Atins Como Surgir E Onde Ficar
O que fazer em Atins, onde ficar, como regressar. Atins é uma legal opção de cidade base pra percorrer os Lençóis Maranhenses, para que pessoas quer mais tranquilidade do que em Barreirinhas. Atins me lembrou bastante Jericoacoara. Uma Jericoacoara de antigamente. Se a proposta é curtir um local paradisíaco, acordar em Atins, em Lençóis Maranhenses, é uma experiência incrível.
Assim como este em Jericoacoara (que também faz parcela de um roteiro denominado Rota das Emoções), Atins também tem ruas de areia, praia, lagoas e dunas. Porém ainda permanece quase desconhecido e de trabalhoso acesso. Foi nossa escolha, depois de atravessar alguns dias hospedado em Barreirinhas. Nossa viagem começou em Barreirinhas, onde fizemos os passeios habituais.
No passeio pelo rio Preguiças optamos por ficar em Atins, um território especial que valeu muito a estadia. Conheci esse lugar por meio de uma amiga, que foi até lá durante tua viagem pros Lençóis Maranhenses. O acesso é um tanto árduo sim, porém vale muito a pena atravessar uns dias por lá, curtindo um lugar paradisíaco, bem mantido e onde é possível conseguir dunas e praias apenas caminhando.
Olhe assim como nesta postagem várias imagens das praias, dunas e do fantástico pôr do sol que vimos por lá. No desfecho desse artigo, não perca várias dicas de que forma aproveitar melhor a viagem pra Atins. Atins é uma das cidades dos Lençóis Maranhenses, que é muito mais tranquila e isolada que Barreirinhas. Para quem não podes gastar tudo isto, o negócio é se encaixar no passeio de barco pelo Rio Preguiças. Atins, mais passeio Caburé - ida e volta).
De cada forma, é um valor muito próximo de ter fechado um voadeira peculiar, por isso vale negociar bem isto aí. Outra agência que também apresenta o serviço é a Agência Escolha Turismo. Por esse caso do passeio, o rumo até Atins leva em torno de três horas, por causa de acrescenta paradas turísticas no caminho. Não suave muita bagagem, não vai ter espaço no barco com outros passageiros. Há opção assim como em encaminhar-se direto de São Luís, sem ter de ir por Barreirinhas, foi a opção que o nosso colega Rafael Fraga adotou.
O contato inicial com Atins é bem envolvente. A voadeira desembarca na praia mesmo, não há pier nem nada, e havia movimento de alguns locais descarregando coisas e poucos turistas, na maioria estrangeiros. Fomos leves, somente com uma mala pequena, visto que no barco não cabia coisa muito superior mesmo. O resto deixamos na pousada em Barreirinhas.
Lá chegamos, ficamos esperando por volta de 15 minutos até que o carro da pousada chegasse para nos buscar. O transfer foi gratuito mas é imprescindível, pelo motivo de o Rancho do Buna fica retirado da praia. Uma bacana opção de hospedagem é o Rancho do Buna, um ambiente bastante rústico, onde em 2011 não encontramos ar condicionado, televisão ou frigobar nos quartos (supostamente hoje a infraestrutura melhorou e eles prontamente oferecem ar condicionado).
Os quartos são grandes, pequenos chalés. Em Atins também não rola web. Em compensação, a pousada é um óasis de paz e serenidade, com vários bichos e excelente comida. O atendimento bem como é simpático e cordial. Ao chegarmos no Rancho do Buna, ficamos impressionados com a beldade da decoração e dos espaços. O ambiente é povoado por diversos tipos de animais, desde cachorros até pavões. Outros bichos nos atormentaram mais à noite, como pernilongos e pererecas no quarto.
- Procure o selo de segurança nas embalagens (aqueles que podem ser raspados com metal)
- Qualidades principais: sensibilidade e inteligência
- Feito de amor do dono
- 192 Sou grato
- Identidade - Autor(a): Daniel Francoy - Editora: Urutau
- TELEJORNAIS - Fala Brasil
- vinte e dois/doze/2017 07h43 Atualizado vinte e dois/12/2017 07h43

Mônica gerencia a pousada, é atenciosa e nos entregou a chave do quarto sem nem preenchermos nenhuma ficha. O quarto é amplo, mas Cleber ficou aterrorizado em razão de não tinha Tv nem ao menos chuveiro elétrico nem sequer ar condicionado nem ao menos frigobar. Finalmente, o local é rústico mesmo, "não tem" é o que mais ouviríamos durante nossa estada por lá.
Mônica nos alertou que a proposta ali era desligar-se do universo, relaxar. É bom alertar mesmo, pra que as pessoas não cheguem esperando este tipo de conforto, não é a proposta em Atins. No entanto depois os encantos e a paz do espaço compensam. Ela também nos desenhou um mapa de Atins. Fechamos o passeio da Lagoa Verde pro dia seguinte e fomos para a piscina, que não estava muito limpa, tinha até lagartixas nadando. Na quota de trás da pousada, tem a saída para um igarapé, que bem como fomos compreender, com água dourada e limpa, onde na maré cheia barcos entram pra deixar os passageiros no Buna.
Essa foi a opção de hospedagem do nosso comparsa Rafael Fraga. Ele disse que adorou a pousada por permanecer bem próxima da praia, pela atenção e admiração dos funcionários e pelas refeições disponíveis no ambiente (não inclusas), como a gastronomia italiana. O ponto negativo fica pra água corrente (chuveiro e pia), salobra.
Nota: A Lagoa Verde transbordou e infelizmente não é mais um ponto que merece a visita em Atins. Felizmente, a região tem outras opções tão bonitas quanto. Outra opção para quem curte camarão é o famoso camarão da Luzia, que fica no Canto dos Atins, mesmo local onde estão as dunas e metade do caminho para a Lagoa Verde.
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