Animais Também Sentem Frio! Encontre Como Proteger Seu Pet No Inverno
Algumas pessoas descobrem que, por terem pelos, cães e gatos não passam frio no inverno. Todavia, todos os animais de estimação, incluindo peixes, aves e outros, devem ganhar cuidados especiais nesta época do ano pra que não sofram e nem sequer fiquem doentes. De acordo com a veterinária Karla Pedroso, do Centro Veterinário da Pet Center Marginal, os pets, como este nós, assim como contraem doenças respiratórias. Além das vacinas anuais específicas pra precaução desse tipo de doença, os bichos de estimação requerem cuidados redobrados no inverno pra que não fiquem expostos às baixas temperaturas e correntes de ar. Uma indecisão comum entre os proprietários de pets é se é recomendado colocar roupinha no cachorro ou gato para mantê-lo aquecido.
Segundo Karla, a prática é, sim, estimulada, sobretudo nos filhotes e animais mais velhos, que sentem mais frio.
No entanto, é preciso tomar cuidado com o tipo de tecido escolhido, porque alguns conseguem causar nós nos pelos. Continue o bichano em recinto protegido do gelado, em área coberta. É essencial que eles tenham à dedicação uma casinha, cobertor ou manta e até as convencionais roupinhas’, recomenda a veterinária. As aves são bem sensíveis ao frio. Certifique-se de que a gaiola não esteja em uma corrente de ar e tenha em mente de cobri-la à noite, no momento em que a temperatura cai.
- 2 Caça em grupo e dieta
- 52 "Adeus, Guerreiros Madan!" さらば魔弾戦士! Saraba Madan Senshi! 31 de Dezembro de 2006
- Leite e derivados: boa parcela dos gatos e cachorros tem intolerância à lactose. Convém evitar
- Mschlindwein msg 01:00, 2 Setembro 2005 (UTC)
- oito "O Demônio Escondido na Água" 水にひそむ魔 Mizu ni Hisomu Ma vince e seis de Fevereiro de 2006
- Comportamentos destrutivos no momento em que são deixados sozinhos em moradia
- Não ser capaz de fazer tua assepsia corretamente
- Certifique-se de que o acessório não é anão excessivo com a intenção de ser engolido pelo cão
Como os repteis controlam tua temperatura corporal ao sol, eles não conseguem ficar em um lugar gelado e sem abrigo, pois que correm o risco de morrer. O mesmo acontece com peixes que ficam em água fria demais. É sério acoplar um termostato ao aquário, pra controlar a temperatura da água.
Se você fornece banho no seu gato ou cachorro em residência, tome cuidado com a friagem. Procure fazer isso no horário mais quente do dia e secar o animal logo na sequência. Mas, o mais recomendado é deixar este serviço a cargo do pet shop, porque, lá, a pele e a pelagem são secas de modo adequada. Outro cuidado significativo, segundo Karla, é na hora de buscar seu bichinho no pet shop em dias frios.
Segundo ela, passar de um lugar quentinho direto para a via pode causar choque térmico. Depois de sair do centro de estética, onde é dado o banho, é prazeroso ceder uma volta pelo pet shop e esperar cerca de 30 minutos antes de dirigir-se para a avenida. Você também poderá utilizar uma caixa para transportar o animal até o carro’, sugere. Prefira passear com seu pet nos períodos mais quentes do dia, como na manhã ou ao meio dia. Se quiser vesti-lo, opte por roupinhas de tecidos naturais e fique muito atenta ao modo da peça, que tem que ser confortável.
Não é sempre que as bonitas são as melhores. O bicho tem que ser apto de fazer todos os movimentos normalmente’, diz a veterinária. Tome cuidado, também, com as roupinhas que costumam dar nós em raças peludas. Realmente compensa investir em caminhas e casinhas mais quentes nesta época do ano. Quando a umidade do ar está muito baixa, os cães e gatos apresentam os mesmo sintomas que nós: coceira nos olhos, boca seca, problema pra respirar e desidratação. Raças caninas como Shih-Tzu, Pug e Bulldogs, que têm o focinho curto e apresentam contrariedade para respirar naturalmente, sofrem ainda mais.
No caso da adoção de vira-latas, os veterinários recomendam se comunicar sobre as características dos pais ou dos irmãos do cão ou do gato. Isso ajuda a impedir algumas surpresas mais tarde, como o bicho desenvolver-se até um tamanho impensado. Para a alternativa dois pontos são fundamentais: saúde do filhote e adequação do porte e temperamento da raça escolhida ao temperamento, idade e perfil da criança", declara Keila Regina de Godoy, veterinária da PremieR Pet.
Os pais precisam permanecer concentrados às vacinas e certificar-se de que o animal prontamente foi vermifugado. É sempre preciso levar em conta a faixa etária da criancinha. Se for uma criancinha muito pequena, o animal podes pretender disputar espaço com ela. Raças como rottweiler e schnauzer, que gostam de mandar no território, podem não ser recomendáveis pra meninas menores", diz José Manuel Mourino. Apesar do filhote ser um presente pra criança, os pais necessitam ter em mente que o bichinho pertencerá à família. Dependendo da faixa etária, a guria não tem condições de ser responsável sozinha pelos cuidados com o animal de estimação, cabendo boa quota das funções a um adulto", diz Keila Godoy. O término infeliz de uma compra impulsiva é a devolução dos animais. No momento em que as famílias não se adequam, é comum que acabem devolvendo os bichos.
Então, antes de comprar ou adotar, pesquise muito sobre a espécie e a raça. Às vezes a pessoa viu o bichinho em outra casa ou em um video, e acaba adquirindo o animal sem estudo. É traumático pra família e pro bicho", diz Mourino. Entre as raças de cachorro mais devolvidas ele aponta o beagle e o bull terrier. Ambos são muito ativos e conseguem ser destrutivos dentro de casa", diz Mourino.
Entretanto, feitas as opções certas, os veterinários estimulam as famílias a comprar um bichinho. Famílias que têm animais são menos estressadas. Eles estimulam a atividade física de todos e a criatividade da criança", finaliza Marcondes. O açucarado ritual de harmonizar vinho com sobremesa é trivial em países como França, Itália e Portugal. Os brasileiros agora integram bem essa cultura. E tem uma raíz pra essa finalidade: a nação já foi, por mais de cem anos (a começar de 1750), um dos maiores importadores do universo do clássico vinho de sobremesa português, o Porto. É o que explica Carlos Cabral no livro Porto: Um vinho e tua Imagem (Editora Cultura). Desde deste modo, o assunto nacional mudou e um monte de rótulos importados e locais chegou ao mercado, ajudando a transformar hábitos.
Replies