no máximo e Wi-Fi ligado. É um valor excelente, acima da média de 6h30 de duração de outros aparelhos no mesmo teste.



Com o A3 (e seus irmãos maiores, A5 e A7), a Samsung mostra que enfim levou a sério as opiniões feitas ao design de seus aparelhos nos últimos anos. Em um mercado cada vez mais disputado e com aparelhos básicos já suficientes para satisfazer a maioria dos usuários, o design é um fator que ganha credibilidade na diferenciação da marca, e a série Galaxy A mostra isto.