A Doença Que Aflige Os Coalas Da Austrália

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Coalas estão entre os animais favoritos de qualquer turista que visite a Austrália. Contudo muitos visitantes não sabem que dezenas de milhares dos marsupiais comedores de folhas de eucalipto sofrem de uma condição extremamente dolorida e frequentemente letal. Ela é causada por uma bactéria com uma reputação notória: os coalas australianos estão morrendo de clamídia.



David Wilson, infectologista do Instituto Burnet, em Melbourne. O tipo de clamídia que ataca os coalas é desigual da que afeta os humanos, embora humanos conseguem contrair a variante animal a partir da urina. Nos coalas, os efeitos da clamídia são devastadores e adicionam cegueira, infertilidade e uma infecção conhecida como "cauda suja".



Wilson. "O canal urinário fica inflamado e incha. É incrivelmente doído. Os coalas ficam com corrimentos e diversos morrem". A epidemia certamente não está auxiliando os esforços de conservação de uma espécie neste instante pressionada por conta da perda de habitat. Em apenas 20 anos, populações de coalas no Estado australiano de Queensland caíram quarenta por cento e em torno de 33% em New South Wales.



Não é a primeira vez que os coalas passam por apuros. No começo do século vinte, a espécie quase desapareceu do mapa em consequência a da caça predatória - estima-se que oito milhões de espécimes tenham sido exterminados como quota do comércio de peles. A clamídia afeta machos, fêmeas e até filhotes, que contraem a doença no tempo em que vivem nas bolsas das mães.



Hoje em dia, ameaças aos coalas adicionam ataques de cachorros, atropelamentos e o desmatamento. Mas cientistas dizem que doenças são a possível principal razão para o declínio populacional. E elas não se resumem à clamídia. Muitos coalas, por exemplo, estão sendo infectados com um vírus similar ao HIV. O vírus podes ser especialmente problemático em pássaros, que conseguem entregar doenças para humanos a começar por tuas fezes.



Wilson, para as pessoas que partículas de fezes de pássaros no ar podem danificar os pulmões humanos. Não há muito o que se possa fazer pelos coalas. A própria clamídia podes ser tratada com antibióticos, no entanto esses têm seríssimos efeitos nocivos nos marsupiais. Peter Timms, da Universidade de Sunshine Coast, bem como pela Austrália.



Isso sem expor que os remédios não têm muita serventia em estágios avançados da doença. Wilson. "O problema é que, logisticamente, não queremos fazer uma enorme captura para levar os coalas a um hospital". Em vez disso, o cientista propõe uma estratégia para lá de controversa. O fundamento é que os marsupiais estão transmitindo a doença e diversos não podem mais ser curados, sofrendo com dores.



Wilson, para que pessoas uma matança estratégica poderia fazer com que a população de marsupiais regresse a amadurecer entre 5 e dez anos. Não é uma ideia sem precedentes. A Austrália tem planos pata exterminar dois milhões de gatos ferais nos próximos cinco anos pra salvar animais nativos. No início da década passada, houve uma matança-teste de diabos da Tasmânia no momento em que uma epidemia de cânceres faciais afetou seriamente a população. A iniciativa não foi bem-sucedida, mas para Wilson a responsabilidade foi do programa governamental. No entanto cientistas também estão trabalhando em algumas soluções mais "palatáveis" para a dificuldade dos coalas. Uma das esperanças de combater a clamídia poderá estar no genoma do coala. Pesquisadores neste momento identificaram doze 1000 genes de coala, e cientistas creem que os animais contam com cerca de 20 mil no total.



Um gene em característico, o IFN-g , neste momento foi exposto como uma espécie de Santo Graal pra a sabedoria do funcionamento do sistema imunológico dos coalas. E isso faz dele uma primordial arma no combate a doenças. Timms diz estar perto de uma descoberta significativo. O final do mapeamento, segundo o cientista, revelará uma série de coisas sobre o assunto os coalas, incluindo como eles são capazes de farejar a diferença entre quatrocentos tipos de folhas de eucalipto. Ele espera que isto ajude a esclarecer por que alguns animais infectados com clamídia desenvolvem sintomas rigorosos e outros, não. Isso pode talvez acelerar o desenvolvimento de uma vacina - imediatamente há 8 programas em andamento, e dois estão em fase de testes. Os resultados sugerem que as vacinas são eficazes pra precaver infecções e até já bloquear mutações da clamídia. E que a vacina conseguirá ser aplicada em dose única. Todavia só terá que estar pronta em 3 anos. Timms diz que é preciso vacinar os animais mesmo em vista disso.




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  • 14 de Outubro de 2013 (Brasil)



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