Ao Vivo: Julgamento Do Massacre Do Carandiru
Em réplica, promotor detalha ‘currículo de mortes’ de PMs julgados por massacre20h15O julgamento é reiniciado com a tréplica da defesa. A advogada terá duas horas de fala.19h50"Não decidam com base naquele pensamento de que bandido excelente é bandido falecido. Pensem naqueles 111 (presos) que, no mínimo hoje, merecem um tanto de consideração", pediu o promotor antes do final da réplica. A sessão entra de imediato em mais um intervalo porque a defesa pode requisitar a tréplica.
Na réplica, promotor Márcio Friggi usou imagens do vídeo Carandiru, que retrata o massacre. Durante tua fala, que neste instante dura mais de uma hora, Figgi falou ser fã de "carteirinha da Polícia Militar. "Meu dificuldade são os maus policiais. Tenho que botar para os senhores o contexto político de 1992. O PMDB (partido do em vista disso governador) tinha uma baixa a cada dia. Ele (Fleury) argumentou aqui: 'Recebi a notícia e fui dormir'.
Tem autoridade, precisa estar lá. É deste jeito que funciona um país sério. É por isso que esses homens (réus) foram comercializados."15h57Antes do intervalo, Ieda falou o video Tropa de Elite. "Quando a policia tradicional não da jeito, eles chamam o Bope. O caminho é mais antiga que o Bope. Como foi essa escolha? Eu explico. A escolha foi : os que disseram que atiraram, mataram (pro MP).
Em que país sério do mundo, o réu fala 'não atirei' e acabou? Os senhores prontamente estão nesse lugar há 6 dias. Os PMs alegam que a visibilidade era mínima. Desta maneira, como é que eles encontraram armas e munições no chão? Que os PMs estavam se defendendo de um confinado com estilete que precisou transportar 16 tiros?
Em até outubro de 2012, 290 morreram em confronto com estas tropas. Em alguns casos, presos foram mortos com disparos de cima pra pequeno e diferentes trajetórias"11h30"Foram 254 tiros no tronco, 126 pela cabeça e 135 nos participantes. Ronaldo Santos. Ele não soube precisar quanto tempo a ação durou, no entanto citou ter sido rápida.
Os detentos que foram contra a tropa foram alvejados. Santos diz apesar de que a orientação de Ubiratan é que os policiais deveriam "reagir no mesmo nível". Segundo ele, agiram para a própria defesa e efetuaram disparos com armas. O capitão portava um revólver e uma metralhadora. Segundo ele, a primeira invasão foi praticada no primeiro andar do segundo pavilhão e havia barricadas com fogo. Ele alegou mesmo quando houve tiros antes da entrada da Polícia Militar.12h40Ronaldo Ribeiro dos Santos, capitão da 2ª companhia da Rota à data, é o primeiro réu a responder as peguntas do magistrado Marzagão. Pavilhão nove, em 1992. 12h32"O senhor confirma tua fala: 'Os presos estão uns bicho'; dado em depoimento à Comissão?", questionou o promotor Fernando Silva.
O réu Antônio Luiz Marangoni reafirmou que manteria o silêncio. Marcio Friggi ao réu Wlandekis Silva. A defensora em vista disso interrompeu a acusação e pediu ao juiz que o repreendesse. Ieda Ribeiro.12h23"O senhor teria encontrado uma arma de fogo nesse pavimento. Desejaria que o senhor explicasse aos jurados como o senhor a encontrou?", questionou o promotor Silva.
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PM Antônio Mauro Scarpa. Juiz continua convocando um a um os réus durante essa fase de interrogatório. Por enquanto, ao menos treze militares optaram pelo silêncio e o direito de auto-defesa.12h18Responsáveis pela acusação, os promotores Fernando Pereira da Silva e Márcio Friggi ainda fazem dúvidas aos réus mesmo após a negativa de responder às questões. O intuito é que os jurados possam saber os questionamentos da promotoria.
Maruci Friggi. O réu Elder Taraboni respondeu: "Vou permanecer calado, doutor. E sou inocente."12h09Juiz José Augusto Marzagão continua perguntando aos policiais militares, réus no procedimento, se desejam responder aos questionamentos das partes. Outros dois disseram que são inocentes e, para evitar o cansaço dos jurados, ficarão calados.12h07"Sou inofensivo e depois de direção da minha advogada permanecerei calado".
Foi desse jeito que os 4 réus interrogados Mauricio Marchese, Eduardo Espósio, Osvaldo Papa e Roberto Alberto da Silva se negaram a responder às perguntas da promotoria e do juiz. Todos se testemunharam inocentes.12h02Com três horas de atraso, sessão é retomada no plenário do Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste. O primeiro a ser interrogado é o PM Mauricio Marquese Rodrigues.11h55Partes se preparam para retomar o julgamento nesta sexta-feira.
A sessão estava prevista para começar às 9h, todavia até neste instante não foi retomada. Hoje, 4 réus serão interrogados pelo juiz José Augusto Marzagão.11h00Marcado para recomeçar as 9h, os trabalhos ainda não foram retomados nessa sexta-feira.10h38Sexta-feiraTrabalhos serão retomados nesta sexta-feira, a partir das nove horas, com os interrogatórios dos réus.18h55Sessão encerrada nesta quinta-feira. O julgamento do Carandiru foi temporariamente suspenso nessa manhã depois de um dos jurados ir mal.10h35Quarta-feiraSessão dessa terça-feira foi encerrada.20h00Jurados continuam tendo acesso à peças do método.19h15Réus e juiz deixam o plenário.
Jurados acompanham a leitura com uma cópia do processo.18h30A sessão foi retomada com a leitura laudos do recurso. O primeiro pertence ao perito criminal Osvaldo Negrini Neto. Depoimentos de envolvidos no processo e que neste momento faleceram bem como farão parte dessa fase do julgamento.18h17Sessão ainda está em intervalo.18h00Após depoimento de Sueli, o julgamento é descontinuado para mais quinze minutos de intervalo. Sessão será retomada com os interrogatórios17h02Ex-secretário fala por por volta de 25 minutos e é dispensado pelo magistrado.
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