Animais Resgatados Recebem Cuidados De Veterinários E Voluntários Em Nova Friburgo

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Uma coruja, uma chinchila, um roedor, um coelho, muitos gatos e cachorros estão na Coordenadoria de Bem Estar Animal do município de Nova Friburgo, na localidade serrana do Estado do Rio de Janeiro. Esses animais sobreviveram ao temporal do dia onze de janeiro. Seus donos faleceram ou se perderam dos bichos de estimação. A coruja foi encontrada ferida, escondida debaixo de galhos de árvores. Ela será solta deste modo que estiver curada. Segundo a veterinária do Instituto Ecológico Búzios, Carla Sassi, trinta anos, em torno de 40 animais foram resgatados dos locais de traço de desabamentos.



Todos foram levados pra um galpão da prefeitura, na rua 1º de Março, no bairro Vilage, onde está criada a coordenadoria. Ela mostrou histórias amargurados de cães que ainda se recuperam da tragédia. A cadela Joana, que está por aqui no abrigo, foi encontrada amarrada a uma corrente pela residência dos donos no bairro Córrego Dantas. Eles faleceram e ninguém domina como ela sobreviveu. Ela estava muito ferida e debilitada.







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Fizemos um tratamento de fluidoterapia pra ela se recuperar. Outro animal que sofreu muito no dia da enchente foi a cadela Lost. A veterinária mostrou que ela estava em cima de um monte de terras muito assombrada, com temor e tremia o corpo todo. Ela foi encontrada em um estacionamento, parecia que estava morrendo.



Tivemos que fazer um serviço de ressocialização pra ela aprimorar. Na semana do temporal, os voluntários resgataram 30 cachorros e oito gatos. Muitos já foram doados. Alguns esperam os donos acertarem suas vidas para regressar pra casa. Segundo Adilson Pacheco, de cinquenta e dois anos, presidente da ONG Univida de Proteção Animal, outros que estavam perdidos neste momento foram localizados e resgatados pelos proprietários. Vários moradores da cidade estão vindo aqui para buscar cães perdidos. A sensação de reencontrar os animais é muito extenso. Ainda de acordo com Adilson, a prefeitura entrou em contato com a ONG pra pedir auxílio prontamente depois da tragédia. Eles contam com o apoio de dez veterinários, voluntários e doações de rações e remédios. O aposentado Jorge Ramos, de sessenta e cinco anos, saiu do Rio para atravessar o dia no galpão. Ele citou que os animais estão muito carentes. Eles só querem um simpatia.



Pra doar, a população pode depositar qualquer quantia no banco Itaú. O forte temporal que atingiu o Estado do Rio de Janeiro no dia onze nesse mês deixou centenas de mortos e milhares de sobreviventes desabrigados e desalojados, principalmente na localidade serrana. As cidades de Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Sumidouro, São José do Vale do Rio Preto e Bom Jardim foram as mais afetadas.



Serviços como água, luz e telefone foram interrompidos, estradas foram interditadas, pontes caíram e bairros ficaram isolados. Equipes de resgate ainda enfrentam problemas pra voltar a alguns locais. Além disso, o governo federal divulgou a antecipação do Bolsa Família para os vinte 1000 cadastrados no programa nas cidades de Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis.



Organizações públicas e privadas, além de ONGs (Corporações Não Governamentais) e voluntários, assim como estão ajudando e recebem doações. Os corpos identificados e liberados pelo IML (Instituto Médico Fantástico) são enterrados em covas improvisadas. Hospitais continuam com feridos internados. Médicos apelam por doação de sangue e remédios. Os próximos dias asseguram ser de muito serviço e possibilidade na localização de corpos. Em visita à localidade de Itaipava, em Petrópolis, o governador Sérgio Cabral (PMDB) disse que ricos e pobres ocupavam irregularmente áreas de risco e que o recinto foi prejudicado. Está provado que houve ocupação irregular, tal de baixa quanto de alta renda. Está provado, também, que houve prejuízo da meio ambiente. Isto não tem a observar com pobre ou rico.



O tamanduá bandeira, com suas fortes garras, o queixada, com suas grandes presas, e até já grupos de ariranhas de imediato foram vistas colocando uma onça pintada pra correr. As fêmeas chegam à maturidade sexual com 2 anos de idade e os machos com 2 a 3 anos. As onças são consideradas sexualmente ativas durante todo o ano, porém nascimentos aumentam no momento em que há mais presas, pela estação chuvosa no caso do pantanal.



Os machos são atraídos pelas fêmeas por odor e por vocalizações. Cada macho poderá acasalar com várias fêmeas. Período de gestação dura de noventa a 110 dias, ao término dos quais nascem de 1 a quatro filhotes, sendo dois filhotes o mais comum. Normalmente só um sobrevive até a fase adulta. Filhotes pesam de 700 a 900 gramas no nascimento e abrem os olhos em duas semanas. São amamentados até 3 meses e com mais ou menos 6 meses começam a assimilar a caçar com a mãe.



Depois de um a 2 anos aprendendo a caçar onças adolescentes saem para encontrar teu respectivo território e passam a caçar sozinhas. Fêmeas ficam normalmente perto das mães, porém como machos dominantes não aceitam outros machos em teu território, filhotes do sexo masculino às vezes necessita ir distanciado até localizar teu próprio território. Sendo um predador topo da cadeia alimentar, a onça pintada tem uma atividade ecológica muito respeitável, regulando o tamanho da população de tuas presas e mantendo em equilíbrio o ecossistema.



É um animal que precisa de grandes áreas mantidas para sua sobrevivência e tua preservação poderá acudir todas as espécies que vivem em teu meio ambiente. Como vive em áreas densas e diversas vezes insuficiente acessíveis, como a floresta Amazônica, ninguém domina ao correto quantas onças existem na atualidade. Estimativas irão de 30mil a mais de 100mil onças pintadas, vinte a 30 mil só no Pantanal, sendo por ventura a superior densidade do mundo.



A destruição de teu habitat e consequente redução no número de presas é a principal razão da redução no número de onças. Diminuição no número de presas bem como leva a acréscimo na predação de animais domésticos por onças, com consequente perseguição e morte por fazendeiros em novas regiões apesar de ser um crime ambiental. Historicamente, a distribuição da onça-pintada se estendia dos EUA até a Argentina.