Após Casamento Com Juju Salimeni, Felipe Franco Neste momento Concebe Aumentar A Família

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Um mês depois de se casar com Juju Salimeni, Felipe Franco está certo de uma coisa: ele quer ampliar, e logo, a família. Em conversa exclusiva com o R7, o fisioculturista disse como tem sido os primeiros dias de casado e argumentou apesar de que inventa a vinda de um bebezinho pra no máximo 2 anos. Em 35 dias de casados não tivemos nenhuma briga, temos uma autonomia maior, uma convivência superior e acho que a gente vai se conceder muito bem casados.



Não é sempre que trabalhamos juntos, viajamos muito e isto auxílio a ter saudade. O que eu quero mesmo, e que neste instante falei com a Juliana, é ter um filho em um ano ou dois no máximo. Juju, presente pela entrevista, bem como deu seu testemunho sobre a existência a dois. A vida de casada é muito mais fácil do que eu pensava, a gente está melhor, sereno, sem ninguém para interferir, assim a gente está se dando muito melhor.



Em casa quem cozinha é a Dalva, a gente não tem tempo pelo motivo de não para em casa, e no momento em que estamos juntos vemos vídeos, estamos com um cachorrinho filhote. Animado com a suposição de tornar-se pai, Felipe parece agora ver de perto Juliana cuidado do futuro filho. Eu acho que ela neste instante mudou muito graças a do cachorro. Ela acorda cedo pra cuidar dele, eu fico observando e imagino que será ótimo. Vou começar a me preparar. Devo continuar mais seca, mais musculosa, e perder peso. Mantenho a dieta, diminuindo carboidratos, e acrescendo exercícios aeróbios no treino.







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Em razão de temos discutido em reforma do ensino médio, uma das matérias que deveria ser obrigatória é o que antigamente se denominava "educação moral e cívica", ao que se poderia somar "ética" bem como. A pichação do Monumento às Bandeiras e do Borba Gato por jovens baderneiros desocupados atesta bem a ausência total de princípios morais, cívicos e éticos pela cabeça destes irresponsáveis.



Estamos no alvorecer do século vinte e um. Um direito país chamado Brasil vive dias perturbados. Política, economia e população vivendo novos padrões éticos em busca da própria identidade como nação. As forças milenares da humanidade em evidência. Ganância, poder, dinheiro e todas as tentações permeando corações e mentes dos poderosos diante de uma população carente dos insumos básicos de dignidade e cidadania. Direita, centro ou esquerda, seja lá o que for isso nos dias atuais, chafurdando na lama da corrupção e das propinas.



Imenso prejuízo equipamento e financeiro, não poupando nem nossos idosos, com ataques aos fundos de pensões mais importantes do Estado. O mais preocupante acontece como "prejuízos intangíveis", aqueles que envenenam a nossa juventude. Todos os pais ou responsáveis conhecem a batalha diária pra construírem um alicerce sólido e perene de feitio e honestidade nos nossos filhos e filhas jovens e adolescentes. Seja pelo diálogo ou modelo da própria conduta em nação.



Por explicação, jovens espelham-se nos mais velhos, nas autoridades e homens públicos. No momento em que um cidadão que estudou, adquiriu destaque social e conquistou um cargo público ou mesmo dentro da esfera privada tem responsabilidade no exemplo aos adolescentes do nosso país. Se não se importa com os próprios filhos, que entenda a atividade superior de forjar uma nação decente pelo exemplo e currículo público. Esse "espetáculo diário" de conduta corrupta e maléfica por cota de autoridades de todos os matizes políticos corrói nossos adolescentes e arrasa cada mensagem paterna e materna na criação da índole cidadã dos nossos filhos. Essas mentes jovens são o futuro da Pátria. Prejuízos intangíveis e de comprido tempo aviltando gerações.



Fazer valer as leis e corporações acima de qualquer suspeita e interesses pessoais, é afirmar cabalmente ao jovem que ele pode confiar em ser um cidadão de bem, num Estado que sempre garantirá a tua cidadania e liberdade. O que está em jogo são nossos filhos, o país brasileira e o futuro. Tesouro precioso que não podes ser utensílio de projetos pessoais de poder ou manipulações.



Vamos "lavar a jato" a nação, antes que não possamos mais sair com a "alma lavada" perante esta nova criação que procura apenas a ética, o trabalho e o orgulho de ser brasileiro. Mais uma profecia se concretizou a respeito da maldição do cargo de ministro da Residência Civil. Gleisi Hoffmann (PT-PR) é a mais nova "vítima".



A Suprema Corte, em decisão unânime, aceitou denúncia da Operação Lava Jato contra ela e seu marido, Paulo Bernardo, com grandes chances de serem condenados. Que em vista disso sejam, amém! Quem sabe continuar roubando à escancara sem ser importunados, como foi nestes últimos treze anos de PT no governo. Será que o STF não tem eficiência para julgá-los?



Todos eles a todo o momento encontram um terceiro para imputar a tua responsabilidade, nem ao menos a Suprema Corte escapa. A senadora ré Gleisi afirmou, na tribuna do Senado, que o Brasil não está em circunstância de normalidade institucional. No mesmo dia, e decerto não por coincidência, o cinzento ministro Ricardo Lewandowski, do STF, concorda com a senadora-ré e diz que o impeachment de Dilma Rousseff foi um "tropeço pela democracia".



Sendo assim, que fique claro: a "democracia" petista necessita de ser aquela em que a "cumpanherada" se refestela nos cofres públicos e "normalidade institucional" é no momento em que o assalto sistemático passa ao largo das punições. A aurora da verdadeira democracia está a cegar os gordos chacais. Que fim levou aquele sorriso debochado?