8 Dicas Pra Descobrir Uma República (e Viver Bem Nela)
Saber se o banco de detalhes do qual nossas contas de e-mail exercem divisão teve dicas vazadas é uma ansiedade constante pela internet. Foi para nos deixar mais tranquilos depois de fazer uma consulta em teu blog que Troy Hunt, especialista em segurança na internet, construiu o Have I Been Pwned?
É ótimo ressaltar que se seus dados consultados não constarem como roubados, isto não necessariamente significa que você esteja cem por cento fora de risco. O website utiliza como apoio bancos de detalhes que neste instante foram hackeados, como os do LinkedIn e Adobe, e pode ser que sua senha não estivesse nessa relação, mas você tenha sido invadido de outro jeito. Ao entrar no Have I Been Pwned?
Se tua conta não tiver sido roubada, uma mensagem positiva aparece no campo verde. Do mesmo modo que acontece com o e-mail, a senha também é com facilidade consultada. Basta clicar pela área Password nos campos superiores de opções. Entretanto existe um no entanto: o Have I Been Pwned? Se você quiser consultar a senha atual, a melhor opção é baixar as listas de senhas vazadas que o blog dá. De acordo com o web site, a consulta on-line é uma interessante seleção na hora de fazer uma nova senha e saber se tua união imaginada já não foi hackeada no passado.
No caso dos cabos cat 5e, cada caixa custa por volta de duzentos reais aqui no Brasil, o que dá cerca sessenta e seis centavos o metro. Os cabos de ordem 6 e 6a ainda são de valores elevados, mas precisam desabar a um patamar de preço similar durante os próximos anos.
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Os cabos de par trançados são compostos por quatro pares de fios de cobre que, como o nome sugere, são trançados entre si. Esse sistema cria uma barreira eletromagnética, protegendo as transmissões de interferências externas, sem a necessidade de usar uma camada de blindagem. Este sistema sutil de proteção contrasta com a "potência bruta" utilizada nos cabos coaxiais, onde o condutor central é protegido de interferências externas por uma malha metálica.
O exercício de tranças nos cabos é uma idéia antiga, que remonta ao final do século 19, quando a técnica passou a ser utilizada no sistema telefônico, de modo a acrescentar a distância que o sinal era apto de percorrer. Originalmente, as tranças dos cabos não seguiam um modelo determinado, porém, com o ir do tempo, o número de tranças por metro, juntamente com outros detalhes técnicos foram padronizados. Isso permitiu que os cabos de par trançado, originalmente criados para transportar sinais de voz, dessem um extenso salto de qualidade, passando a responder redes de dez, cem, 1 mil e há pouco tempo de 10000 megabits, uma melhoria realmente inesquecível. À primeira visibilidade, poderá parecer um desperdício abrir mão de metade dos fios do cabo, contudo sem isso o comprimento máximo dos cabos seria muito menor e as redes seriam bem mais vulneráveis a interferências.
Voltando ao tópico inicial, em todas as categorias, a distância máxima permitida é de 100 metros (com exceção das redes 10G com cabos classe 6, onde a distância máxima cai pra somente cinquenta e cinco metros). O que muda é a freqüência e, conseqüentemente, a taxa máxima de transferência de fatos suportada pelo cabo, além do nível de imunidade a interferências externas. Se quiser saber mais sugestões sobre o assunto desse cenário, recomendo a leitura em outro muito bom website navegando pelo link a a frente: 5 dicas de segurança na internet (www.nethd.com.br). Categorias 1 e dois: Estas duas categorias de cabos não são mais reconhecidas pela TIA (Telecommunications Industry Association), que é a responsável pela definição dos padrões de cabos. Elas foram usadas no passado em instalações telefônicas e os cabos de classe 2 chegaram a ser usados em redes Arcnet de dois.Cinco megabits e redes Token Ring de quatro megabits, porém não são adequados pra uso em redes Ethernet. Categoria três: Este foi o primeiro modelo de cabos de par trançado construído sobretudo pra exercício em redes.
O modelo é certificado pra sinalização de até dezesseis MHz, o que permitiu seu uso no padrão 10BASE-T, que é o modelo de redes Ethernet de 10 megabits para cabos de par trançado. Existiu ainda um modelo de cem megabits pra cabos de classe três, o 100BASE-T4 (que vimos a insuficiente), no entanto ele é insuficiente usado e não é suportado por todas as placas de rede. A principal diferença do cabo de ordem 3 para os obsoletos cabos de classe 1 e dois é o entrançamento dos pares de cabos. Categoria 4: Esta classe de cabos tem uma particularidade um pouco superior e é certificada para sinalização de até 20 MHz.
Eles foram usados em redes Token Ring de 16 megabits e assim como podiam ser utilizados em redes Ethernet em substituição aos cabos de ordem 3, no entanto na prática isto é incomum. Como essa de as categorias um e dois, a categoria 4 não é mais reconhecida na TIA e os cabos não são mais fabricados, ao oposto dos cabos de ordem três, que continuam sendo usados em instalações telefônicas. Categoria cinco: Os cabos de ordem 5 são o requisito mínimo para redes 100BASE-TX e 1000BASE-T, que são, respectivamente, os padrões de rede de 100 e mil megabits usados nos dias de hoje. Os cabos cat 5e precisam suportar os mesmos 100 MHz dos cabos cat cinco, todavia este valor é uma descrição mínima e não um número exato. Nada evita que fabricantes produzam cabos acima do modelo, certificando-os para freqüências mais elevadas.
Os cabos 5e são os mais comuns nos dias de dicas de navegação segura na internet hoje, todavia eles estão em recurso de substituição pelos cabos categoria 6 e classe 6a, que são capazes de ser usados em redes de 10 gigabits. Os cabos categoria 6 utilizam descrições ainda mais estritas que os de classe 5e e toleram freqüências de até 250 MHz. E também serem usados em substituição dos cabos cat cinco e 5e, eles são capazes de ser usados em redes 10G, no entanto desse caso o alcance é de somente 55 metros. Para permitir o emprego de cabos de até 100 metros em redes 10G foi criada uma nova classe de cabos, a classe 6a ("a" de "augmented", ou ampliado).
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