7 Passos Para Viajar De Avião Com Seu Pet
Se uma viagem aérea comum demanda organização, no momento em que o plano inclui levar o bichinho de estimação, a quantidade de preparativos se multiplica - e eles começam muito antes do dia do embarque. Se você quer garantir que tudo corra bem, é importante seguir sete passos. De luta de flor à folia na neve.
Está em Foz e quer cruzar a fronteira? Nenhum animal poderá decolar sem tomar a vacina antirrábica, a vacina múltipla e o vermífugo. No caso específico da antirrábica, tenha o cuidado de escolher bem o dia de passar: o bichinho deve ter tomado a vacina mais de trinta dias - e menos de um ano - antes do voo.
Não esqueça de conduzir ao aeroporto a carteirinha de vacinação do animal. Porém nada disso tem valor se, na hora do voo, o animal ficar nervoso ao entrar no kennel. A carteirinha de vacinação é só um dos requisitos. Para viajar com um animal, é preciso suspender inmensuráveis documentos. Voos nacionais exigem um atestado de saúde, emitido por um médico veterinário credenciado e atuando no mesmo estado onde o animal mora. Se o destino for Fernando de Noronha, é preciso ainda requisitar uma autorização extra.
Pra voos internacionais, a relação aumenta, dependendo do estado de destino - o Certificado Zoossanitário Internacional, fornecido por um veterinário do Ministério da Agricultura, é exigência modelo. Também, os europeus e os japoneses, tendo como exemplo, só aceitam bichos que tenham a identificação detalhada implantada na condição de chip ou tatuada atrás da orelha.
Bem como exigem um Laudo de Sorologia e um exame de sangue atingido noventa dias antes da viagem. Se o filhote tiver menos de três meses, nada disso adianta. O embarque não será aceito em qualquer aeroporto do Brasil. Voar com teu bichinho aumenta os custos da viagem. O atestado de saúde, tendo como exemplo, poderá dar serviço no meio das férias: ele vale por dez dias; se o tempo entre a emissão do documento e a data do voo de volta for maior, vai ser preciso recolher outro.
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E é necessário obter as passagens com bacana antecedência, pelo motivo de as companhias costumam recusar mais do que três animais por voo e não é sempre que aceitam pets em dias mais movimentados, principalmente nos finais de semana e feriados. Nada disso vale para cães-guia: eles têm embarque autorizado, ocupam um assento sozinho e não pagam passagem. Os regulamentos são mais ou menos as mesmas para todas as organizações, contudo os detalhes realizam muita diferença.
Apesar de a maioria aceitar que o bichinho viaje perto com o dono, com a caixinha de transporte ante o banco, existem limitações de tamanho do kennel e de peso total, incluindo o pet. Animais com cinco a dez quilos, dependendo da companhia, costumam ser enviados como carga especial e precisam ser despachados mais uma vez a cada trecho. A solução, nos 2 casos, é a mesma: procurar transportadoras especializadas exclusivamente em cargas.
Elas exercem este serviço. Passagem comprada, detalhes acertados, burocracia solucionada? Nesta ocasião chegou a hora de tomar conta muito bem da alimentação do animal nos 2 dias que antecedem a viagem. Comece dando comida leve. A 6 horas do voo, continue o bichinho em jejum, pra que ele não enjoe. Se a rota for muito alongado, dê água entre um trecho e outro, porém com parcimônia.
E não esqueça: caso o animal esteja com você no avião, procure monitorar sua respiração. Ele não poderá se estressar demais, já que a tensão é capaz de promover até já a morte dele. E isto considerando que a viagem, para o bicho, começa muito antes: é necessário entrar ao aeroporto com duas horas de antecedência, em caso de voos nacionais, ou três horas, se o destino for outro estado. Sobre a inevitabilidade de sedação, a veterinária Camille Persiano explica: "A recomendação tem que ser conduzida pelo veterinário. Grande divisão dos animais não precisa de sedação para viajar de avião". Se você se deu a todo este serviço, é pelo motivo de está indo pra um destino que o bichinho vai adorar.
Se mesmo após limpo, o filho estiver respirando com problema, pegue-o pela palma da mão com uma toalha e segure sua cabeça, fechando a mão com o polegar e segurando-o de cabeça para pequeno, balançando pra que seja estimulado. Então, o muco que está impedindo a respiração se solta e ele volta a respirar bem.
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