Abertura De Contas Bancárias Pela Web Pode Descomplicar Fraudes


Às vésperas da CES 2018, a superior feira de tecnologia do mundo, o CEO da Qualcomm, Cristiano Amon, usou o Twitter para fazer algo incomum no sisudo mundo corporativo: cutucar uma organização rival. Acabei de me lembrar de outro website que bem como poderá ser vantajoso, leia mais infos nesse outro post Meu Site, é um ótimo site, acredito que Meu Site irá gostar. É que eu sou brasileiro, né?is?TKZHKMLa-OITioIwc2CGXCxr6UUQRDX0p7g1c Ele publicou a imagem de maçãs expostas em um hipermercado, acompanhadas de uma plaquinha "Snap Dragon Apple". Essas devem ser a melhor maçã", acrescentou. Trabalhando desde 1995 na superior fabricante de chips para dispositivos móveis do mundo, Amon é um orgulhoso campineiro, que estudou engenharia elétrica na Unicamp. Ele não esconde que puxou a sardinha pro teu lado no momento em que surgiu a promessa de instalar uma fábrica em sua cidade natal.



Cristiano Amon, CEO da Qualcomm. Amon acredita que este pode ser o primeiro passo do Brasil pra entrar de cabeça no mercado dos aparelhos que conversam uns com os outros. A ideia residência com os desejos do governo federal, que trabalha em um Plano Nacional de Internet das Coisas. Só que o desafio é amplo: o Brasil não tem nenhuma indústria de chips de alta complexidade.



Segundo ele, a decisão cabe ao conselho de adminsitração. G1 - O Brasil tem pouquíssimas iniciativas no ramo de semicondutores. De como a presença da Qualcomm nesse lugar poderá motivar esse setor? Cristiano Amon: O mercado de semicondutores é dificultoso, porque você necessita ter muita escala. Necessita ter um investimento muito amplo e você deve ter escala global. O que eu acho sério nesse projeto é talvez o Brasil poder dar mais um passo.



É trabalhoso a gente fazer uma antevisão de que o Brasil vai surgir a ter um papel importante no contexto mundial de semicondutores, no entanto por que não começar? G1 - Como essa fábrica da Qualcomm, o Brasil pode ter um papel grave pela Web das Coisas? Cristiano Amon: Ainda mais existe chance pela Internet das Coisas, de você ter dispositivos inteligentes com conectividade e know-how de processamento. O Brasil durante os anos a todo o momento tentou participar na cadeia de produção de eletrônicos montando fábrica de smartphones. O que a gente está propondo, por meio dessa parceria, é mudar um pouco a cadeia de valor, tendo dispositivos integrados dentro de semicondutores, com um pouco dessa visão de que o celular é apenas o começo. Nos próximos anos, até com essa alteração pro 5G, a gente vai ter muito mais dispositivos conectados.



É a chance do Brasil talvez participar imediatamente no começo do processo de Web das Coisas e de dispositivos ainda mais inteligentes. G1 - A Qualcomm pode vir a fazer chips para 5G no Brasil? G, que é a tecnologia que está hoje criada no Brasil. Todavia o 5G está chegando aí.



Em 2019, o 5G começa, tais como, nos Estados unidos, na China, Japão, Coreia e Europa. G1 - Na CES, a Qualcomm anunciou uma plataforma de áudio inteligente neste instante com a expectativa de inserir os assistentes pessoais de Amazon, Google e Microsoft. Isso talvez pode ser trazido pro Brasil? Cristiano Amon: Com a know-how de montar estes módulos no Brasil, apresenta pra montar qualquer tipo de produto que tenha processador e conectividade. Não só o celular, contudo qualquer outro mecanismo de Internet das Coisas, como grande-falantes e aparelhos de áudio inteligentes. Ao longo da CES, fizemos um anúncio colocando a comunicação de voz dentro do nosso chip.



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Você não deve ter só no alto-falante, podes botar essa know-how em algumas novas coisas. A título de exemplo: poderá ter um caso em que utiliza voz e esses assistentes inteligentes em todos os produtos de linha branca, desde máquina de lavar e de secar a geladeira, e em outros dispositivos, como veículos. O potencial é muito grande. O investimento no Brasil foi feito pelo poder do mercado brasileiro em poder adotar essas tecnologias em uma velocidade muito rápida.



G1 - A Qualcomm é a maior fabricante de chips pra dispositivos móveis, mas anunciou no final do ano os primeiros notebooks rodando Snapdragon e uma parceria com a AMD para Computadores conectados com rede móvel. Numa era pós-Micro computador, ainda vale a pena apostar em pcs, ainda mais tendo em visão que é um mercado dominado pela Intel?



Cristiano Amon - Eu acho que não é só uma questão de valer a pena entrar no mercado de Pcs. O usuário de smartphone está hoje definindo como espera que o Computador se comporte e é isto que a Qualcomm está fazendo junto com a Microsoft, tentando transformar qual é o Computador do futuro. Principalmente em mercados como o Brasil, em que você não tem infraestrutura de conectividade do Wi-Fi em todo ambiente.