Animal Voltou A Haver?


Cientistas da Universidade James Cook (Austrália) ouviram inmensuráveis relatos de pessoas que disseram ter visto um animal parecido com uma raposa, com listras de tigre e semblante de cachorro pela localidade de Queensland (nordeste do país). Uma das pessoas que viu o animal trabalha no Parque Nacional de Queensland, e o outro é camponês.



Eles viram a espécie à noite. Bill Laurance, um dos pesquisadores, acredita que estas observações descrevem a espécie tilacino, conhecido como tigre-da-tasmânia, oficialmente extinto há mais de 30 anos. As especificações de olhos, tamanho, tipo e comportamento não batem com nenhuma possível espécie que poderia ser confundida pela localidade, como cães, porcos selvagens e dingos (subespécie de lobo).



Mesmo quando o tigre-da-tasmânia tenha sido oficialmente declarado extinto em 1986, há biólogos que acreditam que o último animal da espécie tenha morrido bem antes, em 1936, num zoológico de Hobart, capital do estado australiano da Tasmânia. Tigre-da-tasmânia: espécie voltou a haver? Laurance não foi o primeiro a se intrigar com essa história do tigre-da-tasmânia. Represento milhares de pessoas que são consideradas malucas", citou Waters em entrevista ao jornal britânico The Guardian pela época. Ele acredita que, nos últimos 80 anos, houve mais de 5.000 relatos de pessoas que viram o animal. Apesar da característica quieta do tigre-da-tasmânia, ele não é considerado um felino, e sim um marsupial - quer dizer, tem características parecidos ao canguru. De acordo com o Museu Nacional Australiano, os primeiros da espécie surgiram há 4 milhões de anos e se espalharam pela região da Tasmânia, que fica pela costa sudoeste do país.



De hábitos noturnos, o tilacino evitava contato com o homem. Os machos tinham em torno de um,80m de comprimento e pesavam, em média, 40 kg. Prontamente as fêmeas possuíam listras pequenos e tinham aquela bolsa típica do marsupial (parecida com a do canguru, pra carregar filhotes), voltada para trás. Desse jeito, ela protegia os menores (conseguia carregar até quatro deles) da vegetação áspera da localidade, que costumava cortá-los.



Uma série de fatores contribuiu para tua extinção: desde a chegada dos dingos, que modificaram o habitat natural, à construção das primeiras colônias do século XIX, que deram começo à indústria agrícola. Como várias destas pessoas geravam gado e ovelhas, passaram a impedir cães selvagens. Desta maneira, o tigre-da-tasmânia levou a fama de ‘devorador’ e foi considerado um ‘inimigo’ dos fazendeiros.







    • Um colher (sopa) de amaciante de roupa






    • Karina medaglia comentou: 10/09/12 ás vinte e dois:Dezoito






    • Hit pela web! Cachorra desenvolvida com gatos pensa que é um felino






    • Cabeça plana, com crânio mais alongado que o focinho






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Por conta disso, o governo ambiente, que respondia ao Império Britânico, estimulou a matança desses bichos, oferecendo recompensas a caçadores que entregassem tuas carcaças. Entre 1830 e 1920, ao menos 3.500 tilacinos foram capturados na caça humana. Nos últimos anos, a espécie foi centro de uma polêmica sobre levar animais extintos de volta à vida. O tilacino foi uma das espécies cogitadas, contudo alguns cientistas argumentam que trabalhar com coletas de DNA do animal são caras e bastante complexas.



O lobo-de-honshu (Canis lupus hodophilax) foi um baixo lobo de cor parda que habitava em zonas montanhosas da ilha japonesa de Honshu. A tua extinção necessita-se a uma união da introdução de raiva e irradicação orquestrada. Até a Era Tokugawa, os lobos eram venerados no Japão, porque mantinham animais herbívoros como cervos afastados das colheitas.



Entretanto através da Era Meiji, o governo passou a alavancar um novo tipo de agricultura, baseada nos ranchos ao estilo estadunidense. Isto levou a vários conflitos entre lobos e fazendeiros, visto que os lobos passaram a atacar o gado. Desse modo os fazendeiros passaram a matar os lobos, valendo-se de expedientes tais como envenenamento por estricnina e armadilhas de ferro, além de oferecerem recompensas. Pela cultura japonesa os lobos eram animais bastante venerados. Isso nota-se nos fonemas e pela foram de escrita usados pelo público japonês ao se expor a esse animal, ookami (extenso-deus, 大神).



As montanhas sempre foram consideradas sagradas para o povo japonês, inclusive se erguem templos aos pés das montanhas em veneração ao deus (Kami, 神) que habitava nela. Os lobos eram animais que viviam nas regiões montanhosas e como habitantes das mesmas, assim como eram animais sagrados, e as vezes, considerados o próprio espirito da montanha (yama no kami, 山の神) ou o deus-fundamentado (真神). Eram os guardiões sagrados que cuidavam e vigiavam as montanhas, tuas florestas, e seus habitantes, como essa de os cães domésticos cuidam dos homens e de suas aldeias. Ao inverso do que se vê com as raposas (kitsunis) e os teshugus (tanukis), os lobos são animais nobres, benignos, protetores dos homens, muito justos, eles eram um "girigatai" (alguém com robusto senso de dever).



Há algumas lendas japonesas que contam o quanto estes animais são bons e dignos. A companhia do lobo durante uma jornada era vista como uma proteção ao viajante. Novas lendas contam de pessoas que obtiveram a longevidade ao ingerir o leite da loba no momento em que meninas. Como essa de pela lenda indiana do menino lobo (Mowgli), há lendas japonesas de moças que foram adotadas e montadas por lobos. As mães camponesas usavam amuletos com forma de lobos para chamar proteção para o espírito dos filhos pequenos mortos, e pra que o lobo preserve seus restos mortais da curiosidade dos animais da floresta.