Após Casamento Com Juju Salimeni, Felipe Franco Imediatamente Idealiza Aumentar A Família
Um mês após se casar com Juju Salimeni, Felipe Franco está correto de uma coisa: ele quer acrescentar, e logo, a família. Em discussão exclusiva com o R7, o fisioculturista dialogou como tem sido os primeiros dias de casado e comentou mesmo quando idealiza a vinda de um bebezinho pra no máximo 2 anos. Em 35 dias de casados não tivemos nenhuma luta, temos uma liberdade maior, uma convivência superior e acho que a gente vai se dar muito bem casados.
Nem sempre trabalhamos juntos, viajamos muito e isto assistência a ter saudade. O que eu aspiro mesmo, e que neste momento falei com a Juliana, é ter um filho em um ano ou dois no máximo. Juju, presente na entrevista, bem como deu teu testemunho a respeito da existência a 2. A vida de casada é muito menos difícil do que eu pensava, a gente está melhor, sossegado, sem ninguém pra interferir, assim sendo a gente está se dando muito melhor.
Em residência quem cozinha é a Dalva, a gente não tem tempo em razão de não para em residência, e no momento em que estamos juntos vemos videos, estamos com um cachorrinho filhote. Animado com a probabilidade de tornar-se pai, Felipe parece agora ver Juliana cuidado do futuro filho. Eu acredito que ela neste momento mudou muito em consequência a do cachorro. Ela acorda cedo para cuidar dele, eu fico analisando e imagino que será ótimo. Vou começar a me aprontar. Devo continuar mais seca, mais musculosa, e emagrecer. Mantenho a dieta, diminuindo carboidratos, e acrescendo exercícios aeróbios no treino.
- Cinco de julho de 2017 às 11:02
- dezoito de Novembro de 2013 (Brasil)
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Visto que temos debatido em reforma do ensino médio, uma das matérias que deveria ser obrigatória é o que antigamente se denominava "educação moral e cívica", ao que se poderia juntar "ética" assim como. A pichação do Monumento às Bandeiras e do Borba Gato por jovens baderneiros desocupados atesta bem a carência total de princípios morais, cívicos e éticos na cabeça destes irresponsáveis.
Estamos no alvorecer do século vinte e um. Um certo nação chamado Brasil vive dias conturbados. Política, economia e comunidade vivendo novos padrões éticos em procura da própria identidade como nação. As forças milenares da humanidade em evidência. Ganância, poder, dinheiro e todas as tentações permeando corações e mentes dos poderosos diante de uma comunidade carente dos insumos básicos de dignidade e cidadania. Direita, centro ou esquerda, seja lá o que for isso nos dias atuais, chafurdando na lama da corrupção e das propinas.
Imenso prejuízo utensílio e financeiro, não poupando nem nossos idosos, com ataques aos fundos de pensões mais relevantes do Estado. O mais grave ocorre como "prejuízos intangíveis", aqueles que envenenam a nossa juventude. Todos os pais ou responsáveis conhecem a briga diária para construírem um alicerce sólido e perene de caráter e honestidade nos nossos filhos e filhas jovens e adolescentes. Seja pelo diálogo ou exemplo da própria conduta em comunidade.
Por explicação, jovens espelham-se nos mais velhos, nas autoridades e homens públicos. No momento em que um cidadão que estudou, adquiriu destaque social e conquistou um cargo público ou mesmo dentro da esfera privada tem responsabilidade no modelo aos jovens do nosso estado. Se não se importa com os próprios filhos, que entenda a tarefa maior de forjar uma nação decente pelo modelo e currículo público. Este "espetáculo diário" de conduta corrupta e maléfica por parte de autoridades de todos os matizes políticos corrói nossos jovens e arrasa qualquer mensagem paterna e materna pela geração da índole cidadã dos nossos filhos. Estas mentes adolescentes são o futuro da Pátria. Prejuízos intangíveis e de comprido prazo aviltando gerações.
Fazer valer as leis e corporações acima de cada suspeita e interesses pessoais, é afirmar cabalmente ao jovem que ele pode confiar em ser um cidadão de bem, num Estado que sempre garantirá a tua cidadania e independência. O que está em jogo são nossos filhos, a nação brasileira e o futuro. Tesouro precioso que não pode ser objeto de projetos pessoais de poder ou manipulações.
Vamos "lavar a jato" a nação, antes que não possamos mais sair com a "alma lavada" diante esta nova formação que procura só a ética, o serviço e o orgulho de ser brasileiro. Mais uma profecia se concretizou sobre a maldição do cargo de ministro da Residência Civil. Gleisi Hoffmann (PT-PR) é a mais nova "vítima".
A Suprema Corte, em decisão unânime, aceitou denúncia da Operação Lava Jato contra ela e teu marido, Paulo Bernardo, com grandes oportunidadess de serem condenados. Que desse modo sejam, amém! Quem sabe continuar roubando à escancara sem ser importunados, como foi nestes últimos 13 anos de PT no governo. Será que o STF não tem competência para julgá-los?
Todos eles a toda a hora encontram um terceiro pra imputar a sua responsabilidade, nem ao menos a Suprema Corte escapa. A senadora ré Gleisi declarou, na tribuna do Senado, que o Brasil não está em situação de normalidade institucional. No mesmo dia, e decerto não por coincidência, o cinzento ministro Ricardo Lewandowski, do STF, concorda com a senadora-ré e diz que o impeachment de Dilma Rousseff foi um "tropeço pela democracia".
Portanto, que fique claro: a "democracia" petista tem de ser aquela em que a "cumpanherada" se refestela nos cofres públicos e "normalidade institucional" é no momento em que o assalto sistemático passa ao largo das punições. A aurora da verdadeira democracia está a cegar os gordos chacais. Que término levou aquele sorriso debochado?
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