A Diferença Entre Eficiência E Eficácia

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Eficiência e efetividade costumam confundir gestores, porém não deveriam. Competência é o excelente uso das ferramentas. Tem a ver de perto com os meios. Eficiência é o alcance dos resultados almejados. Tem a enxergar com os fins. Irei usar as estatísticas de um jogo de futebol pra doar um modelo. Mesmo para que pessoas não aprecia futebol vai aprender: o time da casa atacou 55 vezes, chutou 18 vezes a gol, trocou dezenove passes pela área do adversário e teve 52 por cento de posse de bola. O visitante atacou 34 vezes, chutou quatrorze vezes, trocou onze passes na área e teve quarenta e oito por cento de posse de bola.



Conclusão: o time da moradia foi mais produtivo. Acontece que o visitante foi mais competente. O modelo foi tirado da Copa do Universo de 2014. O produtivo time da residência era o Brasil. O capaz visitante era a Alemanha, que venceu por sete a 1. Acredite, as informações são reais. Em 2009, o Wall Street Journal publicou um artigo expondo como o Starbucks usou a competência com o objetivo de combater a dramático recessão que abalou a economia americana naquele ano.







    • Disponha de um espaço ou vá até o contratante






    • Ter um local adequado pra conservar os ingredientes






    • Reserve tempo pra você






    • Financiamentos a fundo perdido (você não tem que devolver o dinheiro)






    • Empreendedorismo e venda porta a porta







O então vice-presidente da empresa, reuniu uma equipe de dez pessoas e visitou lojas físicas em incontáveis estados americanos. Eles levaram pela bagagem um cronômetro e um boneco do Sr. Batata — sim, aquele brinquedo que permite às criancinhas botar olho, boca, nariz, chapéu, bigode, orelha e novas coisas no boneco em maneira de batata. Desse modo, lançavam o estímulo para os atendentes do Starbucks, que precisavam desenvolver o Sr. Batata em apenas 45 segundos. Mais do que um treinamento, aquilo era uma forma de acordar nos funcionários o senso de agilidade. O raciocínio era bem fácil e em vista disso deu resultado. Se o atendente preparasse os pedidos com rapidez, sobraria tempo pra interagir com os consumidores, que é uma marca do Starbucks.



Isso seria uma vantagem competitiva, especialmente respeitável num momento de incerteza. Sem mencionar que, se a queda apertasse, a empresa teria a opção de enxugar o quadro de funcionários sem vasto encontro pela produtividade. No final das contas, o Starbucks sobreviveu à incerteza. Chegou a ter queda de faturamento em alguns trimestres, mas depois se recuperou e continuou crescendo.



Com um detalhe: aquele macete de agilidade nunca mais saiu dos processos e da cultura da empresa. O exemplo comprova que, quando o gestor domina os processos, a competência tem encontro direto pela efetividade. A relação entre competência e efetividade é direta. Isto, mas, não significa que ser produtivo seja sinônimo de ser competente.



A locadora de videos Blockbuster foi fundada em 1985 em Dallas, nos EUA. Cresceu pela década de 90 para atingir seu auge em 2004, no momento em que contava com 9 mil lojas, que empregavam sessenta 1 mil pessoas em diversos países — Brasil, inclusive. No ano dois mil, um pequeno empresário americano desembarcou em Dallas pra uma reunião com o CEO da Blockbuster.



Ele queria aconselhar um negócio. Tua pequena organização promoveria a Blockbuster pela web. Em compensação, teria sua marca promovida nas lojas físicas. O pequeno empresário se chamava Reed Hastings. A pequena corporação que ele dirigia era nada menos que a Netflix. O resto da história, você provavelmente conhece. A Blockbuster iria à falência em 2010 — embora continue lojas nesse lugar ou acolá.



Perceba, assim, que a relação entre competência e eficácia por este caso é desigual. A Blockbuster conseguiu ser eficiente em elementos importantíssimos, como intercomunicação, capilaridade, força da marca e etc. A dificuldade é: a corporação como um todo perdeu a efetividade quando a tecnologia mudou a maneira como as pessoas consomem vídeos.



Os recursos de Tv por assinatura, como vídeos comprados de forma avulsa, deram o primeiro golpe. A Netflix veio apenas pra jogar a pá de cal. O autor de livros Jonathan Salem Baskin trabalhou pela Blockbuster nos anos noventa. Em 2013, ele resumiu com precisão o caso Blockbuster num artigo na Forbes: "A web não matou a Blockbuster. A empresa fez isto sozinha".