As Melhores Franquias Pra Investir Segundo Os Próprios Franqueados

SÃO PAULO - Pela última sexta-feira (24), a ABF (Liga Brasileira de Franchising) premiou as melhores organizações franqueadoras no mercado, segundo os próprios franqueados. O SEF (Selo de Excelência em Franchising) tem o objetivo incentivar as boas práticas de franquias, tal que a chancela é concedida por meio da avaliação feita por quem investiu no paradigma da empresa. Em sua 25ª edição, o Selo teve a maior adesão da sua história, com 232 redes membros e destas, 205 foram chanceladas.
O detalhe revela que do total de dois.942 redes existentes no País, menos de 10 por cento figuram no selo do grupo. O vencedor da ordem Franqueador do Ano foi a Chilli Beans, rede especializada em óculos escuros e acessórios da América Latina. O InfoMoney selecionou trinta franquias entre aquelas que receberam o SEF.
Invista: Junte alguns possíveis cliente e ofereça de graça ou faça uma degustação. Desse modo você testa o objeto, gera prova social (posição positiva de clientes) e consegue mais compradores. Você não vai ter lucro desse momento e talvez algum prejuízo, no entanto não é prejuízo, é investimento. Mas comece com pouco, não gaste muito nesta fase. O seu superior investimento é o teu tempo. Gere valor: Faça o melhor produto que você puder e mostre isso pra pessoas. Pense sempre no que as pessoas querem. Começo é trabalhoso: Você vai trabalhar muito no começo, porém irá colher as frutas se acompanhar os passos corretos que vamos ensinar. Procure direção: Existe diversas dicas na web e você podes encontrar muita coisa, mas nesse lugar vamos levar assunto selecionado, assim não perca os próximos posts.
Adel percebeu que a Tamweel poderia virar um nome de peso no mercado global e resolveu fechar o tópico em seus adolescentes gerentes, preparando essa turma pra liderar operações não apenas locais ou regionais, entretanto assim como globais. Segundo Adel, com este programa de orientação intensiva ele está "formando presidentes, não administradores".
- Três - Balões infláveis
- Trucks de produtos e serviços
- 2 EVOLUÇÃO E AS ERAS DA COMERCIALIZAÇÃO
- Organize os produtos em prateleiras
Quando observamos o potencial de liderança em economias emergentes, corremos o risco de presumir que modelos de liderança criados nos EUA ou pela Europa Ocidental funcionarão em outros locais. Liderar significa estabelecer vínculos emocionais pra instigar e inspirar os outros. Nessa empreitada, nossa eficiência tem fortes matizes culturais. Sabemos, por causa estudos, que a perspectiva das pessoas em relação ao jeito de seus líderes varia de nação pra país. Mas devemos de mais pesquisas a respeito de aquilo que é universal pela liderança e a respeito aquilo que é culturalmente específico. Na pesquisa desses princípios universais da liderança, vejamos o que é possível descobrir em mercados emergentes.
Há por volta de 10 anos venho acompanhado a carreira de dirigentes empresariais — nenhum deles branco — pela África do Sul pós-apartheid. Muitas destas pessoas me proporam que há um tipo africano de liderança, capturado no conceito de ubuntu, comumente sintetizado pela frase "eu sou por causa de nós somos". Se este estilo efetivamente haver, a mentalidade decorrente do ubuntu quem sabe seja condizente com o talento para forjar parcerias dentro de organizações e entre elas — talento cada vez mais essencial, não importa onde se opere. Que outras abordagens à liderança você encontrou em economias emergentes?
Fiquei particularmente interessada naquilo que vi pela HCL Technologies, uma corporação indiana de tecnologia da dado que, segundo alguns, teria a gestão mais moderna do mundo. O primeiro início da estratégia de alteração da HCL é denominado — com um toque de provocação — "primeiro o funcionário, depois o cliente". Em outra manobra, Vineet — pra frisar a importância da transparência na liderança — pôs seu próprio feedback de 360 graus na intranet da organização e incentivou sua alta equipe e milhares de gerentes a fazer o mesmo.
Radicais, essas táticas parecem estar funcionando. Quando Vineet assumiu a HCL, o moral dos funcionários andava baixo e a organização perdia para as concorrentes. Hoje, o pessoal está rejuvenescido e a organização tem um dos crescimentos mais acelerados do setor.O evento é que ainda não dedicamos bastante tempo ao estudo da liderança em mercados emergentes.
Por causa de a inevitabilidade é a mãe da invenção, minha suspeita é que várias das práticas de liderança mais disruptivas virão destas regiões do mundo. E não duvido que, com o tempo, mais executivos graduados virão dali bem como. Temo, todavia, que desse exato instante alguns dos líderes globais mais promissores sigam invisíveis pra nós — assim como diversos foram, por muito tempo, invisíveis em seus próprios países.
Por um fundamento ou outro, muita gente de talento em o mundo todo não foi, até aqui, visibilidade como potencial líder de empresas. Muitas vezes, isto decorre de limitações explícitas — carência de direitos políticos na África do Sul, digamos, ou inexistência de chance pro espírito empreendedor pela Europa Central.
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